Everardo Gout é o diretor do longa mexicano Dias de Gracia, que será lançado em junho e cuja trilha sonora terá colaborações interessantes.
Além de temas feitos por Atticus Ross e Nick Cave com Warren Ellis, a seleção também contará com um cover de “Summertime”, clássico de George Gershwin. A nova versão ficou por conta de 3D, do Massive Attack, e da voz – quase inaudível – de Scarlett Johansson. Veja o resultado abaixo:
From Gainsbourg To Lulu é a mais nova homenagem ao lendário Serge Gainsbourg feita pelo seu filho Lulu. No álbum em questão, convidados ilustres como Iggy Pop, Rufus Wainwright, Vanessa Paradis, Marianne Faithfull, entre outros, reinterpretam clássicos do velho galã francês em parceria com o não tão talentosoLulu Gainsbourg. Aqui, deixo com vocês o vídeo de “Bonnie & Clyde”, em que a cantora e atriz Scarlett Johansson dá o ar de sua graça com uma bela performance fotográfica (para a campanha do Chandon), enquanto fala e canta as linhas de Brigitte Bardot em inglês. O filho do homem canta os versos do pai em francês. O disco sai no dia 14 de novembro.
Depois do agradável Break Up, onde divide os vocais com Scarlett Johansson, Pete Yorn resolveu voltar aos trabalhos solos. Para isso, chamou ninguém menos que Frank Black, líder do Pixies, para produzir seu novo disco.
Apesar de ainda não ter divulgado muitos detalhes sobre o álbum, Pete entrou na onda do “Escute minha nova música em troca de um tweet” e colocou à disposição o primeiro single, intitulado “Precious Stone”:
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O futuro casal mais bonitinho da atualidade fez sua estréia francesa ontem, no programa Le Grand Journal, um dos mais populares do país. Scarlett Johansson e Pete Yorn mostraram que mandam bem ao vivo, mesmo se a apresentação for exibida no dia seguinte em um player tão lerdo quanto o do Stereogum:
Em 2006, o cantor e compositor americano Pete Yorn teve um sonho e, com ele, surgiu uma idéia pronta de fazer um disco de duetos (que sonho produtivo, meu Deus!!!), inspirado nas gravações de Serge Gainsbourg e Brigitte Bardot nos anos 60.
Para o papel da voz feminina, ele chamou a atriz lindagatérrima Scarlett Johansson, que encaixou sua voz perfeitamente nas composições de Pete e fez do álbum Break up uma das boas surpresas do ano. Digo “surpresa” pelo fato de ter achado o até então único disco da atriz, Anywhere I lay my head, de 2008, uma chatice sem tamanho. Em Break Up a atriz canta “livremente”, com uma voz natural que pareceu um tanto quanto forçada no disco-tributo a Tom Waits.
O disco conta com 9 músicas, totalizando 29 minutos de música que passam surpreendetemente rápidos e, no fim deles, é deixada uma gostosa sensação proporcionada por músicas que vão desde a abertura folk-pop de “Relator” até o final vagaroso de “Someday”. Durante o “percurso”, o ouvinte ainda é presenteado com músicas como “Wear and tear” – uma baladinha recheada de slide-guitar e banjo e que até chega a lembrar um pouco algumas músicas solo de Conor Oberst. “Blackie’s dead” é uma das melhores provas de que o dueto de Pete com Scarlett realmente deu certo. A música conta com belas alternâncias de vocais, fazendo da faixa uma das melhores do disco.
No entanto, o grande destaque de Break up fica por conta da penúltima faixa, “Clean” – uma balada tristonha à la Cat Power que conta com refrões com tímidas batidas eletrônicas e Pete e Scarlett em seus melhores momentos, nos fazendo constatar que a dupla realmente deu seu melhor no disco. Como resultado, o que era pra ser apenas um projeto entre amigos e sem grandes pretensões (tanto que, devido a “ciúmes artísticos” de Pete Yorn, só será lançado oficialmente no próximo dia 8), se tornou um disco muito agradável, daqueles que podem ser escutados a qualquer hora, sabe?
Para quem se decepcionou com o estranho Anywhere I lay my head, vale a pena dar uma nova chance para a atual musa de Woody Allen. Até porque em Break up, Scarlett é – como em seus melhores papéis (Encontros e Desencontros e Match Point) – coadjuvante, sendo comandada por um músico talentosíssimo e que soube deixar a atriz bem à vontade pra se arriscar, mais uma vez, no cenário musical – desta vez, no entanto, o resultado foi bem favorável.
A gente já conhecia ‘Relator’ e sabia que a música era muito menos sombria e experimental do que as de Anywhere I Lay My Head, primeiro trabalho de Scarlett Johansson no mundo da música. Agora, a faixa fofinha ganhou um vídeo. Olha isso (/marcelotas):
A faixa faz parte do disco Break Up, gravado em 2006 numa parceria com o músico Pete Yorn. O lançamento, porém, só acontece em 8 de setembro.
Há algum tempo se comenta o álbum de estréia da atriz Scarlett Johansson.
Produzido por David Sitek (TV on the Radio), “Anywhere I lay my head” reunirá alguns covers de Tom Waits, além de uma canção inédita.
O disco, com data de lançamento para o dia 20 de maio, contará com a participação de artistas de peso. O também músico e ator David Bowie é o principal nome, interpretando duas canções: ‘Falling down’ e ‘Fannin’ street’.
Para quem não se lembra, esta não será a primeira aparição da loira no universo musical. No festival Coachella do ano passado, a musa fez uma participação no show que marcou a volta do Jesus and Mary Chain aos palcos. Além dessa aparição, Scarlett esteve presente em video-clipes de Justin Timberlake e Bob Dylan.
Tom Waits já foi interpretado por grandes artistas, como Elvis Costello e Violent Femmes. Ao que tudo indica, a loira dará conta do recado
A tracklist completa do álbum você confere logo a seguir:
“Fawn”
“Town with no cheer”
“Falling down”
“Anywhere I lay my head”
“Fannin’ street”
“Song for Jo”
“Green grass”
“I wish I was in New Orleans”
“I don’t want to grow up”
“No one knows I’m gone”
“Who are you?”