18 out 2011

Smashing Pumpkins irá relançar seus 2 primeiros álbuns

Por Gregório Fonseca @18:44

Gish e Siamese Dream, dois dos discos mais importantes e influentes do rock dos anos 90 foram remasterizados e serão relançados no fim de novembro. O website do Smashing Pumpkins já está fazendo a pré-venda e há diversas opções de compra.

Cada um dos discos vai sair em edição deluxe com 2 CDs e um DVD, vinil standard, CD standard, além da versão digital premium (em FLAC) e de alta fidelidade (em WAV). A melhor, mais atraente, e consequentemente mais cara, é o pack com dois CDs e um DVD, que contém alguns postais e um livreto de 24 páginas.

No total, são 32 canções inéditas e em versão alternativa, além de 2 shows nunca lançados em DVD anteriormente. Pra quem passou boa parte da adolescência nos anos 90 utilizando uma camisa com a palavra “Zero”, vai ser difícil tentar economizar e não comprar esses discos.

12 out 2011

Smashing Pumpkins divulga faixa inédita gravada no fim da década de 80

Por Gregório Fonseca @15:58

Parece que Billy Corgan finalmente percebeu que as pessoas preferem o Smashing Pumpkins clássico à formação atual, que tem o projeto megalomaníaco Teargarden by Kaleidyscope, de 44 faixas lançadas numa periodicidade indefinida.

O Smashing Pumpkins Record Club tem o objetivo de divulgar gravações antigas, da formação clássica da banda, e seus assinantes acabam de receber o link para download de “Rhinoceros Version Two”, uma versão diferente da canção originalmente gravada no álbum de estreia da banda.

Para baixar, é necessário se inscrever no SPRC pelo site http://www.smashingpumpkins.com/. O link para o download da música é enviado por e-mail, bem como futuras faixas a serem divulgadas pela banda.

Há ainda um vídeo gravado por Corgan, contando detalhes da gravação. Não é muito, mas compensa pelo valor histórico.

10 set 2011

Ouça duas “faixas perdidas” da década de 90 do Smashing Pumpkins

Por Neto Rodrigues @20:04

Numa tentativa mezzo caça-níquel, mezzo prato cheio pros fãs, Billy Corgan criou o Record Club do Smashing Pumpkins, que vai mandar para os fãs cadastrados no site (é só deixar seu e-mail) versões não lançadas, demos e bsides que a banda juntou ao longo dos anos. Aparentemente, tem tudo pra ser um bom recurso pra quem não anda curtindo muito o que a banda vem fazendo de uns anos pra cá, vide o projeto megalomaníaco Teargarden By Kaleidyscope.

Já tá rolando uma versão demo de “Drown” e, agora, o Consequence of Sound liberou duas faixas instrumentais lá da década de 90 pra estourar qualquer caixinha de som que não aguente fortes trancos. É o Smashing Pumpkins distorcido e pesado que todos nós gostamos:

28 mai 2011

20 anos hoje – Smashing Pumpkins – Gish

Por Victor Bianchin @1:37

Talvez Freud explique o fetiche de Billy Corgan em colocar uma baixista gostosa, um guitarrista japonês e um baterista virtuoso no palco do Terra 2010 e dizer para todo mundo que aqueles eram os Smashing Pumpkins. Não eram. Os Smashing Pumpkins verdadeiros nasceram, cresceram e morreram nos anos 90, uma década em que, se não foram soberanos, foram, pelo menos, essenciais.

Gish foi uma estréia musicalmente imperfeita, mas que pavimentou o que seriam os Pumpkins para todo o resto de sua carreira. Billy Corgan, ainda com cabelo, era o chefe: escolheu seus colegas de banda como quem escolhe seu exército, compôs todas as músicas e tocou todos os instrumentos, menos a bateria.

O guitarrista James Iha e a baixista D’arcy Wretzky eram os acessórios: tinham pouca influência nas decisões da banda e orbitavam em torno de Corgan. Mesmo queridos pelos fãs, os dois eram coadjuvantes – D’arcy só existe no disco porque canta “Daydream”, os baixos são todos de Corgan. Ela e Iha contrastavam com o baterista Jimmy Chamberlin, que sempre teve uma personalidade forte e foi o primeiro a bater de frente com o vocalista. As brigas entre os dois, que mais para frente resultariam na demissão de Chamberlin, seriam outro ingrediente decisivo no futuro dos Pumpkins.

Não é surpresa, porém, que Chamberlin seja o único por quem Corgan ainda tenha apreço e o único com o qual ele cogite voltar a tocar junto. Corgan sempre teve um ego gigantesco e não se privava de demonstrá-lo (vide as patadas que vivia dando nos jornalistas em entrevistas). A conivência de Iha e Wretzky, se por um lado dava espaço para a vazão criativa do líder, por outro o deixava numa zona de conforto. Quando Chamberlin o confrontava, Corgan entendia que estava numa banda.

Essas personalidades se refletiram nos destinos de cada integrante. Iha nunca foi longe: limitou-se a aparecer como convidado em discos de outras bandas e, na sua única tentativa solo, lançou um disco de folk-pop açucarado que foi um choque para quem estava acostumado com o peso dos Smashing Pumpkins. D’arcy se afastou da música, destruiu o rosto com cirurgias plásticas e mantém-se longe do showbiz. E Chamberlin continuou tocando com diversas bandas – a mais recente, SkySaw, deve lançar seu primeiro disco em junho.

Corgan, como se sabe, criou o Zwan e tentou lançar-se em carreira solo, mas não resistiu em reformar os Pumpkins, seu maior (e único realmente bem-sucedido) projeto. Talvez xerocar a banda antiga não seja só uma questão de fetiche – talvez seja realmente uma obsessão.

Gish foi a semente dessa história toda, a primeira peça de um longo quebra-cabeça. Musicalmente, o álbum não é o melhor dos Pumpkins (meu voto vai para Mellon Collie…), mas a energia da banda já estava toda ali.

“I Am One” é uma pérola que traz muitos dos segredos dos Pumpkins: riffs irresistíveis, vocais rápidos, solos complicados por cima de bases ferozes, partes lentas intercaladas com partes rápidas, bateria de funk. “Siva” e seu riff inesquecível é marcada pelos momentos em que diminui o volume até deixar a voz de Corgan quase inaudível e depois retornar com tudo, explodindo a caixa de som. É a primeira música do disco a flertar com heavy metal.

“Rhinoceros” segura bem seus seis minutos principalmente por causa do refrão delicado e grudento. “Bury Me” é outra pesada com influências de heavy metal, enquanto “Snail” aponta para os rocks épicos que a banda faria no futuro. “Tristessa” repete um pouco a fórmula das anteriores, mas não chega ao ponto da saturação.

“Crush”, “Suffer” e “Window Paine” são os momentos mais lentos do álbum, baladas em que a banda aproveita para expandir suas influências, jogando um pouco de psicodelia aqui e ali e brincando com finais falsos. “Daydream”, por dar um descanso da aspereza da voz de Corgan e nos apresentar ao vocal melódico de D’arcy, fecha o álbum com um intimismo inesperado para uma banda que, até então, estava dedilhando guitarras como se o mundo estivesse prestes a acabar. Essa dicotomia seria constante nos álbuns dos Pumpkins e brindaria os fãs, no futuro, com os clássicos “Disarm” e “Thirty-Tree”, entre outros. Há uma música extra escondida na última faixa, chamada “I’m Going Crazy”, com Corgan no violão, que adiciona pouco ao conjunto.

Toda banda tem um começo, e o dos Smashing Pumpkins acertou bem mais do que errou. Gish tem faixas muito boas e poucos defeitos relevantes – criticá-lo é basicamente uma questão de gosto, mas, naquele maio de 1991, com a explosão do rock alternativo, os americanos preferiram adorá-lo. Era o início de um fenômeno, ainda que construído sobre as relações quebradiças de quatro músicos desiguais. Ah, se eles soubessem…

5 mai 2011

Bad Rabbits e sua versão de “1979″, clássico do Smashing Pumpkins

Por Raul Ramone @16:17

OK. Esse talvez seja um daqueles casos em que dizemos: “mas se é um cover, por que não ouvir direto o original?”, afinal, se trata de um clássico recente da música pop – além de nos proporcionar aquela nostalgia típica de quem conheceu o Smashing Pumpkins ainda nos anos 90. Mas, no final das contas, essa versão de “1979″, feita pelo grupo Bad Rabbits tem o seu valor, sim. Veja você mesmo:


A banda ainda disponibilizou esse som para download livre, aqui.

26 abr 2011

Smashing Pumpkins vem aí todo remasterizado

Por Vinícius Bracin @15:15

A EMI irá relançar em versões de luxo, remasterizadas e com faixas bônus todos os discos do Smashing Pumpkins no período de 91 a 2000, ou seja, da estréia Gish até o Machina II:/The Friends & Enemies of Modern Music.

O processo levará dois anos. Em 2011, saem Gish, Siamese Dream e  a coleção de lados B Pieces Iscariot. 2012 vem com Mellon Collie and the Infinite Sadness, o box de singles The Aeroplane Flies High e o Adore. Por fim, no começo de 2013, saem a dupla Machina I e II e uma coletânea com o melhor do material remasterizado inédita.

Enquanto isso o que restou da banda, leia-se Billy Corgan, entra em estúdio mês que vem para gravar Oceania, uma das partes do mega-disco Teargarden by Kaleidyscope, que vem sendo lançado aos poucos por Corgan. De acordo com o divulgado, serão 10 faixas com lançamento previsto para setembro.

(via)

25 nov 2010

Ouça o novo EP do Smashing Pumpkins, “Teargarden by Kaleidyscope Vol. 2 – The Solstice Bare”

Por Raul Ramone @1:02

O Smashing Pumpkins disponibilizou, via site oficial, seu último projeto – denominado Teargarden By Kaleidyscope Vol II: The Solstice Bare. O EP traz cinco músicas, incluindo “Cottonwood Symphony”, um lado B jamais lançado.

Com tiragem limitada, o projeto é acompanhado por uma caixa de luxo e um Vinil de 12″. Tá esperando o quê? Ouça tudo agora: