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	<title>Move That Jukebox &#187; stricken city</title>
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		<title>Stricken City &#8211; Songs About People I Know</title>
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		<pubDate>Tue, 20 Oct 2009 21:00:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alex Correa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[resenhas]]></category>
		<category><![CDATA[stricken city]]></category>

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		<description><![CDATA[<p style="text-align: justify;">É engraçado como as coisas acontecem. Há um ano, mais ou menos, esbarrei com o clipe minimalista de uma música chamada <a href="http://www.youtube.com/watch?v=VL3w8_zkSCg">“Lost Art”</a>. Foi amor à primeira vista (/brega). A banda se chamava Stricken City e, por ter uma vocalista tão parecida com a Leslie Feist (tanto estética quanto vocalmente), merecia mais investigação. Naquela mesma semana encontrei na web o “Factory Sessions”, EP de um pop simples e intimista que abrigava apenas três músicas: “Tak o Tak”, que privilegia as notas do baixista Mike Hayland; “Bardou”, uma balada de final de noite que se divide entre percussão e guitarras e, por último, “Five Meters Apart”, a única que sobreviveu para contar história no recém-lançado <em>Songs About People I Know</em>.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-7923" title="Stricken City - Songs About People I Know" src="http://movethatjukebox.com/wp-content/uploads/2009/10/songs-about-people-i-know.jpg" alt="Stricken City - Songs About People I Know" width="300" height="300" /></p>
<p style="text-align: justify;">Totalmente remasterizada, “Five Meters Apart” abandonou as guitarras de indie rock e apareceu de cara nova, com mixagem profissional e refrão menos pegajoso. Por mais que as influências do quarteto londrino passem por nomes pouco conhecidos (os mais citados por eles são The Slits, Life Without Buildings e Young Marble Giants), não é difícil fazer comparações a um Belle &amp; Sebastian menos deprê ou um The Shins mais amador. “Killing Time”, por exemplo, funciona exatamente como a mistura desses dois.</p>
<p style="text-align: justify;">Mesmo com a voz meiguinha de Rebekah Raa, não é para ela que os holofotes apontam durante <em>Songs About People We Know</em>: São as pitadas instrumentais dos anos de ouro, com um pouquinho da essência de Velvet Underground e Sugarcubes, que dão um ar especial à obra. “Terrible Things” é uma prova disso, funcionando quase como um tributo a Björk, mas poupando os ouvintes de seu experimentalismo cansativo e democratizando a cantora.</p>
<p style="text-align: center;"><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="344" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/EeKfDD3Cv1Y&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="344" src="http://www.youtube.com/v/EeKfDD3Cv1Y&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p style="text-align: center;"><em>Versão acústica de &#8220;Gifted&#8221;, música lo-fi que abre o álbum</em></p>
<p style="text-align: justify;">Indo do pop ao cult em um disco rapidíssimo (são apenas oito faixas que somam pouco mais de vinte minutos de duração ao todo), o Stricken City também faz uma visita aos Bálcãs na auto-questionadora “Sometimes I Love You / Sometimes I Hate You”, que usa um acordeão como base para as letras mais românticas do álbum.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>Songs About People We Know</em> é um disco bonito, bem elaborado, mas pouco memorável – eu diria descartável, até. Acho uma pena, mas ainda aposto num futuro promissor para os meninos – afinal, em Londres tudo pode dar certo.</p>
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			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">É engraçado como as coisas acontecem. Há um ano, mais ou menos, esbarrei com o clipe minimalista de uma música chamada <a href="http://www.youtube.com/watch?v=VL3w8_zkSCg">“Lost Art”</a>. Foi amor à primeira vista (/brega). A banda se chamava Stricken City e, por ter uma vocalista tão parecida com a Leslie Feist (tanto estética quanto vocalmente), merecia mais investigação. Naquela mesma semana encontrei na web o “Factory Sessions”, EP de um pop simples e intimista que abrigava apenas três músicas: “Tak o Tak”, que privilegia as notas do baixista Mike Hayland; “Bardou”, uma balada de final de noite que se divide entre percussão e guitarras e, por último, “Five Meters Apart”, a única que sobreviveu para contar história no recém-lançado <em>Songs About People I Know</em>.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-7923" title="Stricken City - Songs About People I Know" src="http://movethatjukebox.com/wp-content/uploads/2009/10/songs-about-people-i-know.jpg" alt="Stricken City - Songs About People I Know" width="300" height="300" /></p>
<p style="text-align: justify;">Totalmente remasterizada, “Five Meters Apart” abandonou as guitarras de indie rock e apareceu de cara nova, com mixagem profissional e refrão menos pegajoso. Por mais que as influências do quarteto londrino passem por nomes pouco conhecidos (os mais citados por eles são The Slits, Life Without Buildings e Young Marble Giants), não é difícil fazer comparações a um Belle &amp; Sebastian menos deprê ou um The Shins mais amador. “Killing Time”, por exemplo, funciona exatamente como a mistura desses dois.</p>
<p style="text-align: justify;">Mesmo com a voz meiguinha de Rebekah Raa, não é para ela que os holofotes apontam durante <em>Songs About People We Know</em>: São as pitadas instrumentais dos anos de ouro, com um pouquinho da essência de Velvet Underground e Sugarcubes, que dão um ar especial à obra. “Terrible Things” é uma prova disso, funcionando quase como um tributo a Björk, mas poupando os ouvintes de seu experimentalismo cansativo e democratizando a cantora.</p>
<p style="text-align: center;"><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="344" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/EeKfDD3Cv1Y&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="344" src="http://www.youtube.com/v/EeKfDD3Cv1Y&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p style="text-align: center;"><em>Versão acústica de &#8220;Gifted&#8221;, música lo-fi que abre o álbum</em></p>
<p style="text-align: justify;">Indo do pop ao cult em um disco rapidíssimo (são apenas oito faixas que somam pouco mais de vinte minutos de duração ao todo), o Stricken City também faz uma visita aos Bálcãs na auto-questionadora “Sometimes I Love You / Sometimes I Hate You”, que usa um acordeão como base para as letras mais românticas do álbum.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>Songs About People We Know</em> é um disco bonito, bem elaborado, mas pouco memorável – eu diria descartável, até. Acho uma pena, mas ainda aposto num futuro promissor para os meninos – afinal, em Londres tudo pode dar certo.</p>
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