16 fev 2012

Subburbia lança o EP “Pentagrama” e clipe para o single “When Trance Was On Fire”

Por  @11:46

O Subburbia já é praticamente de casa. Uma passeada pela tag da banda dá pra você ter noção de quanto o grup deve crescer em 2012. E essa pseudo-profecia começa a se tornar verdade com o mais recente lançamento do quarteto curitibano.

Pentagrama, o novo EP, conta com 4 faixas imperdíveis. Indie-dance-rock com guitarras espertas e vocais femininos e masculinos pra agradar muita gente. E apesar da comparação com o CSS ser quase inevitável, não se engane. O Subburbia tem personalidade e ideias de sobra – tanto que a gravação do novo trabalho ocorreu de forma peculiar. “Wrong Riot”, “When Trance Was On Fire”, “Can Be Dead” e “I’ve Got No Friends” foram gravadas em apenas 24 horas. Um dia de muito suor, mas com resultado recompensador.

Na cola do EP, também foi lançado um vídeo com bilhões de referências e imagens para a faixa “When Trance Was On Fire”:

Pra ouvir o EP Pentagrama na íntegra, é só dar um pulo no SoundCloud do Subburbia.

13 fev 2012

Banda curitibana Subburbia solta teaser de documentário sobre seu novo trabalho

Por  @16:18

Já falamos algumas vezes sobre o quarteto curitibano Subburbia algumas vezes. Agora, Emil, Marina, Vir e Ernani se preparam para um lançamento marcante em suas carreiras:  o EP Pentragrama, que foi feito na correria de um dia, literalmente. Foram 24 horas preparando as faixas, acertando arranjos, mixando e tudo mais. O resultado você vai conhecer muito em breve.

Enquanto isso, tá rolando um teaser do documentário de 24 minutos que também vai sair na cola do EP. Pra quem se interessar a ver como ficou o trabalho completo, que registrou a loucura à la Jack Bauer do Subburbia, é só se ligar na PlayTV, no programa Udigrudi no dia 19 de fevereiro, às 22h30.

21 dez 2011

Clipe: Subburbia – December Gets Me High

Por  @10:33

Não sei você, mas eu nunca fui fã de músicas natalinas. Sempre tem um The Killers da vida sendo mais cafona do que normalmente já é ou algum outro artista regravando sucessos melosos do Papai Noel pra ganhar uma midiazinha no fim de ano.

Dito isso, me impressionou o single de fim de ano do Subburbia, banda curitibana que já apareceu por aqui algumas vezes. “December Gets Me High” tem riff poderoso e participação de Andy, do The Name, e Caio, do Colombia Coffee. Todo mundo cantando junto e balançando a cabeça!

12 set 2011

A banda curitibana Subburbia lança hoje, com exclusividade, seu single “Bullets”

Por  @0:16

Sintetizadores grudentos e vocal à la Lovefoxxx dão o tom da mais nova promessa da prolífica Curitiba. O quarteto Subburbia anda fazendo um electropop bem interessante e lança agora, com exclusividade, o single “Bullets” aqui no Move.

A faixa já apareceu, juntamente com um cover do hino “Blue Monday, na Popload Session mais recente, em versão ao vivo. Produzido por Eduardo Ramos, o single ainda traz o bside “Stevie Nicks”, cheio de guitarradas distorcidas. Na sequência, você pode tanto escutar a dupla de músicas do Subburbia por streaming, quanto fazer o download:

“Bullets”

“Stevie Nicks”

Em tempo: a banda da vocalista E1000, da guitarrista Penny, do baterista Vir e do baixista Ernani toca em São Paulo no próximo dia 16, no aniversário da loja American Apparel.

Curtiu o som dos caras e quer ganhar um kit exclusivo feito para o lançamento de “Bullets” em solo paulistano? Então comente na caixinha abaixo com seu nome e e-mail. As duas primeiras pessoas que comentarem dizendo que querem o kit, vão poder buscar com a banda, no show do dia 16, o CD do single, um bottom e um poster da banda. A apresentação é gratuita. Apareça!

27 mai 2009

Festival de música gratuito em SP começa hoje

Por  @15:48

Hoje, quarta-feira 27, começa em São Paulo o festival de música da Casa de Criadores,  no Shopping Frei Caneca, produzido pela Red Bull. Entre hoje e sexta-feira o evento recebe seis bandas brasileiras independentes, cobrando absolutamente nada pela entrada do público.

dark-disko-republik

Ricardo, André e Fábio, do Dark Disko Republik, tocam na quinta-feira no festival

O line-up conta com Subburbia, Dark Disko Republik e The Cleaners, que dá o ponta-pé inicial do festival às 21 horas de hoje.

Quarta, 27.05:
21h: The Cleaners
23h: Nikita

Quinta, 28.05:
21h: Plano Próximo
23h: Dark Disko Republik

Sexta, 29.05:
21h: The Junkie Dogs
23h: Subburbia

Não perde, hein.

29 jun 2008

Entrevista: Subburbia

Por  @16:15

Após a saga de entrevistas do Motomix (vem resenha por aí minha gente), voltamos com as entrevistas de bandas independentes nacionais. A banda entrevistada desta semana foi a Subburbia, paranaenses de Curitiba, que fazem um ótimo som mais puxado para o new wave oitentista com pitadas de rock e disco. A banda surgiu no fim do ano passado e é formada por 5 integrantes: E1000 nos vocais, Ale na guitarra/vocais, Daniel no sintetizador, Mel na bateria e Lis no baixo/backin’ vocals. Além de incorporarem a vida noturna do Curitiba, o Subburbia organiza uma festa bimestral que reúne outros nomes independentes da região e fora dela.

Rolou um papo por MSN com o E1000 e a Ale. Eles contaram como se conheceram, suas opiniões sobre alguns assuntos e planos para o futuro. Veja o resultado a seguir:

Move That Jukebox!: A pergunta básica como pontapé inicial: Como começou a banda e aonde vocês se conheceram? Foi sempre esta formação?
E1000: Na real quem começou fui eu, a Ale, a Mel e o Luiz, que hoje não está mais. A formação mudou algumas vezes…no começo não tinha baixo e tal. No fundo eram sempre as mesmas pessoas, só mudavam as posições. (por exemplo, a Mel era inicialmente a baterista, depois foi pro baixo, teclado e voltou para a bateria). O Luiz era meu amigo de infância. A Ale é minha companheira a algum tempo (o E1000 e a Ale moram juntos). O Daniel é irmão do Luiz. Só a Mel e a Lis que são ‘novatas’ nas nossas vidas.
Ale: Eu conheci a Mel em 2006 em um cházinho de amigas da faculdade. Ela era a intrusa por sinal…
E1000: A gente já tocou em outros projetos daqui…só que só nesse mesmo que nós acreditamos.


MTJ!: Vocês consideram um privilégio participar de uma cena musical tão rica como a de Curitiba?
E1000: Você acha isso?

MTJ!: Claro, a maioria das bandas nacionais que eu gosto são daí. Que muita gente gosta, aliás.
E1000: (risos) Então talvez seja mesmo….santo de casa!

MTJ!: Vocês mantêm relações com outras bandas daí?
E1000: Gosto do Charme Chulo, Chucrobilly, da Pleiade. Tem uma banda do ex-ESS, o Our Gang, que é boa também.

MTJ!: Você conhece o Copacabana Club? Eles são os queridinhos de outro membro do blog.
E1000: Essa também é de ex-ESS, do Luciano. Vi só no MySpace, nunca vi um show. A banda é meio nova, então ainda não pude pegar por aqui.

MTJ!: Eu lembro que você me disse um dia que o Subburbia organiza uma festa mensal. Conte um pouco sobre ela.
E1000: Pois é, o Music Non-Stop. Agora ela é bimestral, porque a agenda apertou um pouco. Nós achamos mais fácil fazer uma festa com bandas que só tocam música própria e organizar da maneira que a gente queria (preço, banda, local, etc)
Ale: É complicado juntar bandas cover e de som próprio numa mesma noite. O público é diferente. Além disso, achamos bacana poder divulgar o som das bandas que curtimos.

Cartaz do Music Non-Stop

MTJ!: Nossa, precisava de uma iniciativa dessas na minha cidade. (risos)
E1000: Ué, podemos estender a festa até aí. (risos)

MTJ!: Pode citar algumas bandas que já tocaram nela?
E1000: Chucrobilly, Fotograma (SP), Texas Tornado.… e uma banda que me amarro daqui: Lades. Essas são as mais recentes.

MTJ!: Vocês pretendem tocar em São Paulo em agosto. É a primeira experiência da banda fora de seu estado de origem?
E1000: Não, a gente acabou de tocar em Campinas este fim de semana.

MTJ!: Como foi?
E1000: É sempre muito bom tocar fora de casa. Ver como é a reação das pessoas…conheci muita gente de lá e de Sorocaba também.
Ale: O show foi bem legal, o som tava perfeito e as pessoas são muito simpáticas.
E1000: Tocamos com o The Name lá.

MTJ!: Ah! E agora vocês pretendem partir pra mais show no eixo Rio-São Paulo?
E1000: Acho que sim, é o natural né. Vai ser massa manter a festa aqui e mostrar o trabalho em outros lugares. Uma porque eu acho que o show fecha o ciclo da banda…várias bandas que vi ao vivo me fizeram gostar ainda mais delas.
Ale: E não só no eixo Rio-São Paulo. (risos)

MTJ!: Como é a estrutura dos bares e casas de show aí de Curitiba? Rola alguma dificuldade em relação a isso?
E1000: Sabe que não acho. Existem várias casas que dão oportunidade aqui….disso não podemos reclamar. Já recebemos convite até para tocar em uma academia (risos). Mas acabamos não fazendo.

MTJ!: A influência principal da banda é o new wave dos anos oitenta, certo?
E1000: Sabe que nem tanto? Sempre fui um grande fã do Prince, desde os anos 90. Naquela época pegava meio mal gostar do cara, mas nem ligava não. Hoje é até bacana gostar dele. Mas enfim, acho que tem um lado 80′s tipo Pet Shop Boys, The Cure, Laurie Anderson. Eu também ouço bastante Kanye West, Fleetwood Mac.
Ale: Cada integrante tem as suas influências, nunca chegamos a sentar e planejar “vamos fazer uma banda de new wave”. Acho que é essa mistura que agrada diversas “tribos”.

MTJ!: Atualmente, surgiu aquele termo “new rave” para rotular bandas inspiradas nesse gênero musical. O que vocês acham disso? Vocês têm medo do Subburbia cair em algum rótulo destes?
E1000: Não sei se é saudável você rotular o próprio som, até porque quando o Klaxons criou o termo, estava de brincadeira.

MTJ!: Pois é, mas a mídia se apossou do termo e passou a usá-lo de um modo distorcido.
E1000: É isso aí…Eles mesmos renegam o termo, assim como aconteceu com o Grunge. Acho normal as pessoas rotularem bandas, mas a própria banda se rotular não.

MTJ!: E aquele lance de se enrolar no cabo do microfone? (sobre um vídeo em que o Subburbia é entrevistado e mostra E1000 se enrolando no cabo do microfone)
E1000: (risos) É o seguinte. A entrevistas era sobre bandas performáticas. E eu falei “Olha, se se enrolar no cabo do microfone é performático, então talvez nós sejamos”. Mas começou porque eu não tinha muito o que fazer quando rolava uma parte instrumenta da música. Como eu não sou o Justin [Timberlake], comecei a me enrolar.

MTJ!: Indiquem um livro, um disco e um filme.
E1000 e Ale: Disco: Laurie Anderson – Big Science. Em vez de um filme posso indicar uma série? Arrested Development. E um livro: Fante – 1933 foi um ano ruim (E1000) e Memórias do subsolo do Dostoiévsky.

MTJ!: Pra fechar, planos para o futuro?
Ale: Desbravar o Brasil!
E1000: Gostamos de tocar ao vivo, acho que somos uma banda de show.

MTJ!: Algo que querem acrescentar?
E1000: Foi muito massa ter tocado com o The Name, eles são a melhor banda de São Paulo que já vi. E quanto ao Copacabana Club, essa entrevista me deu a idéia de tocar com os caras logo.

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Autor: Cédric Fanti