22 abr 2012

Black Keys e John Fogerty prestam homenageam a Levon Helm no Coachella 2012

Por  @23:18

O Pitchfork disponibilizou uma belo vídeo em que o duo The Black Keys juntou forças com John Fogerty (ex-vocalista do Creedence Clearwater Revival) para executar uma versão de “The Weight”, um dos maiores clássicos do antigo The Band (direto do álbum Music From Big Pink) em homenagem ao recém-falecido Levon Helm. Pode ter certeza que bandas como Band of Horses, Wilco e até mesmo o Black Keys ficaram orfãos com a morte desse importante baterista que já tocou com feras como Bob Dylan, Neil Young, entre tantos outros.

Em breve mais informações sobre o segundo fim de semana do festival Coachella.

16 abr 2012

The Black Keys em performance completa no festival Coachella 2012

Por  @9:27

Com um repertório baseado em seu mais recente álbum El Camino, o rock garageiro do duo The Black Keys parece ter agradado bastante o eclético público do festival Coachella. Ponto para a boa música. Certifique-se de assistir/ouvir em alto e bom som.

11 abr 2012

Red Hot, Black Keys, Jack White e Black Sabbath são os headliners desse ano do Lollapalooza Chicago

Por  @16:22

A foto acima pega as principais atrações da edição-matriz do Lollapalooza, que acontece em Chicago, entre os dias 3 e 5 de agosto. No site, você ainda vê várias outras atrações no cardápio, incluindo Of Monsters and Men, Alabama Shakes, Gaslight Anthem, SBTRKT, Walkmen, Tame Impala, Sharon Van Etten, Bombay Bicycle Club e mais um caminhão de nomes. Os headliners são The Black Keys, Red Hot Chili Peppers, Jack White e Black Sabbath (o critério desse ano era ter alguma cor no nome, aparentemente).

Bem, sincera e pessoalmente, não trocaria, hoje, por Foo Fighters e Arctic Monkeys, mas o resto do line-up é pra matar de inveja qualquer um – nuito superior às “atrações de segundo escalão” que vieram ao Brasil no último fim de semana. Mas é aquela velha história, né? A grama do vizinho é sempre mais verde.

Se metade disso aí vier na edição brasileira de 2013, já tá valendo.

16 mar 2012

Assista aos ingleses do The Maccabees tocando “Lonely Boy” nos estúdios da BBC

Por  @18:19

A última vítima das sessions promovidas pela Radio 1, da BBC, e seu Live Lounge foi a dupla The Black Keys. Seu mega hit “Lonely Boy” foi desconstruído e apresentado numa roupagem mais sombria e contida pelo The Maccabees. O vídeo, dica do Alive Through Music, tá logo abaixo:

Quer a boa notícia agora? Sempre teremos a versão original pra recuperarmos do susto.

3 mar 2012

Dan Auerbach assina a produção do novo álbum de Dr. John

Por  @16:30

Depois de trabalhar com Michael Kiwanuka, Dan Auerbach (inquieto líder do duo The Black Keys) resolveu produzir o novo álbum de Malcolm Rebennack (a.k.a. Dr. John), intitulado Locked Down. O lançamento oficial está marcado para o início de abril, mas o site da Rolling Stone disponibilizou a faixa “Revolution” para audição completa. Na música em questão o lendário pianista de Nova Orleans é acompanhado pela voz e pela guitarra do líder do Black Keys. Ouçam aqui. Mais novidades em breve.

17 fev 2012

Assista à apresentação completa do The Black Keys nos estúdios da Radio 1, da BBC

Por  @18:13

Com um dos shows mais esperados pelos brasileiros nos últimos anos, o The Black Keys apareceu nos estúdios da Radio 1, da BBC, dentro do programa do über DJ e locutor Zane Lowe. O repertório foi curto e privilegiou os dois últimos álbuns da dupla – que, na maior parte da apresentação, se torna um quarteto. A seguir, você pode ver a session completa, com pouco mais de 40 minutos:

A pergunta é: você prefere a fase “roots” do Black Keys, mais puxada para o blues e não tendo nada além de guitarra e bateria, ou a banda atual, flertando com o soul e com o pop e tendo os acréscimos de baixo e teclado?

11 jan 2012

Em entrevista à Folha, vocalista do The Black Keys garante que banda vem ao Brasil em 2012

Por  @23:45

Em entrevista à jornalista Carol Nogueira, da Folha de São Paulo, Dan Auerbach, líder do The Black Keys, revelou que, veja só você, a banda quase entrou na escalação do Lollapalooza brasileiro. Imagina os caras “abrindo” pro Foo Fighters? Bem, se serve de consolo, o músico deixou bem claro: “Vamos mais para o fim do ano.”

Fim do ano no Brasil? Que comece então a luta dos grandes festivais pra ver quem traz a provável dupla mais disputada de 2012. É Terra? É SWU? Quem sabe até um show solo? O lance é que a banda tá no auge e não teria hora melhor pra vir ao Brasil – ainda mais depois de ser um dos headliners do Coachella 2012.

Na entrevista, Auerbach – que tem uma interessante carreira solo, da qual vale a pena correr atrás – também diz ser contra o streaming e explica o motivo. Também fala sobre sua compulsão em comprar vinis e que gosta de séries como Curb Your Enthusiasm. A turnê americana com a abertura do Arctic Monkeys também teve espaço na pauta. Dá um pulo rápido no Remix e leia a íntegra da entrevista.

Em tempo: leia também nossa resenha de El Camino, elogiado oitavo álbum de estúdio do Black Keys, e vá preparando o gogó pra cantar junto no fim do ano.

30 dez 2011

The Black Keys – El Camino

Por  @19:58

Li em algum lugar no final de 2010 que Merriweather Post Pavilion, do Animal Collective, se assemelhava em alguns pontos ao Kid A, do Radiohead. Ambos eram discos complexos, com várias camadas e um tanto quanto inacessíveis, que encerravam uma década começada com discos garageiros seminais: Nevermind (Nirvana, 1991) e Is This It (The Strokes, 2001). Mais do que isso, em suas respectivas sofisticações, ambos encerravam um ciclo, abrindo espaço para que algum próximo grupo de adolescentes se juntasse em uma garagem, pisasse em cima de tudo isso e recomeçasse a história com um disco sujo, barulhento e genial. Na década de 2010, não há ninguém mais apto a seguir esses passos do que os Black Keys.

A banda já tem sete álbuns na bagagem, é verdade, mas foi só com Brothers, de 2010, que o grande público a descobriu. El Camino é o álbum da consagração. Desde que o riff de “Lonely Boy” começa a explodir no alto-falante (porque o disco é bom demais para ficar preso aos fones de ouvido), sentimos a força que ele carrega. Dan Auerbach não economiza no pedal de fuzz ao derramar suas lamentações sobre uma garota que o mantém “esperando, esperando”, enquanto Patrick Carney desce a mão na caixa, dando forma a um dos maiores singles do ano.

Há, como sempre, uma boa dose de rock dos anos 60 e 70 permeando o álbum, mas influências menos óbvias aparecem aqui e ali, como o riff de “Gold On The Ceiling”, emprestado de David Bowie e dos Yardbirds, a bateria inicial de “Dead And Gone”, que faz reverência a “I Am The Resurrection”, dos Stone Roses e a intro da fantástica “Money Maker”, que alude a “Where Have All The Good Times Gone”, dos Kinks. Um momento especialmente bom é quando a banda empresta o baixo de “Don’t Stop ‘Til You Get Enough”, de Michael Jackson, para a fabulosa “Stop Stop”, uma deliciosa faixa mais lenta que tem os dois pés no R&B dos anos 80.

Só que, acima de quaisquer influências, está o som que os Black Keys criaram ao longo de outros seis álbuns, em “El Camino” novamente com a cortesia do melhor produtor em atividade no mundo, Danger Mouse. Como é característico de Mouse, ele capricha em deixar o som cristalino e impedir que as melodias sejam encobertas pelo ritmo (igualmente importantes como são, a guitarra de Dan é sempre muito mais marcante que a bateria de Pat). A banda, livre para voar, entrega diversos momentos memoráveis, como em “Run Right Back”, em que o baixo e a guitarra base derramam um groove irresistível que explode em um refrão blueseiro de primeira estirpe.

Uma característica importante do álbum, os vocais femininos, herdados do funk dos anos 70, aparecem da primeira à última faixa, adicionando leveza a “El Camino” e um certo glamour vintage que, bem utilizado, sempre joga a favor das músicas. “Sister”, por exemplo, começa com uma batida firme que conduz a música até o refrão, onde os vocais femininos entram e varrem toda a crueza da faixa, pondo charme na história da sister abandonada por todos ao seu redor. Deixa imaginando como seria uma versão na voz de Amy Winehouse…

“Little Black Submarines” começa acústica e vira uma pedrada com um solo furioso que fará corar quem achava que não havia mais espaço para isso em pop-rock. “Gold On The Ceiling”, com suas palmas, sua letra autopiedosa e sua vibe country-glam, ressuscita Marc Bolan para as novas gerações, enquanto a ótima “Nova Baby” centraliza outro dos ingredientes secretos do álbum: os teclados (curiosamente, para um grupo de fãs antigos da banda, um dos maiores pontos negativos do álbum). Quando chega “Mind Eraser” e Dan canta “don’t let it be over”, você realmente espera que El Camino não termine ali e continue por muito, muito tempo…

Após uma década que viu sites e revistas influentes se ajoelharem perante ondas como a new rave, a chillwave, a electroclash e tantas outras, e em que qualquer fulano capaz de tocar alguns acordes e colá-los no GarageBand com bases baixadas da internet foi taxado como salvador da música, é verdade sim que, como em 1991 e em 2001, nós precisávamos ser salvos. Precisávamos de um recomeço. A van que estampa a capa do disco levou Dan e Pat por intermináveis turnês ao longo dos EUA, entre invernos gelados e verões infernais, ao longo de mais de 300 shows e com jornadas em que cada um passava até doze horas dirigindo. Tudo para desembocar aqui, agora. El Camino? Sim, o da nossa salvação.

23 dez 2011

Melhores de 2011 – Top 10 Clipes

Por  @11:16

Ao ver a imagem acima, você pode estar pensando “quanto descaso com um momento tão importante do ano!”, ou “nem pra pagarem um designer”, ou até mesmo “ai, esses hipsters achando que menos é mais”. O lance é que quisemos, de alguma forma, passar que a n-o-s-s-a lista de Melhores de 2011 não tem, nem de longe, a pretensão de ser uma opinião definitiva do que houve de mais fino e com maior qualidade na música em 2011. É simplesmente a – novamente – nossa opinião do que mais passou pelos nossos ouvidos nesse prolífico ano.

Vários colaboradores do blog deram seus pitacos e, no final, tudo foi unificado em um pacotinho que reflete bem o gosto dos que aqui escrevem. Para os “Como assim não teve James Blake? Cês tão loucos?”, “Não respeito lista que não tenha Destroyer e The Weeknd” e afins, um conselho: monte sua lista nos comentários e compare, debata, dê suas dicas. Listas são brincadeiras pra serem discutidas entre amigos. Não leve elas a sério demais.

Três adendos: 1) a lista individual de cada votante será liberada perto do fim da semana. 2) não houve divisão entre categorias nacionais e internacionais. 3) é dezembro e ninguém quer/merece ler novamente resenhas sobre o que rolou por aí durante o ano. Então, os comentários sobre cada item serão na base do tweet: nada passou dos 140 toques.

10 – Noel Gallagher’s High Flying Birds – The Death Of You And Me

Em sua incursão solo, Noel caprichou também nos vídeos, e esse foi só o primeiro de uma trilogia cheia de bizarrices e belos momentos.

9 – Duck Sauce – Big Bad Wolf

O clipe mais cara-de-pau do ano. Sem mais.

8 – Is Tropical – The Greeks

Quem não queria ter uma infância assim?

7 – Kasabian – Re-Wired

Kasabian roubando carros e ensinando como não se comportar no trânsito, em um clipe com final tarantinesco.

6 – The Black Keys – Lonely Boy

Se é clipe oficial ou não, não importa. O importante é tentar decorar a coreografia com toda sua malemolência.

5 – Radiohead – Lotus Flower

A recepção do The King Of Limbs seria muito mais fria sem a coreografia doentia do Thom Yorke.

4 – Justice – Civilization

Assim como a música, o clipe demora a engrenar, mas vale esperar o estouro de bisões. Até o Cristo carioca marcou presença.

3 – Foo Fighters – White Limo

Trash até o osso, não tinha como um vídeo com o Lemmy dirigindo uma limousine branca dar errado.

2 – Garotas Suecas – Banho de Bucha

Ficou com a medalha de prata, mas a dancinha do Jacaré foi a melhor do ano!

1 – Foo Fighters – Walk

A fúria de Dave Grohl não se resume a guitarra e vocal.

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Veja também:

Melhores de 2011 – Top 10 Shows

Melhores de 2011 – Top 10 Músicas

Melhores de 2011 – Top 10 Discos

Melhores de 2011 – Votação individual

22 dez 2011

Melhores de 2011 – Top 10 Discos

Por  @16:18

Ao ver a imagem acima, você pode estar pensando “quanto descaso com um momento tão importante do ano!”, ou “nem pra pagarem um designer”, ou até mesmo “ai, esses hipsters achando que menos é mais”. O lance é que quisemos, de alguma forma, passar que a n-o-s-s-a lista de Melhores de 2011 não tem, nem de longe, a pretensão de ser uma opinião definitiva do que houve de mais fino e com maior qualidade na música em 2011. É simplesmente a – novamente – nossa opinião do que mais passou pelos nossos ouvidos nesse prolífico ano.

Vários colaboradores do blog deram seus pitacos e, no final, tudo foi unificado em um pacotinho que reflete bem o gosto dos que aqui escrevem. Para os “Como assim não teve James Blake? Cês tão loucos?”, “Não respeito lista que não tenha Destroyer e The Weeknd” e afins, um conselho: monte sua lista nos comentários e compare, debata, dê suas dicas. Listas são brincadeiras pra serem discutidas entre amigos. Não leve elas a sério demais.

Três adendos: 1) a lista individual de cada votante será liberada perto do fim da semana. 2) não houve divisão entre categorias nacionais e internacionais. 3) é dezembro e ninguém quer/merece ler novamente resenhas sobre o que rolou por aí durante o ano. Então, os comentários sobre cada item serão na base do tweet: nada passou dos 140 toques.

10 – TV On The Radio – Nine Types Of Light


O baixista Gerard Smith se foi, mas deixou sua colaboração em um dos melhores discos do ano.

9 – Metronomy – The English Riviera


Só com “The Bay” e “She Wants”, o Metronomy já ganharia destaque – mas resolveu implacar outros 9 hits em um dos CDs mais agradáveis do ano.

8 – PJ Harvey – Let England Shake


Os dotes políticos, musicais e historiadores da cantora culminaram em seu álbum mais maduro. Definitivamente, a PJ de 93 ficou para trás.

7 – Bon Iver – Bon Iver


A voz cortante de Justin Vernom, juntamente ao minimalismo instrumental, fez do disco presença constante nos dias chuvosos do ano.

6 – The Vaccines – What Did You Expect From The Vaccines?


Cancelaram o show no Brasil, mas ainda gostamos de vocês. Por enquanto.

5 – Arctic Monkeys – Suck It And See


Disco de digestão mais difícil até agora dos Monkeys, Suck it and See vislumbra uma banda madura, com Alex Turner mais enigmático que nunca.

4 – Noel Gallagher’s High Flying Birds – Noel Gallagher’s High Flying Birds


Era meio óbvio que o Noel Gallagher ia caprichar mais que o Liam, né?

3 – Foster The People – Torches


Uma das estreias mais elogiadas com o hit da temporada. Se você não dançou Foster The People em 2011, é melhor adentrar 2012 com mais humor.

2 – The Black Keys – El Camino

Haja fôlego para entrar na lista de melhores do ano duas vezes seguidas. 2012 tem tudo pra ser deles.

1 – Foo Fighters – Wasting Light

Teve pra mais alguém? Um disco de rock pesado e pop como há muito não se via. Impossível ter passado incólume à barulheira de Dave Grohl.

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Veja também:

Melhores de 2011 – Top 10 Shows

Melhores de 2011 – Top 10 Músicas

Melhores de 2011 – Top 10 Clipes

Melhores de 2011 – Votação individual