Arquivo para 'The Go! Team'

Feb 23 2010

Mix That Jukebox #10

Na comemoração de sua décima (!) edição, a Mix That Jukebox traz uma referência cinematográfica especial em sua capa. A imagem ao lado é um frame de um filme lançado no ano passado e que fez com que muitos de vocês, assim como eu, suspirassem diversas vezes. Uma ótima trilha sonora, um roteiro bem legal, uma atriz muito bonita e um protagonista com cara de babaca: O filme tinha tudo para chegar ao Oscar 2010, mas, de acordo com muita gente, acabou perdendo seu posto para An Education, que conta com uma fórmula semelhante. Ganha um doce quem adivinhar sobre qual filme estou falando.

Ah, o mediafire tava de frescura e acabei fazendo upload no Megaupload, que as vezes diz que “o arquivo está temporariamente indisponível”. Se isso acontecer com você, atualize a página :)

Passado o suspense, a nossa mixtape de número DEZ traz…

Lado A (download): Lançamentos recentes que merecem destaque (com direito a uma faixa extra):

1. Nevilton – Pressuposto

“Pressuposto” é uma das faixas do EP de mesmo nome lançado por Nevilton há pouco, o primeiro da carreira do músico. Foi liberado download gratuito aqui.

2. Rogue Wave – Solitary Gun

Salvas exceções, o Rogue Wave sempre foi uma banda mediana. Até agora. Em Permalight, seu novo disco, o grupo californiano soa um pouco menos óbvio e flerta ainda mais com o som do Death Cab For Cutie. Uma delícia.

3. Kate Nash – I Just Love You More

Kate Nash abalou o mundo com a divulgação de “I Just Love You More”, em que a garota soa como uma aprendiz de Kim Gordon. Outras seis faixas do segundo disco de Kate já podem ser ouvidas.

4. 80kidz & Lovefoxxx – Spoiledboy

Enquanto o CSS parece não vislumbrar o lançamento de um terceiro disco, Lovefoxxx está on fire. A mais nova colaboração da cantora foi numa baladinha que se divide entre o pop e uma pegada mais dirty, “Spoiledboy”.

5. I’m From Barcelona – Tour de France

Mania de grandeza é praticamente o codinome do I’m From Barcelona. Em janeiro, o grupo lançou um álbum 27 músicas, cada uma criada por um integrante diferente (sim, são 27 pessoas na banda!), e uma delas foi esse remake de “Tour de France”, do Kraftwerk.

6. Hot Club de Paris – They Shoot Horses, Don’t They?

Foi deixando um pouco de lado o punk à lá Los Campesinos! que o Hot Club de Paris conseguiu produzir uma de suas melhores composições: “They Shoot Horses, Don’t They?”. Dá pra sentir o country no ar, praticamente.

7. Gigi & Owen Pallett – I’ll Quit

“I’ll Quit” é, provavelmente, a música mais lenta que já botei em uma mixtape. Também pudera: Se Maintentant, primeiro filho do projeto Gigi, já carrega uma beleza ímpar na combinação de simples arranjos de cordas com simpáticas notas de piano, tudo fica mais bonito quando Owen Pallett aparece.

8. Broken Social Scene – World Sick

É o magnífico Broken Social Scene sendo o magnífico Broken Social Scene. E ponto final.

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Lado B (download): Feel Good Songs, título inspirado em uma antiga mixtape do amigo André Garcia, do Dark Disko Republik – a faixa de número seis, diga-se de passagem, saiu da coletânea do rapaz. Em suma, trata-se de uma compilação de sete músicas que vão te botar pra cima no final de semana e cantar junto, independente se elas foram feitas com violão & voz, sintetizadores ou guitarras agitadas.

1. Los Campesinos! – Broken Heartbeats Sound Like Breakbeats

Álbum: Hold On Now, Youngster… (2008)

2. Noah and the Whale – 5 Years Time

Peaceful, The World Lays Me Down (2008)

3. Architecture In Helsinki – It’s 5

In Case We Die (2005)

4. She & Him – Why Do You Let Me Stay Here?

Volume One (2008)

5. Coldplay (com Will Champion, baterista, nos vocais) – Death Will Never Conquer

LeftRightLeftRightLeft (2009)

6. Tilly and the Wall – Beat Control

Beat Control (2008)

7. The Go! Team – Doing It Right

Proof of Youth (2007)

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Aug 29 2008

Do The Dance! – Vol. 3

Olá amigos! Mais uma vez aqui estou eu para falar de alegria no seu dia-a-dia, e para dizer que sou péssimo em rimas. Esta semana estive com mais sono do que o normal, e a maior parte do tempo em que eu poderia estar ouvindo música e viajando nas imaginações de festas, pessoas coloridas e professores drag queens, eu estava dormindo. Não me lembro uma semana que eu dormi tanto em locais não convencionais. Mas isto não vem ao caso, afinal a coluna é sobre música e não sobre sono. Então vamos falar de música, mas antes uma pequena história.

Meu trajeto rotineiro, tanto de ida quanto de volta requer uma boa distância de caminhada. E eu, desde que me entendo por gente sem tempo, procuro andar o mais rápido possível. O motivo é que acredito que andando rápido ou devagar eu vou percorrer a mesma distância, porém se eu aumentar a velocidade chego mais rápido ao meu destino, perdendo menos tempo. Time is money, ooh yeeah! Claro que isto não se aplica a todas as situações, mas na maioria das vezes sim.

Então eu comecei a utilizar um método que torna a caminhada menos monótona, e minha velocidade se mantém quase sempre rápida. Enquanto ouço uma música, eu caminho no ritmo dela. Ok, riam de mim. Mas eu fiquei sabendo esses dias que eu não sou o único louco que faz isso, algumas pessoas também têm esse hábito. Até que é divertido, você fica prestando atenção na música e nem percebe que tá andando. Claro que numa cidade como São Paulo há o grande risco de estar todo feliz ouvindo música e te assaltarem, então saiba onde andar. Mas é legal, prestando atenção na música a mente começa a viajar, a imaginação se solta. Eu costumo me imaginar em clipes no estilo D.A.N.C.E., caminhando e sendo filmado. Temo que vocês fiquem com medo de mim após lerem estas colunas. Então vamos partir para as recomendações.

The Go! Team – Doing It Right

A banda mais feliz do mundo não poderia estar de fora da listinha Do The Dance!, e eu recomendo a música que marcou o grande show que eles fizeram por aqui. O público inteiro, junto com Ninja e o resto da banda entoando “Do it! Do it! Alright!”, foi uma coisa linda de se ouvir e sentir. Quem estava lá, alegre-se com a lembrança. Quem não estava, ponha a imaginação pra funcionar e crie seu próprio show do Go! Team. É o jeito…

Cof Cof – Caribbean Boy

Maracas, camisas floridas e muita tequila. O clima desta música do Cof Cof, duo de Valencia que deve ser observado, é totalmente caribenho. Perfeito para fugir um pouco do rush da cidade grande. Deixe a mente relaxar, e viaje para as praias das Bahamas ou de Aruba, só curtindo a música destes alegres espanhóis.

Black Kids – I’m Not Gonna Teach Your Boyfriend How To Dance With You (The Twelves Remix)

O tamanho do nome desta música é proporcional à sua capacidade de melhorar o humor. Mas o que realmente pesa nesta questão são as três últimas palavras. Os prodígios da música eletrônica nacional, The Twelves, deixaram perfeita uma música que já era muito boa. Uma grande motivo para as pessoas que não gostam de remixes reverem seus conceitos.

Por hoje fico por aqui, semana que vem volto com mais novidades. Abraços e felicitações a todos.

Autor: Marçal Righi

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Jun 30 2008

Shows internacionais do Motomix

Rolou neste sábado, dia 28/06 o MOTOMIX: THE ROKR FESTIVAL no Parque do Ibirapuera, São Paulo, e contou, como todos já sabem, com 3 atrações nacionais e outras 3 internacionais. Dois correspondentes do Move foram até o local conferir os shows, mas infelizmente nenhum conseguiu chegar em tempo de ver os ‘Novos Sons’. Aqui vão as nossas impressões:

Em um Ibirapuera comumente cheio nos fins de semana, porém longe do lotadérrimo (achei uma vaga fácil no estacionamento), cheguei ao recinto do MOTOMIX ao som de Does It Offed You, Yeah?. Obra dos DJs que tocaram nos intervalos, ótimas músicas que foram de Rapture a Interpol, além de M.I.A., Beastie Boys e Cut Copy. O lugar ainda estava razoavelmente vazio, peguei meu lugar na grade e não larguei mais. Após a montagem de toda a parafernalha, eis que entra o ex-VJ da MTV Edgar (nessa hora, a minha irmã quase surtou) usando uma camisa do Flaming Lips e anunciou a primeira atração internacional das três daquela noite: Fujiya & Miyagi.

- Fujiya & Miyagi

Vou confessar, resolvi conhecer o Fujiya dias antes do show. E sinceramente não me surpreendi muito com o Transparent Things. Mas o show dos caras provou que eu estava errado. Eles foram ótimos! Mesmo não conhecendo direito a banda nem as letras, me animei bastante. Eles começaram com a infalível Ankle Injuries, cujo clipe (aquele dos dados) foi mostrado o tempo todo durante o show e a repetição de ‘Fujiya, Miyagi, Fugiya, Miyagi…’ fez todo mundo cantar junto sem nem perceber. Após a segunda metade do show, as batidas eletrônicas foram substituídas por uma bateria acústica de verdade, o que deu um up na platéia. Aliás, a única coisa que não gostei neste show foi a platéia. Parece que a pseudo-síndrome de underground imperou no momento. O F&M conseguiu ser ovacionado por uma minoria e se contentaram com isso, mas a maioria das pessoas parecia estar de saco cheio. Até ai ok, mas não foi legal quando faltaram com respeito ao caras. Gritos de “Pula essa parte, vai!” e “Toca Edson e Hudson!” provocaram revolta nas pessoas que estavam apenas querendo se divertir. Enfim, o show foi ótimo. E eu até consegui ver a Ninja nos bastidores se alongando. Eu sabia que algo ótimo estava para vir.

- The Go! Team

Podem até me chamar de suspeito para falar do show. Confesso, sou meio tiete de The Go! Team, mas não tinha como não ter gostado deste show. Mesmo o som tendo falhado em algumas partes, isso foi o de menos. Durante a montagem dos instrumentos já deu um gostinho de ‘começa logo’, as características 2 baterias com Go escrito no bumbo de uma e Team na outra. Entra de novo o Edgar, desta vez fala um pouco da história da banda e como ela mistura hip-hop e indie rock (nesta parte ele foi um pouco vaiado, parece que as pessoas têm aversão à palavra indie rock falada em público). Entram todos e por último, Ninja. Nossa. Ninja.

Ninja negona black power who’s your daddy da quebrada pegaeu! Que energia! A primeira música já é de cara um hit do primeiro disco, a The Power Is On (essa é a que tem o sample de base mais legal, na minha opinião). Quando terminam, Ninja avisa avisa ao público que eles tocarão algumas músicas do Proof Of Youth e outras do Thunder Lightning Strike. Daí partem pra The Wrath Of Marcie, uma das minhas preferidas do disco novo. Neste momento alguns desanimados já começavam a dançar, outros fumavam um baseado ali no canto (outro ponto negativo do dia), mas a maioria olhava extasiada a energia de Ninja, pulando e cantando sem parar um segundo sequer. Quem também pulou bastante foi a guitarrista Kaori, com pulinhos bem…ahm, japoneses. Foi Kaori que acompanhou a também japonesa Chi em Fake ID (nesta Ninja assumiu as baquetas) e A Version Of Myself, esta última a mais baladinha de todas, b-side do Proof Of Youth.

 

Chega um tiozão loiro de camisa verde e bigodinho, o roadie da banda (seria pai do Ian Parton?), com um banjo na mão. Era Everyone’s a V.I.P. to Someone. Música linda, porém sem vocais. Em Flashlight Fight, o empolgado Ian Parton toca guitarra e gaita (quase perde o fôlego e derruba o suporte do microfone). Na música seguinte e provalvelmente a mais conhecida da banda, Ladyflash (sim, aquela do Simian Mobile Disco), Ninja disse que aquela era a hora de mostrar como éramos animados. Eu fiz o meu melhor, mas não funcionou muito com a maioria apática da platéia.

Ladies! Are you ready to shake some booty? Fellas! Are you ready to see some booties shakin’? This is Huddle Formation! A melhor música da noite. Não se todos sabem, mas nos shows, a Ninja muda (bastante) as letras. Portanto, o que era Standing on the board virou Bangin’ on the door. Já quase no fim, Ninja ensinou uma frase à platéia: DO IT, DO IT ALRIGHT! E assim foi, Doing It Right foi a penúltima tocada por eles e o público já estava muito cansado de tanto pular. Foi na última música que percebi que o público, uma vez apático, estava ganho. Quando anunciaram Keys To The City como a última música, a maioria ao meu redor gritou ‘aaahhh’, enquanto uma minoria de Metric fans gritavam ‘yes!’. O meu sonho de ver o The Go! Team ao vivo se realizou, em grande estilo, e com direito à pseudo-moonwalking de Ninja, a mesma pulando corda com o cabo do microfone, xilofones, flauta doce, banjos, gritinhos japoneses, um megafone de brinquedo, os guitarristas, bateiristas e o baixista enlouquecidos. Foi foda demais, e por esses motivos foi, de longe, o melhor show da minha vida.

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=33wuJjvDo9g&hl=en]

- Metric:

Edgar entrou novamente, e após apresentar os DJs que estavam animando o povo nos intervalos entre os shows (o ótimo duo Killer On The Dancefloor), deu algumas informações desnecessárias e chamou a banda que veio para cá com o status de atração principal, Metric.

A banda entrou, Emily Haines linda, fazendo homens e mulheres babarem. Junto com ela, os grandões James Shaw, Josh Winstead e Joules Scott-Key, fazendo mulheres babarem. A partir daí o que se viu foi um show muito bom, mas pouco correspondido pela platéia. Dead Disco foi a primeira, e já mostrou o que estava por vir. Emily tomou conta dos teclados e sintetizadores, e pulando, cantando e falando com a platéia, chamou para si a responsabilidade de tornar aquele um grande show. E conseguiu.

O problema é que grande parte do público presente, ao invés de pular e cantar com a vocalista, simplesmente olhava para o palco, ou conversava, como se nada estivesse acontecendo lá na frente. Talvez a culpa disso tenha sido do ingresso grátis. Como ninguém tinha que pagar pra entrar, um monte de gente que nem sabia que bandas iam tocar, foi ao Ibirapuera. Um festival pago só atrai quem vai para realmente curtir as bandas, e o público conseqüentemente fica mais receptivo. A falta daquela massa cantando irritou até Emily Haines, que em certo momento disse: “Vamos cantar mais e bater menos palmas”. Mas não posso reclamar. Foi lindo ver Metric, The Go! Team e Fujiya & Miyagi sem pagar nada.

O show seguiu muito bem, com seus pontos mais altos em Poster Of A Girl, Combat Baby e Monster Hospital. Após esta última, a banda fez o tradicional sai-do-palco-e-volta, com direito a outra alfinetada de Emily: “Parece que vocês nem se importariam se a gente não voltasse”. A banda encerrou sua apresentação com uma versão acústica de ‘Live It Out’, com James e Emily no centro do palco, e os outros dois fazendo uma de backing vocal. Após os aplausos, a vocalista chamou Joules, o baterista, e pediu uma salva de palmas a ele, que fazia aniversário no dia. As palmas vieram, e eu, na empolgação, tentei puxar um ‘Happy birthday to you…’, sem sucesso. Emily ainda desceu do palco e distribuiu abraços ao longo da grade. O grande número de pessoas que rumava ao seu encontro e o modo como elas iam era algo como a Sheila Carvalho nua na frente de um pedreiro. Bom final para um bom show.

O Motomix saiu do jeito que a produção esperava, tudo na hora certa, a liberdade de ir como quiser e levar o que quiser foi respeitada, puderam ser vistos vários skatistas, patinadores, pais com filhos, pessoas com cachorros (quase pisei em alguns), enfim, diversas pessoas de estilos e idades diferentes curtindo os shows, os amigos, o que quisesse fazer. O Motomix conseguiu mostrar que dá pra fazer um ótimo festival sem precisar cobrar preços abusivos e desrespeitar o público (sabem do que eu falo).

Autores: Cédric Fanti e Marçal Righi

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Jun 08 2008

Resumo da Semana

Por Gabriel

Björk e Sigur Rós

Björk e Sigur Rós (que em breve vem aí com disco novo), andam planejando um show gratuito lá na terra deles, dia 28 de junho. O motivo parece simples, aumentar a conscientização das pessoas da Islândia quanto à poluição. O local exato do show ainda não foi divulgado, mas sabe-se que será em Reykjavik, capital do país.

Algumas palavras foram dadas no site oficial da cantora, que chegam a citar sua turnê na América do Sul.

“Eu gastei por exemplo dois meses na América do Sul, e lá você vê os pobres fazendo reciclagem. Nós não podemos estar 30 anos atrás, nós precisamos trabalhos juntos nisso e de preferência devemos liderar o processo.”

De certa forma arrogante da parte dela.

The Go! Team

Os ingleses, que virão ao Brasil em breve e você confere a entrevista com eles aqui, gravaram uma nova versão de ‘Milk Crisis’, cantada em japonês e inglês por Kaori. Dia 21 de julho a faixa poderá ser conferida no site oficial do grupo, além de alguns vídeos e remixes raros. Em setembro começam a gravar seu terceiro disco.

Foo Fighters & Led Zeppelin

Mais uma dupla de peso para o resumo da semana. O histórico show do Foo Fighters no estádio Wembley, realmente foi histórico. Na segunda noite de show, Jimmy Page e John Paul Jones se juntaram a Dave Grohl e sua turma, apresentando clássicos como ‘Rock’n'Roll’ e ‘Ramble On’.

“Welcome to the greatest fucking day of my life!” – palavras de Dave Grohl, antes de ‘Best of You’, última música.

Confira o setlist abaixo:

‘The Pretender’
‘Times Like These’
‘No Way Back’
‘Cheer Up Boys, Your Make-Up Is Running’
‘Learn To Fly’
‘This Is A Call’
‘Long Road To Ruin’
‘Breakout’
‘Stacked Actors’
‘Skin And Bones’
‘Big Me’
‘Marigold’
‘My Hero’
‘Cold Day In The Sun’
‘Let It Die’
‘Everlong’
‘Monkey Wrench’
‘All My Life’
‘Rock’n'Roll’
‘Ramble On’
‘Best Of You’

Paul McCartney

Ele, que dispensa apresentações, em breve fará uma grande pausa nas longas turnês mundiais. Mas calma, apesar de não haver apresentações marcadas para o Brasil, o músico ainda fará uma turnê mundial, como divulgado aqui no blog mesmo.

O motivo é bem nobre, ele pretende aproveitar melhor sua família e a infância de Beatrice, sua filha mais nova.

Klaxons

Existem rumores em realação a uma gravação de uma faixa da banda com Natalie Imbruglia, reforçadas pelo Daily Mirror. Nada confirmado, mas sabe-se que o grupo anda trabalhando no sucessor de ‘Myths Of The Near Future’.

Joss Stone

A cantora confirmou mais um show aqui no Brasil, em São Paulo, agora na Bourbon Street, este mais intimista, dia 14, às 23h.

Além deste, Joss Stone se apresentará dia 13 de junho no Rio de Janeiro, no Vivo Rio, no Via Funchal em São Paulo, dia 16…no Teatro Positivo, em Curitiba, dia 18…e por fim, no Pepsi On Stage, dia 19, em Porto Alegre.

Os ingressos variam de 100 a 2.000 reais.

Autor: Gabriel Zorzo

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Jun 08 2008

Entrevista: The Go! Team

[You can also read this article in English]

Imagine uma banda com a seguinte mistura: uma vocalista negra que despeja versos rápidos quase como em uma competição de hip-hop, 2 bateristas, 2 integrantes orientais, samples, mash-ups, mais samples e apresentações ao vivo de tirar o fôlego. Parece um caos musical e multi-étnico? Não, não. Por incrível que pareça, esta mistura dá certíssimo bem, obrigado e se chama The Go! Team. E eles vêm de Brighton, Reino Unido.

Formada em 2000, inicialmente era apenas um projeto musical do documentarista Ian Parton, que por ter uma forte ligação com o cinema, tirou suas influências de lá. Após gravar algumas músicas na cozinha da casa de seus pais (!), Parton resolveu recrutar uma banda de apoio e gravou o debut Thunder, Lightning, Strike, que foi bem recebido pela crítica mundial e chegou até a receber uma indicação no prêmio Mercury de 2005, aquele que o Klaxons e o Arctic Monkeys já ganharam. Logo, a banda estava em turnê, já com a vocalista atual, Ninja, e fazendo muito sucesso por onde passava.

Ano passado, o The Go! Team lançou o segundo disco da carreira, Proof Of Youth, e não decepcionou com um trabalho novo e fresco. A banda está marcada para fazer um show na terrinha ainda este mês, no Motomix e o que é melhor, de graça! Para ter uma pequena noção de como será a apresentação, acesse o canal de vídeos do site oficial, lá você encontra um documentário da banda, com vários trechos de shows e entrevistas.

O fundador e idealizador do grupo, Ian Parton, nos cedeu uma entrevista revelando um pouco da história da banda e das expectativas para o show no Brasil. Confira:

Move That Jukebox!: Antes de mais nada, quais são as expectativas de tocar no Brasil? O que esperam de um público tão desconhecido?

Ian Parton: Vamos apenas fazer o que fazemos sempre e esperar que a as pessoas gostem — acho que somos um pouco obscuros no Brasil ainda. Eu imagino que apareçam alguns modistas no show, mas todo mundo vai estar no escuro. Nós sempre subimos ao palco imaginando como se fosse o último show de nossas vidas, e de algum modo, transmitimos isso para o público.

MTJ!: Uma banda com 2 bateristas é bem incomum e, sem dúvida, um grande chamariz para curiosos. Como funciona o trabalho de composição e harmonia do instrumento?

Parton: Três integrantes da banda sabem tocar bateria, então fez sentido dobrar a quantidade do instrumento — visual e sonoramente, isso é muito bom, mas a razão principal disso é por chamar a atenção, nós gostamos de nos mostrar.

Da esquerda para a direita: Ian Parton, Sam Dook, Ninja, Jamie Bell, Chi Fukami Taylor e Kaori Tsuchida

MTJ!: O primeiro disco, Thunder, Lightning, Strike, foi mesmo gravado na cozinha da sua casa? Como foi feita a coleta dos samples, que são bem evidentes neste trabalho?

Parton: Eu fiz o ‘Thunder…’ enquanto eu ainda trabalhava [Ian fazia documentários]. Eu tirei umas férias, enchi meu carro com todos os meus apetrechos e fui para a casa dos meus pais, no País de Gales. Não teve pressão nenhuma, eu estava apenas tentando fazer música e queria que mais alguém fizesse também. Isso foi — e continua sendo — todas as minhas coisas favoritas combinadas. Estou sempre à procura de samples para usar. Minhs principais fontes são trilhas sonoras, filmes de Bollywood, documentários de Double Dutch [Double Dutch é aquele esporte de pular cordas fazendo acrobacias], em qualquer lugar, na realidade.

MTJ!: Como foi fazer turnê com o Franz Ferdinand?

Parton: Esse tour com o Franz Ferdinand não passa de um rumor, não sei de onde tiraram. O primeiro show da nossa banda foi em um festival que o Franz ia tocar também. Já tocamos como banda de apoio para nomes incríveis como The Flaming Lips e Sonic Youth, minha banda preferida, algumas vezes. Também já tocamos com o The Gossip, então posso considerar que somos bem sortudos.

MTJ!: Como um grande fã da banda, eu não consigo imaginar as performances ao vivo sem a energia que a Ninja (vocalista) traz (sem querer desmerecer os outros integrantes, eu gosto de todos). Como você a conheceu?

Parton: Eu a encontrei em um fórum na internet — sabia que a vocalista ia ser a mais difícil de ser encontrada —, mas eu não queria uma indiezinha qualquer. Começei a ir em baladas de hip hop, mas todas as garotas eram “Beyoncé demais”. Então um dia eu postei em um fórum dizendo “Procuro rapper feminina old skool” e ela respondeu “Rapper feminina old skool…encontrada”.

MTJ!: Ao gravar o ‘Proof of Youth’, vocês se preocuparam muito em superar o primeiro disco, já que ele foi muito bem recebido pela crítica mundial?

Parton: Não exatamente. Eu estou sempre pensando em melodias, se me agradam ou não. Tento nunca pensar no que os críticos vão dizer, ou até o que nossos fãs acham, mas eu acho que o ‘Proof of Youth’ foi uma continuação natural do ‘Thunder..’, com um pouco mais de música negra na mixagem, como hip hop das antigas e funk com sons tradicionalmente ‘brancos’, como guitarras barulhentas e baterias meio zuadas.

MTJ!: A brasileira Marina Vello, ex-Bonde do Rolê fez uma participação em umas das faixas do disco novo. Vocês mantêm contato com mais bandas brasileiras?

Parton: Nós faremos em breve uma pequena turnê pelos EUA com o CSS, com a qual eu estou muito animado. Eu me identifico mais com eles e com o Bonde do que com todas essas outras bandinhas indies de merda da NME.

MTJ!: Vocês pretendem começar a trabalhar em material novo após o fim da turnê do disco novo?

Parton: Eu estou sempre pensando nisso, nunca desligo. Estou sempre gravando melodias no meu celular e caçando samples à toda hora, portanto é uma coisa contínua. Há sempre tentativas e erros ao escrever uma música do The Go! Team: é como um quebra-cabeça. Você tenta várias vezes até dar certo.

Site Oficial | MySpace

Autor: Cédric Fanti

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Jun 06 2008

“Imagino que apareçam alguns modistas no show”

Por Neto

Falando ao Move That Jukebox, os ingleses do The Go! Team relevaram suas expectativas de tocar no Brasil e muitas coisas mais. Pra quem não sabe, Ninja, Ian, Jamie e os demais membros do grupo se apresentam na cidade de São Paulo no dia 28 desse mês, quando tocam no ‘Motomix: The Rokr Festival 2008′, ao lado de Metric e Fujiya & Miyagi.

“Acho que somos um pouco obscuros no Brasil, ainda” – disseram eles, que continuaram, garantindo que darão o melhor de si na apresentação – “nós sempre subimos ao palco como se fosse o último show de nossas vidas”.

Na mesma entrevista, realizada por Cédric Fanti, os britânicos também falaram um pouco sobre seu próximo material.

A entrevista com o Go! Team vai ao ar, na íntegra, nesse domingo (8). Aguarde.

Autor: Alex Correa

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May 11 2008

The Go! Team é confirmado no Motomix deste ano

Não, desta vez não foi o Lúcio Ribeiro que disse, e sim a própria organização do evento. Escalados para substituir o Chromeo, que deu pra trás por motivos pessoais, o sexteto britânico promete um show bastante enérgico, como sempre. Formado em Brighton, o grupo se destaca pelo fato de ter duas baterias tocando no estúdio e na apresentações ao vivo (!), e é caracaterizada como uma mistura de rock com hip-hop com power pop e alguma coisa de funk dos anos 70. Adicione à tudo isso refrões chicletes gritados a là líderes de torcida.

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=aWvgPzfReMY&hl=en]

The Wrath of Marcie

Além do The Go! Team, como já foi falado anteriormente, o festival contará com trio Fujiya & Miyagi.

Vai nos shows? Inscreva-se na comunidade do evento no Last.Fm e converse com gente quem também vai.

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