20 mar 2012

Cultura Inglesa Festival traz The Horrors e We Have Band ao Brasil

Por  @18:53

Ano passado o Cultura Inglesa Festival trouxe bandas como Blood Red Shoes, Gang of Four e Miles Kane para shows gratuitos no Parque da Independência. A programação desse ano começou a tomar forma, com a confirmação das primeiras bandas.

No dia 27/05, The Horrors, We Have Band e outra atração britânica a ser divulgada tocarão em São Paulo. A Banda Uó também marca presença com um inusitado show dedicado aos Smiths e o Garotas Suecas vai tocar músicas do repertório dos Rolling Stones.

Além da capital, as bandas passarão por Campinas, São José dos Campos, Santos e Sorocaba. Confira a programação:

Domingo, 27 de maio
The Horrors, We Have Band, Banda Uó e Garotas Suecas + atração britânica a ser divulgada em São Paulo

Sábado, 02 de junho 
We Have Band e Banda Uó em Campinas 
The Horrors e Garotas Suecas em São José dos Campos

Domingo, 03 de junho
We Have Band e Banda Uó em Santos
The Horrors e Garotas Suecas em Sorocaba

O festival também terá teatro, dança, cinema e muitas outras atrações. A programação completa pode ser vista no site deles.

12 ago 2011

Panorama dos remixes da semana

Por  @20:17

Depois de um tempo fora de circulação, a coluna semana que faz um resumão de alguns dos melhores remixes e mixtapes que pintaram na semana está de volta. Alguns sets não são necessariamente novos, mas merecem destaque por aqui. O “Panorama dos remixes da semana” retorna um pouco mais compacto, visando facilitar a comunicação e agilizar os streamings. Então, vamos aos plays.

28 jun 2011

Clipe: Cat’s Eyes – The Crying Game

Por  @21:02

Faris Badwan e Rachel Zeffira são responsáveis por um dos discos mais bacanas do ano até agora. Falo do álbum de esteia do Cat’s Eyes, lançado em abril, pela Rough Trade.

Alternando entre diferentes sonoridades (nitidamente percebe-se a influência da multi-instrumentista Rachel Zeffira nos momentos mais suaves, e a mão de Faris Badwan nos momentos mais góticos), é um disco que demonstra a versatilidade do vocalista do The Horrors, ao lidar com camadas de som diferentes do habitual.

17 jan 2011

A gente não postou, mas você precisa saber

Por  @13:35

Amanda Palmer e a luta por pêlos pubianos em “Map of Tasmania”Teco Apple, 14 de janeiro

[Watch] James Blake – “The Wilhelm Scream” (Live at Maida Vale)Some Kind of Awesome, 14 de janeiro

[Watch] PJ Harvey – “The Words That Maketh Murder” (Video)Some Kind of Awesome, 14 de janeiro

Glasvegas announce new album release date and tracklistingNME, 14 de janeiro

Fleet Foxes’ new album has been completed and masteredOne Thirty BPM, 14 de janeiro

The Sounds sign with SideOneDummy, announce new albumConsequence Of Sound, 13 de janeiro

Aguenta esperar? The XX no Rock in Rio 2011 - Popload, 13 de janeiro

Como o Arctic Monkeys salvou o rockScream & Yell, 12 de janeiro

The Horrors: ‘Portishead’s Geoff Barrow told us to produce our own album’NME, 12 de janeiro

Coldplay: ‘We’re still trying to deliver our album masterpiece’NME, 12 de janeiro

Okkervil River new album gets title, release dateOne Thirty BPM, 11 de janeiro

White Lies: Nine Inch Nails Influenced Our New AlbumGigwise, 11 de janeiro

Supergrass Singer Gaz Coombes Reveals All About Debut Solo AlbumSpinner, 10 de janeiro

[Listen] Cold War Kids – “Bulldozer”Some Kind Of Awesome, 10 de janeiro

Hear three new tracks from PJ Harvey’s Let England ShakeConsequence Of Sound, 10 de janeiro

21 dez 2009

A gente não postou, mas você precisa saber

Por  @1:14

Led Zeppelin’s Jimmy Page Plans Return to stage in 2010Rolling Stone US, 18 de dezembro

FADER editada pelo Animal Collective - rraurl, 18 de dezembro

Rapper Kid Cudi bate em fã durante show e cancela participação em turnê de Lady GagaMTV Brasil, 18 de dezembro / Rolling Stone BR, 20 de dezembro

E esse cover acústico de “My Girls”, do Animal Collective?Twitter, 18 de dezembro

New indie rock christimas MP3 for 2009Stereogum, 17 de dezembro

Confirmado: Beyoncé vem ao BrasilRolling Stone BR, 17 de dezembro

Humaitá Pra Peixe será todo reformulado pra 2010O Globo, 17 de dezembro

Peter, Bjorn & John Cover “Summer Breeze”Stereogum, 17 de dezembro

The Horrors, MGMT, Vampire Weekend, Zach Condon, Mika e Adam Green em ensaio fotográfico da Vogueohnotheydidn’t, 16 de dezembro

Stone Temple Pilots Almost Finished With New Album - Rolling Stone US, 16 de dezembro

Kings of Leon vai tirar seis meses de fériasNoize, 15 de dezembro

Kraftwerk tem planos para novo discoRolling Stone BR, 13 de dezembro

Feist Covers Skip Spence for Beck’s Record Club - Pitchfork, 11 de dezembro

8 dez 2009

The Horrors e YYYs se destacam na lista dos melhores de 2009 da NME

Por  @12:21

The Horrors

Nesta terça-feira (8), a NME divulgou sua lista dos melhores discos e músicas desse moribundo ano de 2009. 50 álbuns e 50 canções foram citadas na eleição.

O Top10 dos melhores CDs lançados em 2009, de acordo com a publicação britânica ficou assim:

10 – Jamie T – Kings and Queens
09 – Fever Ray – Fever Ray
08 – Fuck Buttons – Tarot Sport
07 – The Big Pink – A Brief History of Love
06 – Grizzly Bear – Veckatimest
05 – Animal Collective – Merriweather Post Pavilion
04 – Wild Beasts – Two Dancers
03 – Yeah Yeah Yeahs – It’s Blitz
02 – The XX – The XX
01 – The Horrors – Primary Colours

Já o ranking das 10 melhores músicas ganhou os seguintes representantes:

10 – Health – Die Slow
09 – Lady Gaga – Paparazzi
08 – La Roux – In For The Kill
07 – The Drums – Let’s Go Surfing
06 – Jay-Z – Empire State Of Mind
05 – Animal Collective – My Girls
04 – Dizzee Rascal – Bonkers
03 – The Big Pink – Dominos
02 – The Horrors – Sea Within a Sea
01 – Yeah Yeah Yeahs – Zero

Para ver as listagens completas, com textinhos explicativos e vídeos para cada nome citado, é só ir direto no site da NME.

25 nov 2009

Mario Bross’ Jukebox (Wry)

Por  @16:25

Com mais de uma década de existência, o Wry se destaca na cena alternativa brasileira (e gringa também) com músicas que misturam bem shoegaze com pop e noise rock. O vocalista da banda (@wry), o simpático Mario Bross, falou um pouco com o Move e citou algumas de suas influências e seus gostos musicais:

mário bross - wry

E o hype? – o que você tem escutado de novidade?
Tenho escutado muito o Exploding Head, do A Place to Bury Strangers, e o Primary Colours, do The Horrors.

Good Times Bad Times – qual banda/artista sempre esteve ao seu lado, como trilha sonora de sua vida?
My Bloody Valentine

Do the D.A.N.C.E. – o que não pode faltar na hora de soltar a franga na pista?
Não pode faltar The Cure, não pode faltar Interpol, Madonna e nem TV on the Radio.

E aquela banda clássica que não sai do seu mp3 player?
Meu clássico é U2, sem dúvidas. Minha irmã me “ensinou” a gostar dos irlandes quando eu era criancinha, em 85, e até hoje acompanho e já os vi algumas vezes.

Você não vale nada mas eu gosto de você – todo mundo tem um guilty pleasure, vai. Aquela banda que, quando começa a tocar no computador, você desabilita o last.fm o mais rápido que pode.
Adoro Sugababes, tenho CD delas e também adoro umas power ballads de filmes americanos dos anos 90, que às vezes aos domingos coloco pra dar um clima de feriado e nostalgia.

7 ago 2009

Broken Social Scene toca Joy Division; The Horrors toca Black Lips

Por  @15:33

Faris Badwan, vocalista do The Horrors, terá uma música lançada como b-side do single ‘Drugs’, extraído do último álbum do Black Lips. A faixa é um cover de ‘I’ll Be With You’, também dos Lips, e será assinada pelo Lumina, projeto solo do cantor. Pra ouvir e baixar, você precisa desse link.

Outra dica de MP3 (ainda melhor, é verdade) é a versão que o Broken Social Scene soltou de ‘Love Will Tear Us Apart’, o clááááássico do Joy Division, que ficou muito mais lenta que a original. A gravação foi feita para o filme The Time Traveler’s Wife, em que o BSS interpreta uma dessas bandinhas de casamento. Tem como fazer o download aqui.

21 jul 2009

Mercury Prize 2009: Conheça os indicados

Por  @17:36

Na foto: Elbow, que ganhou o Mercury Prize de 2008

O meu motivo para acordar cedo durante essa semana era descobrir os indicados para o Mercury Prize antes de todo mundo, mas o plano não rolou. Hoje, 21 de julho, saiu – finalmente – a lista de quem concorre ao prêmio mais concorrido da música britânica. Ó só:

Florence and the Machine, com Lungs: A cantora é talentosíssima, tem uma voz muito característica e, em meio a tanto blues, R&B e electro-pop surgindo de artistas semelhantes, resolveu fazer rock. Merece o prêmio por sair do óbvio. Tem resenha aqui.

Kasabian, com West Ryder Pauper Lunatic Asylum: Banda preciosa que atingiu um ótimo resultado em seu terceiro álbum, lançado há alguns meses e que chegou em primeiro no ranking britânico. Com as faixas fortes ‘Fire’ e ‘Vlad the Impaler’, o disco te pega de jeito (ui) nas primeiras execuções, mas a sensação de quero mais não dura muito. O maior erro aqui foi do vocalista Tom Meighan, que deixou o cabelo crescer, mas isso não vem ao caso. Resenha aqui.

Friendly Fires, com o álbum homônimo: Na primeira vez, achei morno. Só em janeiro de 2009 comecei a dar valor ao trio inglês, que precisava de um pouco mais de atenção – e nada mais. O electro-rock já tinha um ar de samba antes mesmo de ‘Kiss of Life’ aparecer (pra tirar a prova, a batida de ‘In The Hospital‘ é perfeita – já reparou a semelhança com ‘É Bom Para o Moral‘?). Lá no fundo, todas as suas músicas têm uma vibe brasileira escondida na percussão. Já se faz vitorioso antes mesmo de uma indicação ao Mercury.

La Roux, de La Roux: Ok, vou falar a verdade: Não dá pra imaginar qual foi o critério que fez esse disco parar no Mercury Prize. Assim, não vou dizer que o álbum é ruim – nesse exato minuto, estou ouvindo ‘In For The Kill’, inclusive -  mas essa brincadeira de tentar imitar a Madonna já chegou longe demais.

Bat for Lashes, com Two Suns: Bat For Lashes é, na verdade, uma cantora solo. “Solo”, porque ao vivo Natasha Khan tem toda uma banda de apoio. Seu segundo disco, lançado em abril, foi supervalorizado pela imprensa, acho eu, mas isso significa que Khan tem – mais uma vez – boas chances de ganhar. Em 2007, o debut Fur and Gold também chegou ao Mercury, mas não deu o troféu à cantora. No ano seguinte, Natasha perdeu dois Brits. Já tá na hora de sair por cima, né?

Glasvegas, também com um álbum de mesmo nome: Fazia tempo que eu não via uma banda estreando e indo parar tão rápido em um pré-mainstream. É claro que isso acontece com frequência, vide Marina and the Diamonds, mas o Glasvegas entrou com tudo depois de ganhar um 9 da NME. O sucesso com os críticos denuncia a possível vitória, mesmo sendo um álbum meio passado – quando a cerimônia de premiação acontecer, o disco já terá um ano de idade.

The Invisible, que, adivinha, também tem um álbum homônimo: The Invisible é o nome da banda. E do disco. Sabe aquela banda que se esforça muito para conseguir chegar em um determinado tipo de som? Então, isso é The Invisible. O esforço parece ser tão grande que as músicas ficam mornas, sintéticas demais, mesmo sendo tão comparada ao Intimacy do Bloc Party.

The Horrors, com Primary Colours: Parece que Primary Colours é o álbum do ano. Ou quase isso. É um post-punk para indies que, até onde eu sei (e isso é bem pouco), tem belas influências de Echo & The Bunnymen. Acho que eles chegaram a cair nesse negócio de Joy Division do século XXI, mas não se abateram muito. Se o White Lies não vingou, The Horrors pode fazer o trabalho para os dois.

Lisa Hannigan, com Sea Sew: Lisa fez sua carreira, basicamente, pegando carona na música dos outros. Desde 2001, foram covers, backing vocals, participações em tributos e muitas parcerias com Damien Rice que levaram o som da moça para frente, até que, no ano passado, saiu seu primeiro disco solo: Sea Sew. A história é boa, mas o folk soa despretensioso demais para merecer um Mercury – a menos que o júri mude seus critérios de avaliação.

Sweet Billy Pilgrim, com Twice Born Men: Que coisa linda é ‘Kalypso‘, música do segundo disco do trio Sweet Billy Pilgrim, que faz um esboço do que seria o Iron & Wine se apostasse num diferencial. A faixa começa calma, com cordas, até chegar num refrão explosivo, mesmo sendo muito discreto. Não é meu preferido, mas a vitória deles em um Mercury Prize da vida seria compreensível.

Led Bib, com Sensible Shoes: Led Bib é tão indie, mas tão indie, que não tem nem uma página no Wikipédia. Poucos shows marcados na agenda do MySpace, muita modéstia em sua descrição: “Algumas pessoas gostam da gente, talvez você também goste”. Calhou dos jurados do Mercury amarem o som do quinteto de jazz, que não tem vocais. Já faz dez anos que um artista instrumental não ganha o prêmio: O último foi Talvin Singh, um músico de “Asian Underground”. Se os caras ganharem, vão ter que mandar a ver num discurso improvisado – e improviso está longe de ser um problema pra quem ganha a vida com jazz.

Speech Debelle, com Speeche Therapy: Debelle ainda é adolescente e virou dona de um hip-hop juvenil, cru e – acredite – doce. Se Dizzie Rascal já saiu vencedor do Mercury, não é impossível a menina ser motivo de orgulho para a mãe. Mas é improvável.

O vencedor do Mercury Prize 2009 será escolhido pelo júri no dia 8 de setembro, em Londres, durante a cerimônia. E aí, quem é seu favorito?

29 abr 2009

Clipe: The Horrors – Who Can Say

Por  @14:57

‘Who Can Say’ é o segundo clipe lançado para o próximo disco do Horrors, que andou trabalhando numa velocidade espantosa. O primeiro, que dura mais de oito minutos, pode ser visto no YouTube (dã). Primary Colors vazou no início do mês, mas o lançamento só vira oficial em 5 de maio. Who cares?