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	<title>Move That Jukebox &#187; The Octopus Project</title>
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		<title>Entrevista: The Octopus Project</title>
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		<comments>http://movethatjukebox.com/entrevista-the-octopus-project/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 21 Jul 2008 04:26:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Neto Rodrigues</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
		<category><![CDATA[The Octopus Project]]></category>

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		<description><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="text-align: center;"><img class="alignnone" src="http://img229.imageshack.us/img229/5480/octopusprojectkd4.jpg" alt="" width="356" height="336" /></p>
<p class="MsoNormal"><span style="color: black;">Experimental. A palavra que melhor define o The Octopus Project. A banda, que vem de Austin, no Texas, nasceu em 1999 e faz música quase totalmente instrumental, sem medo de experimentar novos sons, sejam eles comuns ou não.</span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="color: black;">A mistura musical está presente em toda a parte sonora da banda. Não há apenas a mistura de sons. Diversos estilos se cruzam, se juntam e se completam, fazendo dos discos uma viagem pela criatividade e ousadia destes quatro jovens norte-americanos. Um grande exemplo disso é o álbum mais recente, ‘Hello, Avalanche!’, lançado em 2007, que tem de tudo um pouco: tecladinhos 8-bit, post-rock, guitarras distorcidas, bateria pesada contracenando com batidas eletrônicas, pianos que se completam com sintetizadores, experimentando, sempre experimentando.</span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="color: black;">E eles acertam. Mas nem por isso deixam de experimentar e sempre aparecer com coisas novas. Esse ano lançaram o single ‘Wet Gold/Moon Boil’, e surpreendendo mais uma vez, ele contém duas faixas cantadas, por inteiro. Para uma banda que conseguiu seu nome e visibilidade (já tocaram no Coachella e este ano estão escalados para o Lollapalooza) só com instrumentais, isto é mais uma ousadia. </span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="color: black;">Mas não vou me extender muito mais, deixo que o entrevistado da semana, Toto Miranda, guitarrista/baixista/baterista (todos se revezam nas gravações e shows) do “projeto polvo” dê os maiores detalhes sobre sua banda. Confira a entrevista logo abaixo.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: center;"><img class="alignnone" src="http://img235.imageshack.us/img235/2775/octopusff7.jpg" alt="" width="448" height="298" /></p>
<p><strong>The Octopus Project é um nome bem diferente. De onde vocês tiraram tal nome?</strong></p>
<p>O nome na verdade apareceu antes mesmo da banda começar e nasceu de um jogo de associação de palavras que Josh estava jogando com um amigo nosso enquanto tentava criar um nome para uma outra banda. Então um deles disse &#8220;Octopus&#8221; e, o outro, &#8220;Project&#8221;. Não funcionou como um nome para a banda em questão, mas quando começamos nossa banda o nome pareceu se encaixar. Não tem nenhum significado, mas é fácil de gravar e todas essas consoantes juntas parecem legais.</p>
<p class="MsoNormal"><span style="color: black;"><strong>O som de vocês é bem experimental, com misturas de elementos eletrônicos, violões, bateria pesada e vários instrumentos pouco convencionais. Como é o processo de criação de tudo isso?</strong> </span></p>
<p>Gostamos de expandir a nós mesmos com todos os tipos de instrumentos e coisas que façam barulho, e nossas composições geralmente começam de uma idéia simples ou de um som que bate em nossos ouvidos. Se a idéia for boa, o resto da canção meio que se compõe sozinho com sons e camadas que complementam a idéia original. Não é fácil criar canções dessa forma com muita frequência, mas geralmente todos nós concordamos quando elas parecem boas. É bom ter uma grande variedade de instrumentos para que possamos achar os elementos exatos para construirmos nossas músicas. Acho que nosso processo de criação resume-se a testar a maior variedade de idéias que pudermos para que possamos ver qual funciona melhor.</p>
<p><strong>Além de toda a crítica musical, vocês também admitem que seu álbum mais recente, <em>Hello, Avalanche</em> (2007), é o melhor de todos os quatro que já lançaram. A maturidade da banda foi a principal razão dessa melhora de qualidade?</strong><br />
Acho que a principal razão foi que estamos melhorando em fazer as coisas soarem exatamente do jeito que nós queriamos que soassem. Não sei se nossas idéias estão melhores, mas a execução delas ficou bem mais forte, o que faz com que todo o processo seja muito mais divertido!</p>
<p><strong>O clipe de <em>Truck</em> foi gravado em uma exibição de aviões militares. Como surgiu a idéia de botar cabeças meiguinhas no corpo das pessoas que assistiam os aviões soltarem suas bombas?</strong></p>
<p>A idéia saiu dos nossos amigos David e Nathan Zellner, que dirigiram o vídeo. Eles gravaram o material em um show aéreo e depois pediram para que desenhássemos umas cabeças estranhas, que são as usadas no vídeo. Acho que terminamos com uma excelente combinação de beleza com agitação&#8230; esses caras fazem bons trabalhos!</p>
<p style="text-align: center;">[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=SDeTv12mulo]</p>
<p style="text-align: center;"><em>Vídeo da música &#8216;Truck&#8217;</em></p>
<p><strong>Como é a sensação de tocar em festivais grandes, como o Coachella? E qual é a expectativa para o show no Lollapalooza?</strong></p>
<p>Tocar em grandes festivais é ótimo! A oportunidade de tocar para uma platéia nova em folha é uma das melhores partes de fazer turnês, e esses festivais geralmente apresentam a chance de tocar para um público novo. O Coachella foi ótimo nesse sentido &#8211; o público estava ótimo, a equipe estava ótima e a sensação de fazer parte de toda essa grande produção é ótima. O Lollapalooza está chegando rápido &#8211; é daqui a duas semanas! &#8211; e todos estamos extremamente animados para ele&#8230; é dificil saber o que esperar, mas acho que nós estamos apenas ansiosos para fazer um show divertido. Um show GRANDE e divertido!</p>
<p class="MsoNormal"><span style="color: black;"><strong>Vocês acabaram de voltar do primeiro tour pela Europa. Como foi tocar por lá, em países que o público está bem acostumado com grandes shows e festivais?</strong></span></p>
<p>[Tocar na] Europa foi uma experiência fantastica&#8230; fizemos muitos shows pequenos, muitos médios e alguns shows bem grandinhos. A reação das pessoas de todos os lugares que fomos foi ótima. Particularmente, meus favoritos foram o show em um pequeno festival em Padova (Itália) e o gigante que fizemos no All Tomorrow&#8217;s Parties, em Minehead (Inglaterra)&#8230; ambos foram shows bem empolgantes, e nos sentimos realmente honrados em tocar neles! Enfim, todas as cidades européias em que tocamos foram ótimas, fizemos muitos amigos e mal podemos esperar para tocar lá.</p>
<p class="MsoNormal"><span style="color: black;"><strong>Por falar em shows e festivais, o Brasil está começando a ficar cada vez mais visível entre as bandas em turnê. O Octopus Project também está com os olhos abertos para o Brasil? Alguma chance de os vermos ao vivo?</strong></span></p>
<p>Ficaríamos absolutamente contentes em tocar no Brasil! Nenhum de nós já foi à América do Sul, mas nós definitivamente daríamos um pulo por aí para tocar para vocês, se tivéssemos a chance. Se vocês ou algum de seus leitores têm alguma idéia de como poderíamos fazer isso acontecer, por favor, nos escreva um e-mail. Esses shows no exterior que planejamos até agora (na Europa e em Taiwan) foram incriveis, além de terem expandido muito nossas mentes, e nós também queremos ir à novos paises com a maior frequência possível, especialmente para algum lugar tão empolgante quanto o Brasil!</p>
<p style="text-align: center;"><img class="alignnone" src="http://stereogum.com/img/octopus_project-truck.jpg" alt="" width="450" height="405" /></p>
<p style="text-align: center;"><em>Ryan Figg, Toto Miranda, Yvonne Lambert e Josh Lambert</em></p>
<p class="MsoNormal"><span style="color: black;"><strong>No final do ano passado, em seu site oficial, vocês prometeram novidades para 2008, e cumpriram, com o lançamento do single ‘Wet Gold/Moon Boil’. Alguma promessa de disco novo?</strong></span></p>
<p>Estamos concentrando muita energia na composição de novas canções &#8211; seria ótimo completar um disco novo no final do ano, e queremos nos concentrar nisso assim que nossa turnê de outono terminar. Então talvez podemos ter algo novo no início de 2009? Pra falar a verdade, ainda nem temos novas músicas finalizadas, mas esse parece um bom objetivo para ser trabalhado. Estamos bem animados para compor novos sons &#8211; acho que coisas esquisitas, cativantes e dançantes serão nossos objetivos&#8230;</p>
<p><strong>A maioria de suas músicas são instrumentais e, nesse novo single, duas faixas contém vocais. Seria esse o início de um novo Octopus Project, com mais partes vocais e menos instrumentais?</strong></p>
<p>Eu gosto de pensar que estamos sempre trazendo novos elementos [para o Octopus Project], mas acho que acrescentar vocais parece uma mudança bem grande&#8230; certamente estamos abertos para usar mais vozes no futuro, mas acho que isso não significa tirar o foco dos instrumentos. Só depende da música &#8211; as vezes uma canção precisa de toques vocais para parecer completa, e as vezes os instrumentos dizem tudo por si só.</p>
<p style="text-align: center;">
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.myspace.com/theoctopusproject" target="_blank">MySpace</a> | <a href="http://www.theoctopusproject.com" target="_blank">Site Oficial</a> | <a href="http://www.theoctopusproject.com" target="_blank"></a><a href="http://www.orkut.com.br/Community.aspx?cmm=36309502" target="_blank">Comunidade</a></p>
<p style="text-align: right;"><em>Autor: Marçal Righi</em></p>
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			<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="text-align: center;"><img class="alignnone" src="http://img229.imageshack.us/img229/5480/octopusprojectkd4.jpg" alt="" width="356" height="336" /></p>
<p class="MsoNormal"><span style="color: black;">Experimental. A palavra que melhor define o The Octopus Project. A banda, que vem de Austin, no Texas, nasceu em 1999 e faz música quase totalmente instrumental, sem medo de experimentar novos sons, sejam eles comuns ou não.</span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="color: black;">A mistura musical está presente em toda a parte sonora da banda. Não há apenas a mistura de sons. Diversos estilos se cruzam, se juntam e se completam, fazendo dos discos uma viagem pela criatividade e ousadia destes quatro jovens norte-americanos. Um grande exemplo disso é o álbum mais recente, ‘Hello, Avalanche!’, lançado em 2007, que tem de tudo um pouco: tecladinhos 8-bit, post-rock, guitarras distorcidas, bateria pesada contracenando com batidas eletrônicas, pianos que se completam com sintetizadores, experimentando, sempre experimentando.</span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="color: black;">E eles acertam. Mas nem por isso deixam de experimentar e sempre aparecer com coisas novas. Esse ano lançaram o single ‘Wet Gold/Moon Boil’, e surpreendendo mais uma vez, ele contém duas faixas cantadas, por inteiro. Para uma banda que conseguiu seu nome e visibilidade (já tocaram no Coachella e este ano estão escalados para o Lollapalooza) só com instrumentais, isto é mais uma ousadia. </span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="color: black;">Mas não vou me extender muito mais, deixo que o entrevistado da semana, Toto Miranda, guitarrista/baixista/baterista (todos se revezam nas gravações e shows) do “projeto polvo” dê os maiores detalhes sobre sua banda. Confira a entrevista logo abaixo.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: center;"><img class="alignnone" src="http://img235.imageshack.us/img235/2775/octopusff7.jpg" alt="" width="448" height="298" /></p>
<p><strong>The Octopus Project é um nome bem diferente. De onde vocês tiraram tal nome?</strong></p>
<p>O nome na verdade apareceu antes mesmo da banda começar e nasceu de um jogo de associação de palavras que Josh estava jogando com um amigo nosso enquanto tentava criar um nome para uma outra banda. Então um deles disse &#8220;Octopus&#8221; e, o outro, &#8220;Project&#8221;. Não funcionou como um nome para a banda em questão, mas quando começamos nossa banda o nome pareceu se encaixar. Não tem nenhum significado, mas é fácil de gravar e todas essas consoantes juntas parecem legais.</p>
<p class="MsoNormal"><span style="color: black;"><strong>O som de vocês é bem experimental, com misturas de elementos eletrônicos, violões, bateria pesada e vários instrumentos pouco convencionais. Como é o processo de criação de tudo isso?</strong> </span></p>
<p>Gostamos de expandir a nós mesmos com todos os tipos de instrumentos e coisas que façam barulho, e nossas composições geralmente começam de uma idéia simples ou de um som que bate em nossos ouvidos. Se a idéia for boa, o resto da canção meio que se compõe sozinho com sons e camadas que complementam a idéia original. Não é fácil criar canções dessa forma com muita frequência, mas geralmente todos nós concordamos quando elas parecem boas. É bom ter uma grande variedade de instrumentos para que possamos achar os elementos exatos para construirmos nossas músicas. Acho que nosso processo de criação resume-se a testar a maior variedade de idéias que pudermos para que possamos ver qual funciona melhor.</p>
<p><strong>Além de toda a crítica musical, vocês também admitem que seu álbum mais recente, <em>Hello, Avalanche</em> (2007), é o melhor de todos os quatro que já lançaram. A maturidade da banda foi a principal razão dessa melhora de qualidade?</strong><br />
Acho que a principal razão foi que estamos melhorando em fazer as coisas soarem exatamente do jeito que nós queriamos que soassem. Não sei se nossas idéias estão melhores, mas a execução delas ficou bem mais forte, o que faz com que todo o processo seja muito mais divertido!</p>
<p><strong>O clipe de <em>Truck</em> foi gravado em uma exibição de aviões militares. Como surgiu a idéia de botar cabeças meiguinhas no corpo das pessoas que assistiam os aviões soltarem suas bombas?</strong></p>
<p>A idéia saiu dos nossos amigos David e Nathan Zellner, que dirigiram o vídeo. Eles gravaram o material em um show aéreo e depois pediram para que desenhássemos umas cabeças estranhas, que são as usadas no vídeo. Acho que terminamos com uma excelente combinação de beleza com agitação&#8230; esses caras fazem bons trabalhos!</p>
<p style="text-align: center;">[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=SDeTv12mulo]</p>
<p style="text-align: center;"><em>Vídeo da música &#8216;Truck&#8217;</em></p>
<p><strong>Como é a sensação de tocar em festivais grandes, como o Coachella? E qual é a expectativa para o show no Lollapalooza?</strong></p>
<p>Tocar em grandes festivais é ótimo! A oportunidade de tocar para uma platéia nova em folha é uma das melhores partes de fazer turnês, e esses festivais geralmente apresentam a chance de tocar para um público novo. O Coachella foi ótimo nesse sentido &#8211; o público estava ótimo, a equipe estava ótima e a sensação de fazer parte de toda essa grande produção é ótima. O Lollapalooza está chegando rápido &#8211; é daqui a duas semanas! &#8211; e todos estamos extremamente animados para ele&#8230; é dificil saber o que esperar, mas acho que nós estamos apenas ansiosos para fazer um show divertido. Um show GRANDE e divertido!</p>
<p class="MsoNormal"><span style="color: black;"><strong>Vocês acabaram de voltar do primeiro tour pela Europa. Como foi tocar por lá, em países que o público está bem acostumado com grandes shows e festivais?</strong></span></p>
<p>[Tocar na] Europa foi uma experiência fantastica&#8230; fizemos muitos shows pequenos, muitos médios e alguns shows bem grandinhos. A reação das pessoas de todos os lugares que fomos foi ótima. Particularmente, meus favoritos foram o show em um pequeno festival em Padova (Itália) e o gigante que fizemos no All Tomorrow&#8217;s Parties, em Minehead (Inglaterra)&#8230; ambos foram shows bem empolgantes, e nos sentimos realmente honrados em tocar neles! Enfim, todas as cidades européias em que tocamos foram ótimas, fizemos muitos amigos e mal podemos esperar para tocar lá.</p>
<p class="MsoNormal"><span style="color: black;"><strong>Por falar em shows e festivais, o Brasil está começando a ficar cada vez mais visível entre as bandas em turnê. O Octopus Project também está com os olhos abertos para o Brasil? Alguma chance de os vermos ao vivo?</strong></span></p>
<p>Ficaríamos absolutamente contentes em tocar no Brasil! Nenhum de nós já foi à América do Sul, mas nós definitivamente daríamos um pulo por aí para tocar para vocês, se tivéssemos a chance. Se vocês ou algum de seus leitores têm alguma idéia de como poderíamos fazer isso acontecer, por favor, nos escreva um e-mail. Esses shows no exterior que planejamos até agora (na Europa e em Taiwan) foram incriveis, além de terem expandido muito nossas mentes, e nós também queremos ir à novos paises com a maior frequência possível, especialmente para algum lugar tão empolgante quanto o Brasil!</p>
<p style="text-align: center;"><img class="alignnone" src="http://stereogum.com/img/octopus_project-truck.jpg" alt="" width="450" height="405" /></p>
<p style="text-align: center;"><em>Ryan Figg, Toto Miranda, Yvonne Lambert e Josh Lambert</em></p>
<p class="MsoNormal"><span style="color: black;"><strong>No final do ano passado, em seu site oficial, vocês prometeram novidades para 2008, e cumpriram, com o lançamento do single ‘Wet Gold/Moon Boil’. Alguma promessa de disco novo?</strong></span></p>
<p>Estamos concentrando muita energia na composição de novas canções &#8211; seria ótimo completar um disco novo no final do ano, e queremos nos concentrar nisso assim que nossa turnê de outono terminar. Então talvez podemos ter algo novo no início de 2009? Pra falar a verdade, ainda nem temos novas músicas finalizadas, mas esse parece um bom objetivo para ser trabalhado. Estamos bem animados para compor novos sons &#8211; acho que coisas esquisitas, cativantes e dançantes serão nossos objetivos&#8230;</p>
<p><strong>A maioria de suas músicas são instrumentais e, nesse novo single, duas faixas contém vocais. Seria esse o início de um novo Octopus Project, com mais partes vocais e menos instrumentais?</strong></p>
<p>Eu gosto de pensar que estamos sempre trazendo novos elementos [para o Octopus Project], mas acho que acrescentar vocais parece uma mudança bem grande&#8230; certamente estamos abertos para usar mais vozes no futuro, mas acho que isso não significa tirar o foco dos instrumentos. Só depende da música &#8211; as vezes uma canção precisa de toques vocais para parecer completa, e as vezes os instrumentos dizem tudo por si só.</p>
<p style="text-align: center;">
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.myspace.com/theoctopusproject" target="_blank">MySpace</a> | <a href="http://www.theoctopusproject.com" target="_blank">Site Oficial</a> | <a href="http://www.theoctopusproject.com" target="_blank"></a><a href="http://www.orkut.com.br/Community.aspx?cmm=36309502" target="_blank">Comunidade</a></p>
<p style="text-align: right;"><em>Autor: Marçal Righi</em></p>
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