E o Muse começa 2010 com tudo! Ok, depois dessa frase breguinha vamos aos fatos: o disco mais recente da banda, The Resistance, ganhou uma votação feita pelo site Art Vinyl e levou o prêmio de melhor capa de disco de 2009.
Sim, sim. Aquela mesmo. Aquela da bola colorida e algo psicodélica que é, aparentemente, uma passagem para o homem (enquanto ser pensante /filosofiafail) encontrar seu caminho até a Terra (?). Enfim, a capa supracitada mais a lista dos 9 outros discos que completam o Top 10 que o site liberou estão logo abaixo:
1. Muse – The Resistance
2. Manic Street Preachers – Journal For Plague Lovers
3. Fever Ray – Fever Ray
4. Massive Attack – Splitting The Atom
5. Green Day – 21st Century Breakdown
6. Pet Shop Boys – Yes
7. White Lies – To Lose My Life
8. Editors – In This Light And On This Evening
9. La Roux – La Roux
10. Depeche Mode – Sounds Of The Universe
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*Quer mais notícias do Muse? Pois saiba que o trio britânico foi convidado para realizar a trilha sonora do remake do clássico Fúria de Titãs. O filme, cuja versão original é de 1981, está previsto para ser lançado em março e conta com nomes como Sam Worthington (Avatar), Ralph Fiennes (O Voldemort!) e Liam Neeson (Batman Begins) integrando seu elenco.
Sobre a possibilidade de trabalhar numa trilha sonora, o vocalista da banda, Matt Bellamy, disse ao Daily Star:
Queremos muito fazer. É só uma questão de ter tempo, pois estamos sempre em turnê.
Bellamy ainda afirma que Fúria de Titãs foi a primeira proposta para filmes com a qual ele e seus companheiros se identificaram: “Estamos muito interessados em escrever para filmes quando tivermos algum tempo entre as turnês”. Quem quiser ver o trailer da produção, basta clicar neste link do Judão.
[UPDATE] Deu no Rock n’ Beats que o diretor da produção, Louis Leterrier, em entrevista à MTV, desmentiu tais boatos, infelizmente.
James Franco, o filho do Duende Verde (ou o maconheiro mais hilário desde Brad Pitt, em True Romance), apresentou, na edição do último dia 19 do humorístico americano Saturday Night Live, os britânicos do Muse.
A banda, em plena divulgação de seu último disco, The Resistance, tocou o primeiro single do álbum, “Uprising” – música que eu e você já cansamos de ver ao vivo por aí, sendo tocada em todas as participações da banda nos programas de TV, ultimamente. Por isso, o vídeo abaixo é o de “Starlight” – segunda música executada pelo trio inglês no SNL -, canção também já “batida” mas que me provocou momentos de nostalgia, relembrando episódios de pura catarse – e esmagamento também, diga-se de passagem – ocorridos no último dia de julho de 2008.
Muita gente torceu o nariz pra “Undisclosed Desires” – a baladinha meio Timbaland meio R&B do Muse. Só que o Muse amou tanto a faixa que fez dela o segundo single de The Resistance.
O clipe da música ficou bem interessante. Misturando um ambiente cheio de luzes, telas e fios com tomadas mostrando uma dançarina, é possível encontrar no vídeo até uma mini-roda-gigante (?!) de baixos e guitarras (?!?!).
Quer ganhar edições limitadas e exclusivas do single “Uprising“? Pois o site MuseBr, em parceria com a Warner Brasil, irá sortear 10 exemplares do CD promocional que é uma exclusividade que poucos no mundo terão (!!).
Serão 8 singles sorteados para quem votar no Muse em algum meio de comunicação (rádio, clipes na TV, etc); 1 exemplar para o melhor desenho envolvendo a banda; e o ganhador do último prêmio será quem fizer o melhor cover de alguma música do Muse.
Para não perder essa oportunidade, corra até o site do MuseBr e descubra como e quando participar. Boa sorte!
Quem acompanhou todo o processo de criação e divulgação de The Resistance, esperadíssimo disco novo do Muse, desde as primeiras declarações da banda quanto à sonoridade do novo álbum, até os previews de 30 segundos de cada música – passando ainda pelo ARG da música “United States of Eurasia” – não deve ter ficado muito surpreso com o resultado final do quinto disco de estúdio do trio inglês. Todas as propostas iniciais do álbum estão lá: letras com enfoque em conspirações, união das pessoas e, é claro, amor; um clima de grandiosidade beirando o exagero na maioria das faixas; evolução musica; e pianos, muitos pianos.
The Resistance – que será lançado oficilamente no dia 14 – é o disco mais bem resolvido da carreira do Muse. Matt Bellamy, líder da banda, sacia todos seus desejos de fazer músicas grandiosas e mostra aos ouvintes que se dá tão bem com o piano quanto empunhando sua guitarra. Ele também se arrisca em seu mais ambicioso projeto até agora: o “monstro sinfônico” (palavras do próprio) “Exogenesis” – uma música dividida em 3 partes onde a palavra “megalomania” ronda perigosamente os mais de 12 minutos de orquestrações e lamentos proferidos por Matt. “Cross-Pollination”, a segunda parte da sinfonia, é a que mais se destaca – talvez pelo fato de ter uma participação mais visível dos outros dois membros da banda e por sua letra mais elaborada.
O primeiro single do disco, “Uprising”, mostra que a banda continua, em The Resistance, do lugar em que parou em Black Holes and Revelations, em que a épica “Knights of Cydonia” o fechou brilhantemente. “The Resistance” vem logo na sequência e, apesar de ser bem marcante, sofre de um problema que muitas das 11 faixas do disco sofrem: a duração excessiva e desnecessária. Músicas que poderiam muito bem ter 4 minutos de duração são alongadas na forma de solos de pianos e orquestrações que, com o andamento do disco, se tornam cansativos e fazem canções como “United States of Eurasia”, “I belong to you” e a própria “The Resistance” perderem um pouco do brilho que teriam se fossem mais curtas e com menos “enrolações”.
Felizmente, a vitalidade e energia dos grandes hits que a banda criou em seus dois melhores álbuns – Origin of Symmetry e Absolution – se fazem presentes na excelente dupla de canções “MK Ultra” e “Unnatural Selection” – cujo riff urgente e pesado de guitarra nos remete imediatamente a clássica “New Born“. “Guiding Light”, apesar de certa semelhança com a linda “Invincible” e do sensacional solo de guitarra, é daquelas músicas que você espera o tempo todo, inutilmente, por uma mudança de ritmo – com Dominic desempenhando viradas mais agressivas em sua bateria e Chris ousando mais nos riffs com seu baixo que sempre foi característica marcante em todos os trabalhos da banda.
Quem estranhou à primeira vista “Supermassive Black Hole” mas depois se empolgou muito quando ela foi tocada no show dos caras no Brasil, em agosto do ano passado (Ok, aconteceu comigo), pode ter a mesma sensação com “Undisclosed Desires” – uma das surpresas do disco, mas que pode causar certo estranhamento por conta de sintetizadores à la Timbaland durante toda a canção. O destaque fica por conta de Chris e seus poderosos slaps no baixo e eficientes backing vocals durante o refrão.
Já tendo conquistado vários prêmios de “Melhor performance ao vivo” e sendo frequentemente considerada como uma das melhores bandas de rock da atualidade, o Muse lança seu quinto trabalho de estúdio com o “jogo ganho”, praticamente. A aceitação dos fãs foi instantânea e a idolatria à banda atinge níveis gigantescos. Só nos resta torcer para The Resistance ter realmente satisfeito o ego de Matt Bellamy e sua ânsia por sinfonias exageradas e monólogos ao piano. Porque, convenhamos, apesar de o novo trabalho ser indiscutivelmente competente, ter fantásticas canções e ser o disco mais evoluído da banda – musicalmente falando -, o Muse já empolgou mais em seus áureos tempos de “Stockholm Syndrome” e “Thoughts of a Dying Atheist“, por exemplo.
Enquanto The Resistance não vaza, que tal algumas novidades do Muse? O trio britânico fez a primeira apresentação da nova turnê ontem (4) no The Den, espaço a céu aberto no Reino Unido, que ficou completamente lotado. A banda estava longe dos palcos desde 16 de agosto de 2008, quando tocou no V Festival. Hoje, o grupo volta ao The Den para um segundo show. Apareceram algumas fotos no Twitter da banda:
Público aguardando início do show ontem, no The Den
Dia 14 de setembro será lançado oficialmente o quinto disco de estúdio do Muse, o esperadíssimo The Resistance. Faltando pouco mais de um mês pro lançamento, o trio britânico resolver liberar a capa do álbum:
Alguém mais aí fez um “Nossa!” quando viu a chamativa imagem acima? Bem, apesar do “susto”, acho que ela representa bem o clima de mistério e grandiosidade proposto pelo tracklist e pelas músicas que já vazaram até o momento, como o primeiro single de The Resistance, “Uprising”. A música já foi tocada pelo Zane Lowe na Radio 1 da BBC e também já está disponível em formatos digitais em alguns países. Pra quem ainda não escutou a música, clique aqui bem rápido antes que a Warner faça o Youtube tirar os vídeos do ar.
Numa tentativa bem sucedida de criatividade e interatividade com seus fãs ao redor do mundo, o Muse lançou, no começo da semana passada, o “Project Eurasia”, uma espécie de ARG misturado com “caça ao tesouro” que dava aos jogadores que completavam cada fase do projeto um pedaço de uma das músicas novas da banda. A música em questão foi “United States of Eurasia” e a Lays, uma das colaboradoras do site MuseBr, explica melhor:
No dia 14 de julho teve início a primeira fase do “jogo”. No site oficial do Muse apareceu um mapa e este estava apontando para uma área indeterminada de Paris. A partir daí, os fãs teriam que desvendar um enigma em forma de áudio, que daria as coordenadas geográficas exatas pra uma área da cidade onde estaria um agente em posse de um pen-drive que continha um código que desativava um pedaço da música no site da banda. Depois de Paris foi a vez de Berlim: da mesma forma, ouvindo o áudio e indo na rua certa, os alemães tiveram que liberar a segunda parte da música e assim também teve início a 2ª fase, no dia 15. Os eventos posteriores ocorreram em Moscou e Dubai e ambos foram ativados no dia 17. Toda vez que alguma fase é ativada, é liberada uma nova parte da música. Na madrugada do dia 19, Tókio foi ativada e a 5ª parte da música foi disponibilizada. E dia 20, em Hong Kong, a última parte da música United States of Eurásia foi liberada. Nessa primeira etapa do jogo só aparecia a Europa e a Ásia no mapa do site, mas agora o continente americano também foi adicionado. Nova Iorque foi a última cidade marcada e, depois de muito drama, uma menina ativou a chave e liberarou a outra parte da música (tipo um extra), que se chama “Collateral Damage”, que nada mais é do que um trecho no piano, cover de Nocturne In E-Flat Major, Op.9 No. 2 do Chopin. E assim terminou toda a história do Projeto Eurásia.
“United States of Eurasia”, cujo título é referência ao livro 1984, de George Orwell, carrega consigo toda uma dramacidade envolta em densos acordes de piano e uma voz meio mercuryana de Matt, deixando todos na expectativa pro lançamento completo do novo trabalho da banda.
A música (e suas duas partes), depois de muito trabalho, pode ser baixada gratuitamente direto deste link, no site da banda (é necessário fazer um cadastro antes).
Aproveitando o assunto, o MuseBr e a Warner Brasil juntaram forças e lançaram a promoção “Eu não resisto”, que irá presentear os fãs do trio britânico com camisetas, adesivos e, é claro, exemplares do esperadíssimo quinto disco de estúdio da banda, The Resistance.
MuseBr e Warner Brasil juntos na promoção "Eu não resisto"
Para participar, basta clicar na imagem acima e preencher o formulário de inscrição até o dia 12 de setembro. Dois dias depois o site soltará os resultados com os nomes dos felizardos. Não perca tempo!
Nesta sexta-feira (3), o Muse deu mais detalhes sobre o novo álbum da banda. Via Twitter, o trio inglês postou, durante parte do dia e aos poucos, o nome e a numeração de cada faixa dentro do disco, o que deixou os fãs (tipo eu, assim) bem ansiosos a cada intervalo de hora entre as twittadas.
No final, o tracklist de The Resistance ficou assim, ó:
1. Uprising
2. Resistance
3. Undisclosed Desires
4. United States of Eurasia (+ Collateral Damage)
5. Guiding Light
6. Unnatural Selection
7. MK Ultra
8. I Belong to You (+ Mon Coeur S’Ouvre A Ta Voix)
9. Exogenesis : Symphony Part I (Overture)
10. Exogenesis : Symphony Part II (Cross Pollination)
11. Exogenesis : Symphony Part III (Redemption)
Ainda estou “digerindo” esses nomes. Apesar de ter adorado a citação ao ótimo livro 1984, de George Orwell, em “United States of Eurasia”, minhas opiniões estão oscilando de tempos em tempos: fiquei empolgado no começo, depois passei a achar “viajado” demais, senti como se fosse um tracklist de um disco do The Mars Volta e minha última opinião (mas provavelmente não a final) é que ficou um tracklist bem, mas bem pretencioso. O que não é, necessariamente, um defeito. Mas é fato que eles deixaram as expectativas de todo mundo lá no alto com esses nomes, hã, não muito convencionais para títulos de músicas. Se bem que quem espera algo convencional de uma banda tão fantastática como o Muse acaba se decepcionando, certo?
E o Muse sabe mesmo como deixar um fã ansioso. Soltando as informações de seu novo álbum com muita discrição, o trio inglês finalmente cantou a data de lançamento de The Resistance: 14 de setembro. “O melhor disco que a banda já fez”, segundo o baterista Dominic Howard, foi gravado na Itália e tem em seu tracklist a música ‘The United States of Eurasia’, uma referência ao livro 1984, de George Orwell.
As inspirações sinfônicas do Muse estão deixando todos curiosíssimos, mas, no fundo, todo mundo sabe que os caras não vão decepcionar. Ainda bem.
Pelo Twitter, o grupo divulgou fotos das gravações de The Resistance: