Arquivo para 'The Shins'

Feb 09 2010

Broken Bells – Broken Bells

Por Neto

Em março, será lançado, oficialmente, o disco homônimo do Broken Bells: projeto de Danger Mouse com James Mercer. Mas, como (quase) nada na música chega inédito até a data de seu lançamento, já temos por aí vários links onde o disco pode ser baixado. Aliás, deve ser baixado.

Pra você que não sabe, James Mercer é o líder do The Shins – banda que deu origem a hipérbole de Natalie Portman no filme Garden State, onde ela fala que a música “New Slang” mudará a vida do personagem de Zach Braff. Bem, assim como a música não mudou a vida de ninguém, apesar de ser linda, o mesmo acontece com o debut do projeto Broken Bells. Não mudará sua vida, mas ainda assim é válida uma atenção ao disco, que conta com belíssimos momentos.

Responsável por grande parte desses momentos, o produtor Danger Mouse dispensa apresentações, né? Mas mesmo assim, caso você não faça ideia de quem seja, o cara é uma das metades do Gnarls Barkley, já trabalhou com David Lynch, Sparklehouse, Gorillaz, The Rapture e Beck, entre outros. Adotando seu verdadeiro nome, Danger Mouse virou Brian Burton e, no disco que fez junto com Mercer, conseguiu criar uma atmosfera pop, mas com toques de experimentalismo; melancólica, mas com traços de otimismo; um pouco previsível, mas que te pega de jeito e te deixa pensando: “como que, até hoje, ninguém pensou nesse riff, nessa melodia vocal?”.

Dispensando a ideologia do save the best for last, o destaque-mor de Broken Bells é sua faixa de abertura, a aparentemente simples “The High Road” – uma música que evolui a cada audição, revelando elementos meticulosamente colocados e com performance brilhante de Mercer e seus vocais marcantes. Na sequência, “Vaporize” surge com um ar meio vintage e conquista de vez a atenção do ouvinte, que não se decepcionará com a meia hora restante do disco, onde ainda é possível se deliciar com as pequenas pérolas “The Ghost Inside” – destaque para os falsetes de James e a tímida bateria eletrônica de Burton -  e “Citizen” – música que não faria feio em um disco de Elliott Smith.

Apesar de momentos confusos e que beiram à chatice, como em “October” e “Sailing To Nowhere”, o duo consegue entregar um disco bem redondo, onde pianos com uma sonoridade retrô e violões bem arranjados se mantem em destaque durante boa parte do álbum. Álbum este que deve ganhar um sucessor em breve, de acorco com James Mercer. Mas o vocalista do The Shins também declarou que não abandonará sua “banda principal” e que os fãs podem esperar por algum trabalho novo, mas só no ano que vem. Até lá, fico muito bem acompanhado e satisfeito com o Broken Bells.

-> Broken Bells será lançado no dia 9 de março, via Sony, e teve produção de Danger Mouse.

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Jan 27 2010

Clipe: Broken Bells – The High Road

Broken Bells é aquela tal banda do Danger Mouse com o James Mercer, do The Shins, sabe?


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Dec 01 2009

Shout Out Louds lança álbum “orgânico” com produtor de destaque em fevereiro

Eu sempre quis muito ver um show do Shout Out Louds. Não tenho um bom motivo, até porque sei que a apresentação dos caras não é muito explosiva, mas eles marcaram um momento legal da minha vida (oun). Foi justamente por isso que quase dei um pulo da cadeira quando li, via email, que os meus suecos favoritos (sim, Peter Bjorn and John vem em segundo lugar) estão com clipe e música nova, além de um álbum prontinho para ser lançado.

O clipe de “Walls”, primeiro single do novo trabalho, acaba de ser postado nesse artigo. Também foi disponibilizado o download da música pela própria gravadora, a Merge, que eu encaminhei pro mediafire pra facilitar a vida de vocês. Ah, ainda não falei o nome do novo disco, né? Então, o terceiro filho do Shout Out Louds chama-se Work e teve sua cesariana agendada para 23 de fevereiro – e, embora a minha metáfora tenha sido bem podre, o álbum parece estar bem legal. “É tudo sobre estar em casa”, conta a banda, que “perdeu as percussões e cordas e manteve as coisas orgânicas e diretas”.

shout out louds - work

A produção de Work foi assinada por Phil Ek, que trabalhou com o The Shins em Wincing The Night Away e Chutes Too Narrow – esse segundo, inclusive, pode ser considerado um dos melhores álbuns da década. O homônimo do Fleet Foxes, que encheu os olhos de meio mundo no ano passado, também foi assinado por Ek, assim como Time To Die (The Dodos, 2009), toda a discografia do Band of Horses e dois terços da discografia do Built to Spill.

Volto logo mais, depois de anotar Work na lista de melhores lançamentos de 2010.

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Jan 09 2008

Tecladista do The Shins livre

No último final de semana o tecladista do The Shins (Marty Crandall) foi preso por bater na namorada Elyse Sewell, como já foi dito antes.

Ontem ao meio-dia o caso foi a corte e ambos foram liberados pela falta de evidencias.

A modelo e ex-namorada de Marty andou postando sobre o caso em seu blog e hoje ela fez uma atualização, onde disse que está feliz por estar livre e que não desejava que o caso fosse mais a fundo. Não queria levar o caso mais a fundo mas ficaria feliz da vida se o cara parasse na cadeia, aposto que ficaria.

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Jan 07 2008

Tecladista do Shins bate na namorada e vai pra cadeia

ê-ê, essa gente não para de se envolver em escândalo.

Ok…Ok, vamos aos fatos: Na noite de sexta-feira (4) o vocalista do The Shins, Marty Crandall, foi preso na capital da California, Sacramento.

A então namorada do rapaz e modelo Elyse Sewell é a protagonista de toda essa história. A menina se dirigiu à delegacia policial da cidade e mostrou alguns hematomas em seus braços para os cops, afirmando que Marty a intoxicou e agrediu num quarto de hotel. A moça postou uma foto de seu braço no Live Jornal, clique aqui para ver a foto.

Daí começa a novela mexicana: Quando Crandall teve sua oportunidade, mostrou a policia uma pequena marca em seu corpo, dizendo que esta foi causada por Sewell. Elyse foi presa e admitiu que bateu no marido – mas estava apenas se defendendo. Então, inocentada, voltou para casa depois dessa longa e louca noite.

PORÉM, a estrela do Shins continua sob custódia na prisão de Sacramento e a bagatela que ele vai ter que pagar pra se ver livre de lá é de 25 mil dólares. O julgamento acontece no inicio da tarde de amanha, segundo a NME.

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