20 jan 2012

Novidades no line-up, atividades entre shows e ingressos pra você. Vamos ao M/E/C/A/Festival?

Por  @9:36

PROMO ENCERRADA!

De acordo com o Sorteie.me, a dupla que leva um par de entradas cada é formada por:

@mari_mancia

@_teixeiracarol

Parabéns, gente! Chequem suas DMs, ok? E bom festival pra vocês.

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O M/E/C/A/Festival você já conhece. Rola no litoral gaúcho, pertinho de Porto Alegre, no dia 28 de janeiro. E a edição 2012 – com Rapture, CSS, Breakbot e Mayer Hawthorne, entre outros – tá vindo com tudo, cheio de atrações que têm tudo pra fazer o festival desse ano ser tão memorável como o de 2011.

Pra começar, vamos repassar o line-up oficial: infelizmente, o desfalque vai ficar por conta das meninas do Boy, que não trarão seu indie pop ensolarado que ia casar perfeitamente com o clima do M/E/C/A. Por outro lado, Wannabe Jalva e The Twelves reforçam o time representando, juntamente com o CSS, a galera nacional em cima do palco.

Quem também curte aproveitar as experiências off music não vai ter do que reclamar. Os parceiros e patrocionadores do festival estão armando atividades de todos os tipos e tamanhos pro pessoal se divertir e ter o que fazer durante todo o evento. Desde distribuição de zines e brindes até cabelereiros renomados dispostos a dar um trato no look do pessoal, passando ainda por discotecagens imperdíveis, street art e customização de garrafas metálicas exclusivas. Tudo isso pra quem for ao M/E/C/A. Mas tá difícil? O mês nem acabou e o salário já era? Calma, que a gente não vai deixar você na mão:

—> Entre no seu Twitter, siga a gente e o @mecafestival e poste a frase:

Já tenho compromisso pro dia 28 de janeiro. Vou ao @mecafestival com o ingresso que o @movethatjukebox vai me arrumar http://kingo.to/XXU

Como sempre, o Sorteie.me vai indicar pra gente os ganhadores. Temos, veja bem, DOIS PARES DE ENTRADAS. E os nomes dos dois sortudos serão revelados no comecinho da tarde da próxima terça-feira, dia 24.

Boa sorte e, por via das dúvidas, já vai separando o protetor solar e os óculos escuros pra curtir os shows imperdíveis do festival. Pra quem quiser mais informações, como preços de ingressos e localização, dá um pulo no site do M/E/C/A. Tá tudo lá.

5 dez 2011

Sónar São Paulo terá Justice e Björk em 2012

Por  @16:21

O Sónar, um dos maiores festivais de música eletrônica do mundo, chega em São Paulo novamente em 2012, e acontecerá no Anhembi, nos dias 11, 12 e 13 de maio. Hoje divulgaram seu line-up, que conta com nomes nacionais e internacionais, tendo como headliners Justice e Björk.

Os franceses voltam ao Brasil após quase 4 anos, quando fizeram apresentações destruidoras no Circo Voador e no Anhembi onde tocarão dessa vez. Björk veio ao Brasil da última vez em 2007 para tocar no extinto TIM Festival, com um show tão grandioso que atrasou 2 horas só para a preparação do palco. A confirmação no Sónar deve ser o motivo pelo qual a islandesa não está no line-up do Lollapalooza, que acontece no mês anterior.

Além dos dois headliners, o festival confirmou também nomes como Modeselektor, James Blake, Four Tet, Little Dragon, Alva Noto & Ryuichi Sakamoto, além dos brasileiros Emicida, The Twelves, Bruno Belluomini, Psilosamples e Dago Donato.

O site oficial está fora do ar no momento, mas você pode ver o line-up detalhado aqui.

23 mai 2011

Dá uma olhada na trinca de atrações que fecha o line-up do Jukebox Festival

Por  @15:11

E lá se foram mais de 2 semanas desde o anúncio oficial do festival que vai, no comecinho de julho, reunir as suas e as nossas bandas nacionais favoritas. Bidê ou Balde, André Paste, Zemaria, Apanhador Só, Holger e Garotas Suecas estão mais que confirmados. E espere por muita cerveja gelada com o patrocínio e a parceria essencial da Devassa, a SUA banda abrindo a noite e guitarras e sintetizadores no talo. Ainda mais com a última trinca de atrações anunciada na sequência. Respira e vem junto com a gente:

The Twelves

10 mar 2011

Ingressos para show do Chemical Brothers à venda a partir do dia 11

Por  @15:55

Pros fãs dos Chemical Brothers, fica o recado: os ingressos para o show único um dos shows que a dupla fará no país começam a ser vendidos a partir de amanhã, dia 11. Tom Rowlands e Ed Simons desembarcam no Brasil para apresentação no dia 30 de abril, na Arena Maeda, em Itu – mesmo lugar que aconteceu o festival SWU. [UPDATE] Mas antes disso, como bem alertou a Cati nos comentários, os “irmãos” passam por Belo Horizonte, no Mega Space.

O duo britânico será a atração principal do Chemical Music Festival, que ainda terá nomes como Gui Boratto e The Twelves no comando das pick-ups. O esquema dos ingressos, que poderão ser comprados por aqui, aqui e aqui, ficou assim:

Pista:

Lote promocional – R$75,00 – até 9 de abril ou enquanto durar o lote*
2º Lote – R$95,00 – até 23 de abril ou enquanto durar o lote*
3º Lote – R$115,00 – após o dia 23 de abril e enquanto durar o lote*

Pista premium:

Lote promocional – R$145,00 – até 9 de abril ou enquanto durar o lote*
2º Lote – R$185,00- até 23 de abril ou enquanto durar o lote*
3º Lote – R$215,00 – após o dia 23 de abril e enquanto durar o lote*

Teorica e futuramente, vai dar pra ver todos os detalhes no site oficial do evento – mas ainda tá em construção. Quem vai? Lembrando que o Chemical Brothers trará para o festival o show do disco Further, lançado em 2010.

11 fev 2011

Concorra a um par de ingressos para ver o LCD Soundsystem em São Paulo, no dia 18

Por  @14:51

[UPDATE] A banca julgadora do Move brigou, discutiu e finalmente chegou num acordo. Não tem como agradar todo mundo nesses concursos de resposta mais criativa. Mas vamo lá, então: responsável por tirar da manga um dos memes mais recentes da internet, a Ju Cz levou essa, com a divertida sacada de postar um “FICA, VAI TER BOLO“. Depois dessa declaração cheia de sentimento e muito amor, duvido que o James Murphy vai ter coragem de parar com o LCD Soundsystem. Ju, entrarei em contato já, já. Parabéns e um bom show! Pros outros, fiquem de olho por aí que não demora aparecem mais sorteios, tamos conversados? [/UPDATE]

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Assim, se você é fã de LCD Soundsystem, acho muito bom você separar uma graninha aí pra ver James Murphy na próxima quinta, no Rio, na sexta, dia 18, em São Paulo ou dois dias depois em Porto Alegre. Até porque a banda vai vestir o paletó de madeira em breve e você não quer perder essa última oportunidade de dançar “Drunk Girls” com os caras, quer? Tá quebrado de tudo e não tem dinheiro nem pra pegar o metrô pro show? Bem, quanto ao transporte não tem como a gente ajudar. Desculpa. Mas que tal uma mãozinha com o ingresso?

Headlineando o palco do Popload Gig no festival (No) Mondays!, o LCD Soundsystem passa mais uma vez por São Paulo na próxima sexta. O evento rola no Warehouse, anexo do clube Pachá, a partir das 21h. Além disso, depois de liderar sua banda, James Murphy, juntamente com seu parceiro Pat Mahoney, ATACAM DE DJs na pista comemorativa dos 15 anos do Hell’s Club. O The Twelves também vai dar as caras no festival, aquecendo a pista pro LCD. A programação completa, preços e horários podem ser consultados no site do (No) Mondays!.

Agora vamos ao que interessa. Temos um par de ingressos para o festival. Tá a fim? Então faz o seguinte:

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-> Curta a página do Move no Facebook.

-> Pronto? Agora dá uma olhada nessa piscada safada do James Murphy e responda NA PARTE DE COMENTÁRIOS DA PRÓPRIA FOTO, NO FACEBOOK:

O que você diria ao James Murphy para ele desistir de acabar com o LCD Soundsystem?

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A melhor resposta leva 2 entradas para o (No) Mondays!. Só que é o seguinte: o ganhador deverá pegar seus ingressos com o Alex Correa, que mora em São Paulo, em local e hora combinada por e-mail e/ou telefone. Não mandaremos por correio.

Anunciaremos o resultado na noite da próxima quarta-feira, dia 16. Se o ganhador não se manifestar em 24 horas, faremos uma nova escolha. Dúvidas? Não? Então corre lá e boa sorte!

1 fev 2011

Música boa, público animado e ansiedade antecipada pro M/E/C/A 2012

Por  @4:16

Sair do interior de Minas Gerais pra passar dois dias no sul do país “só” pra ir a um festival de música com bandas não lá muito conhecidas não era uma ideia das mais práticas – ainda mais sendo a primeira edição do M/E/C/A/Festival. Mas com boa organização, som de qualidade, público interessado – e interessante -, e bandas escolhidas a dedo pra se encaixarem como luvas na proposta e programação do evento, o calendário brasileiro acaba de ganhar uma ótima opção para seus verões – e que faz compensar toda a correria de um bate-e-volta de fim de semana pra quem mora longe do litoral gaúcho.

Era uma tarde das quentes em Xangri-Lá, cidade litorânea a 130km de Porto Alegre, quando o Wannabe Jalva, provalmente se apresentando pela primeira vez para a maioria dos ali presentes, subiu ao palco – e com apenas 3 músicas oficialmente lançadas, mandou um set encorpado, curto e lotado de váriações rítmicas que despertaram a atenção do tímido pessoal que começava a chegar ao M/E/C/A/Festival. As influências passeavam com velocidade impressionante entre Arctic Monkeys, Passion Pit, Yeasayer e Holger. Com o sol ainda batendo forte nos wayfarers facilmente avistados, a banda se despediu sob aplausos e deixou a sensação de que, daqui um ano quem sabe, ela pode estar entre as atrações que fecham o festival – e potencial pra isso não falta.

Foto por Hick Duarte

Com muita gente ainda dispersa pelo local, sentada na grama e curtindo uma Heineken gelada, os curitibanos do Rosie And Me empunharam seus instrumentos e surpreenderam praticamente 100% das pessoas que não os conheciam. Bastava uma simples olhada ao redor pra perceber que grande parte dos narizes desconfiados apontavam pro palco, mirando aquela mistura fofa de folk e pop. Se a surpresa – e o sorriso – já era evidente no rosto de muita gente, encantada com melodias suaves e com a timidez quase que ensaiada da vocalista Rosanne Machado, veio um dos momentos mais improváveis e memoráveis da noite: “Ready For The Floor”, hit electro rock do Hot Chip, foi submetido a uma mudança na qual os sintetizadores foram substituidos por violões e banjo! Junto com o Wannabe Jalva, tá aí mais uma banda que leva boa parte das minhas fichas no quesito “Aposta Nacional 2011″.

Foto por Hick Duarte

Depois de duas apresentações de “aquecimento de luxo”, era a hora da indiezada que já começava a lotar o local soltar o gogó. O Copacabana Club entrou com vários hits na manga – e não teve dó de descartá-los durante sua apresentação, que ainda contou com músicas inéditas e que virão no debut da banda, intitulado Tropical Splash. Divertido, animado, rápido e com todo o mundo entoando “Just Do It”, maior sucesso dos curitibanos. Esse foi – como esperado – o Copas, que ainda teve sua vocalista, Caca V, fazendo DJ set cheio de altos e baixos no domingo, na plataforma de Atlântica, como parte do M/E/C/A Land.

Foto por Hick Duarte

Finalmente, era hora de um dos shows mais comentados de 2010 mostrar que era tudo isso, de fato. Vindo lá da Irlanda, o trio – e quarteto quando ao vivo – Two Door Cinema Club chegou chutando a porta (não literamente, gente), falou (bem) pouco, tocou muito e saiu ovacionado pelo lotado Indie Stage – merecidamente. Com músicas que fazem geral dançar há mais de um ano nas baladinhas indies, a banda enfileirou hits certeiros com confiança e precisão de gente grande.

Foto por Hick Duarte

No setlist, baseado total e obviamente no debut Tourist History, ainda couberam faixas que ficaram de fora da estreia, como o ótimo b-side “Costume Party”. Mandando um de seus hinos (hehe) logo de cara, “Undercover Martyn”, o TDCC soube segurar toda a apresentação, que culminou em um uníssono nos refrões de “I Can Talk” daqueles quem fazem você se lembrar e se perguntar: “Quando vai ter isso de novo?” Showzaço!

Com a cabeça ainda atordoada e tentando registrar o que tinha sido o show anterior, veio o Vampire Weekend pra fechar com responsa o line-up caprichado de bandas do festival. Ezra Koening, destaque óbvio e líder do quarteto novaiorquino, era só sorrisos e nem parecia se importar que sua banda, debutando em solo nacional, era headliner de um festival que também fazia sua estreia naquela noite. Com um batera fundamental e que se sacolejava como se não houvesse amanhã, o Vampire superou expectativas e não desperdiçou sequer um minuto enquanto era alvo dos holofotes e das várias câmeras e celulares que o miravam a todo momento.

Foto por Mahê Ferreira

O set não trouxe surpresas – e nem caberiam. Quem foi ao festival queria cantar com todas as forças “Cousins”, “A Punk”, “Oxford Comma”, “Run”, “White Sky”, “Cape Cod Kwassa Kwassa” e “One (Blake’s Got A New Face)” (essa última, com execução primorosa da banda e participação massiva do público, vale reforçar). Bem, se teve alguém que foi e não cantou, pelo menos deve ter saído de lá um pouco surdo pelo barulho dos gritos, que não cessaram até o último acorde tocado pelo Vampire Weekend.

Foto por Mahê Ferreira

Sobre a organização, não presenciei grandes problemas. A comida era boa e estava sempre quente. Quando ia comprar cerveja, não pegava praticamente nenhuma fila – apesar de que, a certa altura, a bebida tinha acabado e, quando chegou mais, levou alguns minutos até gelar bem. O fluxo no banheiro era tranquilo e não houveram grandes atrasos nos shows, só uma pequena confusão no line-up pós-bandas, que teve o eficiente The Twelves discotecando em horário diferente do previsto. Mas nada que tire pontos do evento. MUITO pelo contrário. De volta pra casa, depois de algumas horas de viagem, a sensação é compensadora e só resta uma dúvida: demora muito pro M/E/C/A/Festival 2012?

17 jan 2011

Ganhe ingressos para o M/E/C/A/Festival, que terá nomes como Two Door Cinema Club e Vampire Weekend

Por  @23:09

[UPDATE] Antes de tudo, valeu demais por terem participado do sorteio, pessoas! E os sortudos que vão levar um par de ingressos cada para o M/E/C/A/Festival são: @luoca, @luancarvalhoo, @jessicambf e @kakimba. O link do sorteio está aqui. Parabéns e chequem suas DMs, ok? Quem não levou essa, FICA LIGADO! Deve rolar um sorteio-relâmpago pra mais dois pares de entradas a qualquer momento no nosso Twitter. [/UPDATE]

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Janeiro geralmente é o mês em que o pessoal gosta de ir à praia curtir aquele sol na cara, torrando tudo o que vê pela frente, e aquela areia maldita, da qual você vai se lembrar por pelo menos um mês depois de ter voltado pra casa. Bem, só que nesse finalzinho do primeiro mês de 2011, até os maiores não simpatizantes do mar terão um motivo mega boga pra aparecer na Plataforma de Atlântida, que fica na cidade litorânea de Xangri-Lá, pertinho de Porto Alegre.

Não faz ideia do que é o M/E/C/A/Festival? Calma que a gente explica: durate os dias 28, 29 e 30 de janeiro, acontecerão vários shows incríveis – e inéditos no país -, exposições de fotografia e atividades relacionadas ao surfe, skate e por aí vai. O que você precisa saber é que, no sábado (29), vai rolar, a partir das 5 da tarde, o seguinte line-up no Indie Stage da estrutura que será montada: discotecagens de Lúcio Ribeiro e The Twelves, além de apresentações dos queridos Wannabe Jalva, Rosie and Me e Copacabana Club. Quer mais? Então segura que Two Door Cinema Club e Vampire Weekend farão seus debuts em palcos nacionais no M/E/C/A/. O som ainda continua no Club Stage, que tem como atração principal a dupla inglesa Layo & Bushwacka. A programação completa tá toda explicada aqui.

Os irlandeses do Two Door Cinema Club cortando o cabelo antes de virem para o Brasil

Já foi convencido de que você não terá programa melhor pra fazer no fim de semana mencionado? Pois então trate de se programar, porque o 1° lote de ingressos já é história. O segundo já está à venda, tendo cada entrada custando 70 reais. Mas e se você ganhasse uma entrada? Aliás, e se você ganhasse um par de ingressos? Já facilitava um pouco a vida, certo? Então se liga nas instruções, porque o Move, como parceiro oficial do festival, vai colocar pra dentro do festival, na faixa, alguns de nossos queridos leitores.

Seguinte, siga o @movethatjukebox e tuite:

Me comprometo a fazer essa dancinha http://migre.me/3GJQR se eu ganhar ingresso do @movethatjukebox pro @mecafestival: http://kingo.to/r11

Pelo Sorteie.me, iremos pegar o nome de QUATRO sortudos que irão levar UM PAR de ingressos cada. Obviamente, o resto dos custos é por sua conta, né, seu folgado. Se serve de consolo, no site do festival você encontra guias completinhos de “Como chegar” e “Onde ficar” – além de todas as outras informações das quais você possa precisar.

Enfim, tuite logo, porque a promo acaba nessa quinta-feira, ao meio-dia. Boa sorte pra todo mundo e a gente se encontra na praia gaúcha daqui uns dias.

15 out 2010

SWU: Um pouco da música eletrônica no festival

Por  @18:17

Pouco foi falado por aqui sobre a grande tenda verde do SWU, patrocinada pela Heineken e que abrigou todo o putz-putz que passou pela fazenda Maeda nesse feriado. Por ter sido com certeza um dos destaques do festival, ela merece um post aqui.

O line-up da tenda foi muito diversificado, atendento aos fãs das mais variadas vertentes da música eletrônica e principalmente à maioria, que não sabe diferenciar os estilos, quer mesmo é dançar e se divertir.

Foto: InPress

Glocal abriu a tenda no sábado à tarde com um som bem balançado, misturando computador com guitarra e baixo. Pouco depois entrou o Killer on the Dancefloor que de duo virou trio, e junto com o número de membros aumentou também sua ousadia, mandando um set pesado e cheio de hits do rock. Os cariocas do The Twelves apostaram em seu principal ponto forte e se deram bem. O set recheado de seus famosos remixes teve M.I.A, Two Door Cinema Club, The Virgins e até Guerilla Radio, do RATM. Coisa que o MSTRKRFT poderia ter feito mais. Apesar do set destruidor, faltaram remixes e músicas próprias na apresentação dos canadenses.

Crystal Method, com um tempão de estrada nas costas, fez um set modesto mas competente, enquanto Marky, outro veterano, mostrou que tem motivos para estar presente em tudo quanto é festival.

No terceiro dia, os destaques ficam por conta do Aeroplane, que fugiu um pouco da barulheira injetando um pouco de melodia na pista, e do Mixhell que trouxe de volta o peso pra tenda verde. O duo, que eu já curti muito e nas últimas apresentações havia me desanimado bastante, levou a bateria pro palco e mostrou que eu tinha motivos pra me animar de novo. Iggor é incansável e logo após tocar em um show frenético do Cavalera Conspiracy, já estava lá, batucando para um público completamente diferente, que o admira do mesmo modo. Para mim, ele é o retrato fiel desse SWU. Estilos completamente diferentes no mesmo local, tudo junto e misturado.

10 out 2010

Primeiro dia de SWU: Estrada de terra, bucolismo e a fúria do Rage Against The Machine

Por  @14:42

9 de outubro, primeiro dia de SWU, também pode ficar marcado como a primeira oportunidade que as gerações mais recentes tiveram de presenciar um festival “de verdade”, daqueles dos grandes – dizem, não posso afirmar por ter nascido tarde demais, que o Starts With You (lembra que esse é o nome original?) só se equipara ao Rock In Rio em questão de tamanho no Brasil.

É fácil perceber que o SWU é realmente um monstro, como já dava pra dizer assistindo ao preview da visão área do lugar. A Fazenda Maeda (Arena Maeda, Pousada Maeda ou Pesqueiro Maeda são os mesmos lugares, vale dizer) é, provavelmente, o maior campo aberto que eu já vi na vida. A estradinha de terra de 3km que conecta a rodovia principal ao lugar é genial: não facilita a locomoção, verdade, mas serve pra dar um baita choque de ambiente, principalmente pra quem tinha São Paulo como ponto de partida – de repente, a poluição do dia-a-dia e a correria da Avenida Paulista viraram plantações de eucalipto (logo na entrada você dá de cara com a Eucatex, do Maluf), gramados infinitos e árvores que vão até sabe-se-lá-onde.

Se todo esse verde deixa o evento com a mesma cara do Woodstock? Não, não deixa. Mais uma vez, não posso usar a minha memória para descrever as diferenças, mas os registros falam por mim: pra entender a vibe, vale pegar um Aconteceu em Woodstock ou o próprio Woodstock e sacar o abismo que existe entre a geração paz e amor e os tempos atuais. Quem ficava tentando travar uma competição entre o SWU e o Planeta Terra também saiu perdendo: a pegada aqui é mais abrangente, popular e bem mais intensa, enquanto o Terra aposta em mais conforto e “tendência”, com o perdão da palavra. No final das contas, todo mundo sai ganhando.

Na recepção, a organização não falhou só uma vez. O staff terceirizado, que erra quase em todos os eventos, não sabia orientar bem quais entradas as pessoas deveriam pegar para entrar nas diferentes áreas. Péssima qualidade na hora de informar, mas a educação dos funcionários funcionava bem – eu, pelo menos, fui super bem tratado e só ouvi relatos de pessoas que também receberam tratamentos bem simpáticos. Ponto positivo.

O climão de festival ficava estampado na cara de todo mundo logo na primeira tour pela Maeda. Os dois palcos principais, Ar e Água, ficam mais próximos da entrada, o Oi Novo Som fica quase no final do espaço e a tendona verde da Heineken é ponto obrigatório, bem no meio do caminho. Se você pretende passar por lá nos próximos dias (ou voltar no ano que vem, de repente), é bom botar na cabeça de uma vez que não se anda pouco, principalmente quem tem que recorrer aos estacionamentos ou ao camping no final da noite. O passeio fica mais leve com os passatempos que aparecem no caminho, mesmo não sendo tão acessíveis – a roda gigante e o paredão de escalada, as coisas mais legais de lá depois dos palcos, tinham filas enormes.

Também vale preparar um mantra pra encarar filas com bom humor. A Ana observou bem, inclusive: “Ir no banheiro, comprar bebida, comida… Não se gasta menos de 40 minutos pra fazer qualquer coisa aqui”. A dinâmica tradicional dos 1001 caixas não funcionou, como sempre – quem quisesse comprar cerveja tinha que passar por três: o das fichas, o para conseguir uma pulseirinha de maior de 18 anos e o terceiro para pegar a bebida, finalmente.

O barulho sobre sustentabilidade não foi tão grande quanto na web. Pela primeira vez, não senti que estavam tentando empurrar um papo sobre ecologia pela garganta de todo o mundo – quem quisesse ter informação sobre reciclagem, energia e tudo o mais, poderia procurar uma das tendas ecologicamente corretas e se informar melhor, por livre e espontânea vontade.

A agendinha de “Shows Que Eu Quero Ver” só funciona pra quem tem muita disciplina. Ao mesmo tempo em que é bom saber que você tem várias opções de shows para assistir (Los Hermanos, Apples In Stereo e MSTRKRFT tocaram ao mesmo tempo em palcos diferentes), também é legal poder contar com um relevo confortável no meio do gramado pra descansar. Dos 13 shows que eu pretendia ver, nem que fosse por um tempinho, só consegui pegar cinco – e com um puta frio no nariz:

* Um pedacinho do The Twelves, que recebeu gritinhos durante um remix de Phoenix;

* Mallu Magalhães, muito mais articulada do que era há dois anos, trocando frases com os fãs, fazendo piadinhas e complementando o setlist (boa parte formado pelas músicas do segundo disco) com um cover de Billie Holliday;

* Mutantes, com Sérgio Dias já na flor da idade e mostrando a nova vocalista, Mara Maravilha Bia Mendes;

* Los Hermanos, emocionando, sendo recebidos com calor pelo público e mais bem humorados do que no último show que fizeram, em 2009;

* E, fechando a noite, o COMPLETAMENTE INSANO Rage Against the Machine, que deixou todo mundo de queixo caído com o poder de controle sobre o público, mesmo com várias dificuldades técnicas. O som da banda foi desligado duas vezes por um bom intervalo de tempo, mas Zach de la Rocha e cia. não deixaram nenhuma música pela metade. Depois da segunda falha, quando muita gente achou que eles desistiriam do show, a banda voltou ao palco e improvisaram uma jam para testar o som. Incitadas pelo próprio Tom Morello a invadir a pista premium, as pessoas da pista comum tentavam entrar na área mais cara várias vezes – e, inclusive, vi dois caras conseguindo o que queriam. A confusão foi tanta que a barricada do fosso dos fotógrafos quase cedeu. Foi nessa altura que o show parou mais uma vez, agora com a produção pedindo para todo mundo dar três passos pra trás – “Ou isso ou não tem mais show”, disse uma voz no microfone que tentava impedir que a barricada fosse abaixo. A banda manteve a postura e ainda voltou pro bis, fechado com o mega supreme hit “Killing In The Name”, que a Globo comeu na transmissão pela TV.

Daí ainda teve o show do Brothers of Brazil, logo no início, que eu vi porque eu era muito fã do Supla na pré-adolescência por inércia. Os caras até mandaram bem num cover de “Folsom Prison Blues”, do Johnny Cash (e aí teve a parte vergonha alheia, com uma versão de Lady Gaga, e a etapa nostalgia com “Japa Girl” e “Garota de Berlim”). HEH

Já estamos na Maeda pro segundo dia de festival, com Kings of Leon, Sublime with Rome, Joss Stone, Regina Spektor e os brasileiros Otto, Tulipa Ruiz e Volver, além de uma porrada de outros. Pra acompanhar isso e todo o resto, na medida do possível, cola no @movethatjukebox e fica de olho.

20 set 2010

Mixtape – Insiders SWU

Por  @10:03

O título é (quase) auto-explicativo: os chamados “insiders” do SWU Music & Arts Festival se reuniram nessa segunda-feira para postar pequenas mixtapes com algum tema relacionado ao movimento. E o esquema bolado foi o seguinte: cada insider receberia E mandaria uma mixtape. Tipassim: por sorteio, ficou decidido que o Move receberia a mixtape do PuroPop para postar. E a nossa seleção de músicas foi parar lá no Juicebox. Entendeu? Então dá uma checada na mix que peguei do Fernando, editor do PuroPop:

O PuroPop escolheu as músicas para encaixar com o estilo do Move, site biloto que acessamos sempre. Para isso, escolhemos três dos artistas que estarão no festival para essa mixtape: MSTRKRFT, The Twelves e o clássico Crystal Method.

Works for Me – The Twelves
Representando o lado criador da dupla, uma música original que com certeza vai levantar a galera na tenda da Heineken.

Something Good Can Work – Two Door Cinema Club
Agora, para mostrar o quanto os caras do Twelves manjam de remixagem, uma música que ficou muito melhor na versão da dupla de DJs.

Easy Love – MSTRKRFT
Um clássico do MSTRKRFT que, na humilde opinião do PuroPop, é o melhor duo da atualidade.

Paris – MSTRKRFT
Mais uma deles, porque são bons demais. Não colocamos os remixes, mas garantimos que vale a pena.

Bounce – MSTRKRFT
“All I do is party – ha ha ha”. Essa frase resume o que vai acontecer durante o show do MSTRKRFT!

Born Too Slow – Crystal Method
Para os mais novos, que não conhecem todo o histórico jurássico do Crystal Method, com certeza reconhecerão essa faixa da trilha sonora de Need for Speed Underground.

Busy Child – Crystal Method
Já mais antiga, mas também ligada aos videogames (afinal, é uma lista do PuroPop!), “Busy Child’ mostra outra fase dos tiozões do Método do Cristal.

PuroPop <== Move That Jukebox! ==> Juicebox