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	<title>Move That Jukebox &#187; The Very Sexuals</title>
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		<title>Entrevista: Joep van Son (The Very Sexuals/The Sugarettes)</title>
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		<comments>http://movethatjukebox.com/entrevista-joep-van-son-the-very-sexualsthe-sugarettes/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 16 Feb 2009 18:34:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alex Correa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[joep van son]]></category>
		<category><![CDATA[the sugarettes]]></category>
		<category><![CDATA[The Very Sexuals]]></category>

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		<description><![CDATA[<p style="text-align:justify;"><img class="alignleft size-full wp-image-3696" title="tvs" src="http://movethatjukebox.files.wordpress.com/2009/02/tvs.jpg" alt="tvs" width="201" height="292" />Joep van Son goza de certa popularidade em sua terra natal, a Holanda, por liderar uma das bandas de indie pop mais promissoras do cenário musical de Eindhoven. Com seu novo projeto, o quinteto The Very Sexuals, lançado pela Subroutine Records (e disponibilizado gratuitamente em theverysexuals.com), Joep volta a fazer barulho na cena indie dos Países Baixos, desta vez com um som mais calmo, letras mais poéticas e até um clipe, ao qual assisti com exclusividade (e recomendo).</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span> </span>Confira abaixo a entrevista de Joep exclusiva para o Move That Jukebox!</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><strong>Quando você começou a ver a música como uma carreira? Quais eram suas influências musicais na época?</strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">Acho que comecei a gravar em casa quando tinha vinte e poucos anos. Apenas como um hobby, eu comecei a gravar vários esboços em um estéreo 8-track que comprei. Naquela época eu tocava em uma banda, mas apenas como guitarrista, e fazia alguns backing vocals. Era uma banda de rock e as pessoas com quem eu fazia música estudavam jazz, então musicalmente não era uma boa parceria. Então por volta de três anos atrás, minha amiga Mariska disse, ‘Nós deveríamos fazer uma demo com algumas das suas músicas’. Então nasceu o Sugarettes. Era uma mistura dos meus antigos riffs de hard rock e doces influências do pop. Porque eu ouvia muito Sparklehorse naquela época, gravei tudo com muita distorção, em tudo! Eu adorava aquele som de aspirador de pó! A demo foi bem recebida e a tocaram em algumas grandes rádios da Europa e a TV holandesa fez uma matéria sobre nós. Eu comecei a levar a música mais a sério depois disso.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><strong>Você já tinha uma banda (The Sugarettes). Por que você decidiu começar o The Very Sexuals e como vocês se reuniram?</strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span> </span>Eu gravo faixas em casa rapidamente, então eu tinha muito material. Eu sempre quis fazer algo com menos rock. Algo com violino, órgão e violões. Eu era um grande fã da cantora holandesa Pien Feith. Então eu enviei alguns esboços para ela via e-mail. Eu recebi uma resposta positiva dela e nos meses seguintes escrevemos o álbum por e-mail. Nos encontramos pela primeira vez e fomos direto para o estúdio com alguns amigos. Todos os membros dos Sugarettes também estão envolvidos. Nós descobrimos que nosso engenheiro de som tocava vários instrumentos, então durante o processo de gravação ele tocou várias coisas no álbum. Ele também se tornou um membro da banda. É assim que eu gosto, espontaneidade!</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;">[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=2OBsKZFQnIA]</p>
<p style="text-align:center;"><em>&#8216;Solene&#8217;, dos Sugarettes</em></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><strong>Algumas pessoas dizem que você é muito tímido e sofre de um pouco de medo dos palcos. Alguma coisa estranha já aconteceu com você durante uma apresentação?</strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span> </span>(Risos) Não, não tenho nenhum trauma! Okay, sou um pouco tímido, admito. Quando começamos o Sugarettes, foi um grande passo para mim levar a música para fora do conforto da minha casa. Eu nunca tinha cantado no palco e na verdade não me via como cantor. E nós nunca tiramos um tempo para ensaiar bastante, porque todos nós temos profissões que exigem muito de nós, além da música. Eu não estava muito confortável com as músicas que tocamos com os Sugarettes, nós tínhamos péssimos equipamentos e eu tenho uma forma estranha de trabalhar, porque primeiro eu vou para o estúdio e depois disso nós temos que aprender a tocar as músicas! (Risos) Para o próximo álbum, nós vamos nos preparar ao máximo e deixar tudo mais excitante.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><strong>No seu blog do MySpace, você disse que estavam voltando ao estúdio para gravar uma nova música (‘Dennis Hopper’). Isso significa que você anda escrevendo novos materiais para o TVS?</strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span> </span>Sim, estamos ocupados gravando novas faixas. Acho que vai ser um miniEP com aproximadamente 4 inéditas. Não é o The Very Sexuals do primeiro álbum. Juntamente com o namorado da melhor amiga da minha namorada (risos) eu passo algumas tardes só fazendo música. Ele (Jelle) e eu nos conectamos muito bem na música e estamos tocando todos os instrumentos. Nesse EP, tanto a Pien quanto a Mariska vão fazer vocais. É um pouco mais suave que o primeiro álbum. Bem pop e um pouco dançante, me lembra de Belle and Sebastian ou dEUS. Usamos caixas de ritmos e muitas cordas.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><strong>Com um CD gratuito para download, tenho certeza de que vocês recebem algum reconhecimento de seus fãs holandeses, mas como a cena musical internacional está recebendo o The Very Sexuals? Em quais países você diria que vocês tiveram um maior impacto?</strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span> </span>Levou um tempo para que a cena musical holandesa nos levasse a sério. Depois de ótimas críticas e execuções em rádios estrangeiras (por exemplo, BBC e KEXP), eles estavam pensando, ‘Hum, talvez eu goste deles também’. Agora nós temos um pequeno sucesso com nosso single ‘Carla’ na melhor rádio alternativa da Holanda. O problema com o nosso país é que nós somos críticos demais, até com nossos próprios produtos. É algo como ‘Acho vocês uma porcaria, até que provem o contrário’. Nós deveríamos, com certeza, valorizar mais a música holandesa. Nós podemos aprender muito com a nossa vizinha, Bélgica, porque eles dão às bandas novas e iniciantes muito mais plataforma para crescer. Nós achamos que algo é bom quando os críticos dizem, ‘Isso é muito anti-holandês, então é show de bola!’. Eu não fico muito frustrado com isso, mas eu vejo muitas bandas holandesas excelentes que merecem muito mais atenção. É claro que muitas coisas boas acontecem, como o Subbacultcha, que coloca o underground holandês de volta no mapa. Mas fico muito feliz que muitos holandeses baixaram nosso pequeno álbum.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><strong>Você está prestes a começar uma turnê com os Sugarettes. Você acha que pode fazer turnê com o TVS em breve?</strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span> </span>Nós temos planos com o TVS de subir aos palcos no fim desse ano. Eu acho que vamos lançar um novo single e clipe e faremos alguns shows. A prioridade é fazer músicas no estúdio. O objetivo é que esse seja um projeto secundário divertido além de nossas bandas principais. E deve continuar assim. Eu vejo o The Very Sexuals mais como um coletivo de pessoas que eu gosto e admiro, apenas se divertindo no estúdio e criando umas músicas legais. Mariska e eu estamos escrevendo muitos materiais novos para o Sugarettes. Parece que vai ser um disco com guitarras bem altas e uma vibração punk subjetiva. Espero que no próximo verão nós possamos começar a turnê e fazer o lançamento. Já estou ansioso para isso.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><strong>Vocês acabaram de filmar seu primeiro clipe. Como foi essa experiência?</strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span> </span>Como o The Very Sexuals não é uma banda, eu achei que fosse divertido nos apresentar como uma banda no nosso clipe. É só um vídeo de baixo orçamento. Eu achei importante ter aquela sensação de anos 90 nele. Imagine-se sozinha assistindo a TV na cama nos anos 90, ‘120 Minutos’, ‘Nação Alternativa’. Todos os programas antigos que aquecem seu coração.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:right;"><em>Por Nathália Pandeló</em></p>
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;"><img class="alignleft size-full wp-image-3696" title="tvs" src="http://movethatjukebox.files.wordpress.com/2009/02/tvs.jpg" alt="tvs" width="201" height="292" />Joep van Son goza de certa popularidade em sua terra natal, a Holanda, por liderar uma das bandas de indie pop mais promissoras do cenário musical de Eindhoven. Com seu novo projeto, o quinteto The Very Sexuals, lançado pela Subroutine Records (e disponibilizado gratuitamente em theverysexuals.com), Joep volta a fazer barulho na cena indie dos Países Baixos, desta vez com um som mais calmo, letras mais poéticas e até um clipe, ao qual assisti com exclusividade (e recomendo).</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span> </span>Confira abaixo a entrevista de Joep exclusiva para o Move That Jukebox!</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><strong>Quando você começou a ver a música como uma carreira? Quais eram suas influências musicais na época?</strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">Acho que comecei a gravar em casa quando tinha vinte e poucos anos. Apenas como um hobby, eu comecei a gravar vários esboços em um estéreo 8-track que comprei. Naquela época eu tocava em uma banda, mas apenas como guitarrista, e fazia alguns backing vocals. Era uma banda de rock e as pessoas com quem eu fazia música estudavam jazz, então musicalmente não era uma boa parceria. Então por volta de três anos atrás, minha amiga Mariska disse, ‘Nós deveríamos fazer uma demo com algumas das suas músicas’. Então nasceu o Sugarettes. Era uma mistura dos meus antigos riffs de hard rock e doces influências do pop. Porque eu ouvia muito Sparklehorse naquela época, gravei tudo com muita distorção, em tudo! Eu adorava aquele som de aspirador de pó! A demo foi bem recebida e a tocaram em algumas grandes rádios da Europa e a TV holandesa fez uma matéria sobre nós. Eu comecei a levar a música mais a sério depois disso.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><strong>Você já tinha uma banda (The Sugarettes). Por que você decidiu começar o The Very Sexuals e como vocês se reuniram?</strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span> </span>Eu gravo faixas em casa rapidamente, então eu tinha muito material. Eu sempre quis fazer algo com menos rock. Algo com violino, órgão e violões. Eu era um grande fã da cantora holandesa Pien Feith. Então eu enviei alguns esboços para ela via e-mail. Eu recebi uma resposta positiva dela e nos meses seguintes escrevemos o álbum por e-mail. Nos encontramos pela primeira vez e fomos direto para o estúdio com alguns amigos. Todos os membros dos Sugarettes também estão envolvidos. Nós descobrimos que nosso engenheiro de som tocava vários instrumentos, então durante o processo de gravação ele tocou várias coisas no álbum. Ele também se tornou um membro da banda. É assim que eu gosto, espontaneidade!</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;">[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=2OBsKZFQnIA]</p>
<p style="text-align:center;"><em>&#8216;Solene&#8217;, dos Sugarettes</em></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><strong>Algumas pessoas dizem que você é muito tímido e sofre de um pouco de medo dos palcos. Alguma coisa estranha já aconteceu com você durante uma apresentação?</strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span> </span>(Risos) Não, não tenho nenhum trauma! Okay, sou um pouco tímido, admito. Quando começamos o Sugarettes, foi um grande passo para mim levar a música para fora do conforto da minha casa. Eu nunca tinha cantado no palco e na verdade não me via como cantor. E nós nunca tiramos um tempo para ensaiar bastante, porque todos nós temos profissões que exigem muito de nós, além da música. Eu não estava muito confortável com as músicas que tocamos com os Sugarettes, nós tínhamos péssimos equipamentos e eu tenho uma forma estranha de trabalhar, porque primeiro eu vou para o estúdio e depois disso nós temos que aprender a tocar as músicas! (Risos) Para o próximo álbum, nós vamos nos preparar ao máximo e deixar tudo mais excitante.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><strong>No seu blog do MySpace, você disse que estavam voltando ao estúdio para gravar uma nova música (‘Dennis Hopper’). Isso significa que você anda escrevendo novos materiais para o TVS?</strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span> </span>Sim, estamos ocupados gravando novas faixas. Acho que vai ser um miniEP com aproximadamente 4 inéditas. Não é o The Very Sexuals do primeiro álbum. Juntamente com o namorado da melhor amiga da minha namorada (risos) eu passo algumas tardes só fazendo música. Ele (Jelle) e eu nos conectamos muito bem na música e estamos tocando todos os instrumentos. Nesse EP, tanto a Pien quanto a Mariska vão fazer vocais. É um pouco mais suave que o primeiro álbum. Bem pop e um pouco dançante, me lembra de Belle and Sebastian ou dEUS. Usamos caixas de ritmos e muitas cordas.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><strong>Com um CD gratuito para download, tenho certeza de que vocês recebem algum reconhecimento de seus fãs holandeses, mas como a cena musical internacional está recebendo o The Very Sexuals? Em quais países você diria que vocês tiveram um maior impacto?</strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span> </span>Levou um tempo para que a cena musical holandesa nos levasse a sério. Depois de ótimas críticas e execuções em rádios estrangeiras (por exemplo, BBC e KEXP), eles estavam pensando, ‘Hum, talvez eu goste deles também’. Agora nós temos um pequeno sucesso com nosso single ‘Carla’ na melhor rádio alternativa da Holanda. O problema com o nosso país é que nós somos críticos demais, até com nossos próprios produtos. É algo como ‘Acho vocês uma porcaria, até que provem o contrário’. Nós deveríamos, com certeza, valorizar mais a música holandesa. Nós podemos aprender muito com a nossa vizinha, Bélgica, porque eles dão às bandas novas e iniciantes muito mais plataforma para crescer. Nós achamos que algo é bom quando os críticos dizem, ‘Isso é muito anti-holandês, então é show de bola!’. Eu não fico muito frustrado com isso, mas eu vejo muitas bandas holandesas excelentes que merecem muito mais atenção. É claro que muitas coisas boas acontecem, como o Subbacultcha, que coloca o underground holandês de volta no mapa. Mas fico muito feliz que muitos holandeses baixaram nosso pequeno álbum.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><strong>Você está prestes a começar uma turnê com os Sugarettes. Você acha que pode fazer turnê com o TVS em breve?</strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span> </span>Nós temos planos com o TVS de subir aos palcos no fim desse ano. Eu acho que vamos lançar um novo single e clipe e faremos alguns shows. A prioridade é fazer músicas no estúdio. O objetivo é que esse seja um projeto secundário divertido além de nossas bandas principais. E deve continuar assim. Eu vejo o The Very Sexuals mais como um coletivo de pessoas que eu gosto e admiro, apenas se divertindo no estúdio e criando umas músicas legais. Mariska e eu estamos escrevendo muitos materiais novos para o Sugarettes. Parece que vai ser um disco com guitarras bem altas e uma vibração punk subjetiva. Espero que no próximo verão nós possamos começar a turnê e fazer o lançamento. Já estou ansioso para isso.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><strong>Vocês acabaram de filmar seu primeiro clipe. Como foi essa experiência?</strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span> </span>Como o The Very Sexuals não é uma banda, eu achei que fosse divertido nos apresentar como uma banda no nosso clipe. É só um vídeo de baixo orçamento. Eu achei importante ter aquela sensação de anos 90 nele. Imagine-se sozinha assistindo a TV na cama nos anos 90, ‘120 Minutos’, ‘Nação Alternativa’. Todos os programas antigos que aquecem seu coração.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:right;"><em>Por Nathália Pandeló</em></p>
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		<title>The Very Sexuals &#8211; Post-Apocalyptic Love</title>
		<link>http://movethatjukebox.com/critica-the-very-sexuals/</link>
		<comments>http://movethatjukebox.com/critica-the-very-sexuals/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 13 Jul 2008 20:35:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cédric Fanti</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[resenhas]]></category>
		<category><![CDATA[The Very Sexuals]]></category>

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		<description><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Olha o MTJ! atendendo pedidos de seus leitores novamente! Desta vez, quem deu a sugestão foi um(a) certo(a) <strong>brilhoeterno</strong>, que pode atender pelo email nathpandelo@&#8230; Enfim. O(A) senhor(a) Pandelo nos indicou a seguinte banda: <strong>The Very Sexuals</strong>. Decidi checar para ver como é.</p>
<p style="text-align: justify;">Os Muito Sexuais são na verdade formados por remanescentes de outra banda, The Sugarettes, que não vêm ao caso agora, e estão lançando seu primeiro disco (que contém apenas 8 faixas) de um modo diferente. Considerando o argumento de muitas pessoas sobre baixar músicas na internet, aquele que &#8220;querem ouvir antes para ver se vale a pena comprar o disco&#8221;, a banda lançou a seguinte estratégia: disponibilizou seu disco, o &#8220;<strong>Post-Apocalyptic Love</strong>&#8221; para download de graça em seu site oficial, junto com todos os contatos para a compra da versão física dele.</p>
<p><img class="aligncenter size-medium wp-image-1093" src="http://movethatjukebox.files.wordpress.com/2008/07/perspic-tvs2.jpg?w=296" alt="" width="296" height="300" /></p>
<p style="text-align: justify;">Gênero? Considere um indie pop psicodélico. Na primeira escutada já dá para perceber a semelhança de outras bandas como <strong>The Wannadies</strong>, o <strong>Somebody Still Loves You Boris Yeltsin</strong>, e, por quê não, <strong>Shout Out Louds</strong>. Incrivelmente, o vocal me lembrou um pouco o Andrew VanWyngarden do <strong>MGMT</strong>, pela atmosfera meio <em>space rock</em> de algumas músicas, que talvez justifique a capa que remete muito aos clichês de astronautas, mas na verdade eles vestem trajes de kart. E talvez sejam a única banda holandesa que eu conheça.</p>
<p>[PARE DE LER AGORA. BAIXE O DISCO E CONTINUE DAQUI]</p>
<p><strong>Post Apocalyptic Love (2008)</strong></p>
<p>1. WW III Rocksteer<br />
2. Carla<br />
3. Bowie Eyes<br />
4. Anti-Valentine<br />
5. Wrecked this Century<br />
6. Billy Idol Look-alike Contest<br />
7. Can You Promise Me The Sky Won&#8217;t Fall On Us<br />
8. Finn</p>
<p style="text-align: center;"><img class="size-medium wp-image-270 aligncenter" src="http://movethatjukebox.files.wordpress.com/2008/02/3-estrelas.png?w=104" alt="" width="104" height="22" /></p>
<p style="text-align: justify;">Certo, agora, com o <em>Post Apocalyptic Love</em> em mãos, pule as duas primeiras músicas e ouça <em>Bowie Eyes </em>inteira. É a melhor músicas das 8. Não pela qualidade em si, mas porque ela vicia e fica na cabeça, coma mesma intensidade de uma música do Klaxons, ou do The Teenagers. Ok, agora vá para a próxima, <em>Anti-Valentine</em>. O nome já dá a dica, Valentine, baladinha, pois é, uma baladinha anti-dia dos namorados. A pandeirola é cansativa, mas o surdo acompanhando não deixa a melodia morrer.</p>
<p style="text-align: justify;">Agora volte e ouça as duas primeiras músicas. A primeira me lembra MUITO The Wannadies, e a segunda, <em>Carla</em>, se salva pelo vocal feminino, que parece, mas não é a Feist. Vá para<em> Wrecked This Century. </em>Bom, logo se vê que ela é de longe a mais animada de todas. O restante das músicas seguem sem grandes surpresas, uma mais viajada, outra mais calminha.</p>
<p><img class="aligncenter size-medium wp-image-1094" src="http://movethatjukebox.files.wordpress.com/2008/07/picture-1.png?w=299" alt="" width="299" height="300" /></p>
<p style="text-align: justify;">Ah, e parece que eles levam esse papo de amor pós-apocalíptico à sério. Em qualquer <em>about us</em> da banda, aparece o seguinte &#8220;poema&#8221;:</p>
<p style="text-align: justify;"><em>It&#8217;s 2008 and the apocalypse didn&#8217;t wait for you<br />
It did not wait for you or for me, it waited for nobody<br />
Only a few could escape the fire<br />
And they don&#8217;t know why they were so lucky</em></p>
<p style="text-align: justify;"><em> </em></p>
<p style="text-align: justify;"><em>Maybe it&#8217;s because they still had a message to convey<br />
Maybe they are functioning as prey<br />
Or maybe it&#8217;s because they are<br />
So.Very.Sexual.</em></p>
<p style="text-align: justify;">Traduzido seria mais ou menos assim:</p>
<p style="text-align: justify;">É 2008 e o apocalipse não te esperou<br />
Não esperou por você nem por mim, não esperou por ninguém<br />
Só alguns conseguiram escapar do fogo<br />
E não sabem como foram tão sortudos</p>
<p style="text-align: justify;">Talvez porque eles ainda tinham uma mensagem para transmitir<br />
Talvez estejam servindo de presas<br />
Ou talvez porque eles são<br />
Tão.Muito.Sexuais</p>
<p style="text-align: justify;">O The Very Sexuals lança um debut relativamente sólido para um número baixo de faixas e não mostra grande surpresas na sonoridade. Mas considerando que é o primeiro trabalho da banda, acho mais que satisfatório e superior à muitas outras bandas que lançaram debuts péssimos e foram se superando com o tempo. Espero que com eles não ocorra o processo inverso.</p>
<p style="text-align: center;">Acesse: <a href="http://www.theverysexuals.com/">Site Oficial</a> (pra o download do cd) | <a href="http://www.myspace.com/theverysexuals">MySpace</a></p>
<p style="text-align: right;"><em>Autor: Cédric Fanti</em></p>
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Olha o MTJ! atendendo pedidos de seus leitores novamente! Desta vez, quem deu a sugestão foi um(a) certo(a) <strong>brilhoeterno</strong>, que pode atender pelo email nathpandelo@&#8230; Enfim. O(A) senhor(a) Pandelo nos indicou a seguinte banda: <strong>The Very Sexuals</strong>. Decidi checar para ver como é.</p>
<p style="text-align: justify;">Os Muito Sexuais são na verdade formados por remanescentes de outra banda, The Sugarettes, que não vêm ao caso agora, e estão lançando seu primeiro disco (que contém apenas 8 faixas) de um modo diferente. Considerando o argumento de muitas pessoas sobre baixar músicas na internet, aquele que &#8220;querem ouvir antes para ver se vale a pena comprar o disco&#8221;, a banda lançou a seguinte estratégia: disponibilizou seu disco, o &#8220;<strong>Post-Apocalyptic Love</strong>&#8221; para download de graça em seu site oficial, junto com todos os contatos para a compra da versão física dele.</p>
<p><img class="aligncenter size-medium wp-image-1093" src="http://movethatjukebox.files.wordpress.com/2008/07/perspic-tvs2.jpg?w=296" alt="" width="296" height="300" /></p>
<p style="text-align: justify;">Gênero? Considere um indie pop psicodélico. Na primeira escutada já dá para perceber a semelhança de outras bandas como <strong>The Wannadies</strong>, o <strong>Somebody Still Loves You Boris Yeltsin</strong>, e, por quê não, <strong>Shout Out Louds</strong>. Incrivelmente, o vocal me lembrou um pouco o Andrew VanWyngarden do <strong>MGMT</strong>, pela atmosfera meio <em>space rock</em> de algumas músicas, que talvez justifique a capa que remete muito aos clichês de astronautas, mas na verdade eles vestem trajes de kart. E talvez sejam a única banda holandesa que eu conheça.</p>
<p>[PARE DE LER AGORA. BAIXE O DISCO E CONTINUE DAQUI]</p>
<p><strong>Post Apocalyptic Love (2008)</strong></p>
<p>1. WW III Rocksteer<br />
2. Carla<br />
3. Bowie Eyes<br />
4. Anti-Valentine<br />
5. Wrecked this Century<br />
6. Billy Idol Look-alike Contest<br />
7. Can You Promise Me The Sky Won&#8217;t Fall On Us<br />
8. Finn</p>
<p style="text-align: center;"><img class="size-medium wp-image-270 aligncenter" src="http://movethatjukebox.files.wordpress.com/2008/02/3-estrelas.png?w=104" alt="" width="104" height="22" /></p>
<p style="text-align: justify;">Certo, agora, com o <em>Post Apocalyptic Love</em> em mãos, pule as duas primeiras músicas e ouça <em>Bowie Eyes </em>inteira. É a melhor músicas das 8. Não pela qualidade em si, mas porque ela vicia e fica na cabeça, coma mesma intensidade de uma música do Klaxons, ou do The Teenagers. Ok, agora vá para a próxima, <em>Anti-Valentine</em>. O nome já dá a dica, Valentine, baladinha, pois é, uma baladinha anti-dia dos namorados. A pandeirola é cansativa, mas o surdo acompanhando não deixa a melodia morrer.</p>
<p style="text-align: justify;">Agora volte e ouça as duas primeiras músicas. A primeira me lembra MUITO The Wannadies, e a segunda, <em>Carla</em>, se salva pelo vocal feminino, que parece, mas não é a Feist. Vá para<em> Wrecked This Century. </em>Bom, logo se vê que ela é de longe a mais animada de todas. O restante das músicas seguem sem grandes surpresas, uma mais viajada, outra mais calminha.</p>
<p><img class="aligncenter size-medium wp-image-1094" src="http://movethatjukebox.files.wordpress.com/2008/07/picture-1.png?w=299" alt="" width="299" height="300" /></p>
<p style="text-align: justify;">Ah, e parece que eles levam esse papo de amor pós-apocalíptico à sério. Em qualquer <em>about us</em> da banda, aparece o seguinte &#8220;poema&#8221;:</p>
<p style="text-align: justify;"><em>It&#8217;s 2008 and the apocalypse didn&#8217;t wait for you<br />
It did not wait for you or for me, it waited for nobody<br />
Only a few could escape the fire<br />
And they don&#8217;t know why they were so lucky</em></p>
<p style="text-align: justify;"><em> </em></p>
<p style="text-align: justify;"><em>Maybe it&#8217;s because they still had a message to convey<br />
Maybe they are functioning as prey<br />
Or maybe it&#8217;s because they are<br />
So.Very.Sexual.</em></p>
<p style="text-align: justify;">Traduzido seria mais ou menos assim:</p>
<p style="text-align: justify;">É 2008 e o apocalipse não te esperou<br />
Não esperou por você nem por mim, não esperou por ninguém<br />
Só alguns conseguiram escapar do fogo<br />
E não sabem como foram tão sortudos</p>
<p style="text-align: justify;">Talvez porque eles ainda tinham uma mensagem para transmitir<br />
Talvez estejam servindo de presas<br />
Ou talvez porque eles são<br />
Tão.Muito.Sexuais</p>
<p style="text-align: justify;">O The Very Sexuals lança um debut relativamente sólido para um número baixo de faixas e não mostra grande surpresas na sonoridade. Mas considerando que é o primeiro trabalho da banda, acho mais que satisfatório e superior à muitas outras bandas que lançaram debuts péssimos e foram se superando com o tempo. Espero que com eles não ocorra o processo inverso.</p>
<p style="text-align: center;">Acesse: <a href="http://www.theverysexuals.com/">Site Oficial</a> (pra o download do cd) | <a href="http://www.myspace.com/theverysexuals">MySpace</a></p>
<p style="text-align: right;"><em>Autor: Cédric Fanti</em></p>
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