Depois de um tempinho de férias, a Glow In The Dark voltou! E já falta pouco pra quinta edição da festa, com muita gente bonita e dançando com qualquer coisa: indie-rock, pop, electro-coisas e um monte de hit! SÓ ~ GOOD VIBE ~
Mais uma vez, o MyCool e o Move That Jukebox vão fazer a Funhouse virar o inferninho mais brilhante de São Paulo! E, dessa vez, com uma atração mega especial: Péricles Martins, o Boss In Drama, fazendo um DJ set incrível!
MAS COMO FUNCIONA A FESTA?
Vamos lotar a pista da Funha de luz negra. Luz negra em todo canto, com toda a força. Lá dentro, vamos distribuir canetas florescentes de várias cores pra você pintar, marcar, zoar e pirar na camiseta – e na pele, pra quem quiser – dos seus amigos. Sob a luz negra, o brilho das canetas fica muito maior e vai todo mundo BRILHAR MUITO. Também rola escrever na roupa do ou da coleguinha que você quer pegar, daí todos paquera e fica feliz. Mas, pra BRINKS funcionar melhor, a camiseta tem que ser branca.
A MINHA CAMISETA VAI MANCHAR?
Não! As canetas que usamos brilham muito, mas a marca dura pouco. Em uma ou duas lavagens, no máximo, sua camiseta já vai estar limpinha de novo!
QUANTO EU VOU GASTAR?
Quem entrar no espírito da festa e for de camiseta branca paga mais barato: R$15 de entrada ou R$40 consumíveis. Os retardatários que não tirarem a camiseta branca do armário desembolsam R$20 de entrada ou R$50 consumíveis. A dica é pros beberrões pagarem no esquema de consuma e os que pegam mais leve no álcool pagarem o valor da entrada.
E PRA GANHAR VIPS?
É só comentar nesse post com nome completo e acender a vela pra ganhar. Vamos sortear dois pares de VIPs para os leitores! O resultado sai no dia da festa, às 12h.
UPDATE: Saiu o sorteio! Mariana de Alemida Brandão Teixeira e a Catharina Dias vão de graça na Glow, com direito a um acompanhante cada! Seus nomes já tão na lista VEEEP meninas, até lá!
Serviço: Move That Jukebox e MyCool apresentam: Glow In The Dark Party Com Alex Correa (Move That Jukebox), Adverteasers (Live Set), Péricles Martins (Boss In Drama), Poms (Balada Mixta) e Alexandre Matias (Trabalho Sujo) Sexta-feira, 29 de julho, às 23h Funhouse – Rua Bela Cintra, 567 – São Paulo, SP De camiseta branca: R$15 de entrada ou R$40 consumíveis Sem camiseta branca: R$20 de entrada ou R$50 consumíveis
O Young The Giant disponibilizou duas novas faixas de seu EP de remixes (que sai em agosto) para audição. Trata-se de duas releituras de “My Body”, devidamente remixadas por Two Door Cinema Club e Tokyo Police Club. Por enquanto, só é possível ouvi-los no Facebook, que também traz remixes feitas por Ra Ra Riot, entre outros (link aqui). Além disso tudo, o Young The Giant está oferecendo a seus fãs uma oportunidade de contribuir com seu próprio remix.
Pode acrescentar mais um cover bacanudo na lista de versões pela qual a BBC e seu Radio 1′s Live Lounge são responsáveis há algum tempo. O Two Door Cinema Club incorporou o folk urgente de “The Cave”, pequeno hit do Mumford & Sons, à sua maneira e fez uma agradável releitura com suas guitarras agudas e bateria em ritmo beirando o eletrônico.
Sair do interior de Minas Gerais pra passar dois dias no sul do país “só” pra ir a um festival de música com bandas não lá muito conhecidas não era uma ideia das mais práticas – ainda mais sendo a primeira edição do M/E/C/A/Festival. Mas com boa organização, som de qualidade, público interessado – e interessante -, e bandas escolhidas a dedo pra se encaixarem como luvas na proposta e programação do evento, o calendário brasileiro acaba de ganhar uma ótima opção para seus verões – e que faz compensar toda a correria de um bate-e-volta de fim de semana pra quem mora longe do litoral gaúcho.
Era uma tarde das quentes em Xangri-Lá, cidade litorânea a 130km de Porto Alegre, quando o Wannabe Jalva, provalmente se apresentando pela primeira vez para a maioria dos ali presentes, subiu ao palco – e com apenas 3 músicas oficialmente lançadas, mandou um set encorpado, curto e lotado de váriações rítmicas que despertaram a atenção do tímido pessoal que começava a chegar ao M/E/C/A/Festival. As influências passeavam com velocidade impressionante entre Arctic Monkeys, Passion Pit, Yeasayer e Holger. Com o sol ainda batendo forte nos wayfarers facilmente avistados, a banda se despediu sob aplausos e deixou a sensação de que, daqui um ano quem sabe, ela pode estar entre as atrações que fecham o festival – e potencial pra isso não falta.
Com muita gente ainda dispersa pelo local, sentada na grama e curtindo uma Heineken gelada, os curitibanos do Rosie And Me empunharam seus instrumentos e surpreenderam praticamente 100% das pessoas que não os conheciam. Bastava uma simples olhada ao redor pra perceber que grande parte dos narizes desconfiados apontavam pro palco, mirando aquela mistura fofa de folk e pop. Se a surpresa – e o sorriso – já era evidente no rosto de muita gente, encantada com melodias suaves e com a timidez quase que ensaiada da vocalista Rosanne Machado, veio um dos momentos mais improváveis e memoráveis da noite: “Ready For The Floor”, hit electro rock do Hot Chip, foi submetido a uma mudança na qual os sintetizadores foram substituidos por violões e banjo! Junto com o Wannabe Jalva, tá aí mais uma banda que leva boa parte das minhas fichas no quesito “Aposta Nacional 2011″.
Depois de duas apresentações de “aquecimento de luxo”, era a hora da indiezada que já começava a lotar o local soltar o gogó. O Copacabana Club entrou com vários hits na manga – e não teve dó de descartá-los durante sua apresentação, que ainda contou com músicas inéditas e que virão no debut da banda, intitulado Tropical Splash. Divertido, animado, rápido e com todo o mundo entoando “Just Do It”, maior sucesso dos curitibanos. Esse foi – como esperado – o Copas, que ainda teve sua vocalista, Caca V, fazendo DJ set cheio de altos e baixos no domingo, na plataforma de Atlântica, como parte do M/E/C/A Land.
Finalmente, era hora de um dos shows mais comentados de 2010 mostrar que era tudo isso, de fato. Vindo lá da Irlanda, o trio – e quarteto quando ao vivo – Two Door Cinema Club chegou chutando a porta (não literamente, gente), falou (bem) pouco, tocou muito e saiu ovacionado pelo lotado Indie Stage – merecidamente. Com músicas que fazem geral dançar há mais de um ano nas baladinhas indies, a banda enfileirou hits certeiros com confiança e precisão de gente grande.
No setlist, baseado total e obviamente no debut Tourist History, ainda couberam faixas que ficaram de fora da estreia, como o ótimo b-side “Costume Party”. Mandando um de seus hinos (hehe) logo de cara, “Undercover Martyn”, o TDCC soube segurar toda a apresentação, que culminou em um uníssono nos refrões de “I Can Talk” daqueles quem fazem você se lembrar e se perguntar: “Quando vai ter isso de novo?” Showzaço!
Com a cabeça ainda atordoada e tentando registrar o que tinha sido o show anterior, veio o Vampire Weekend pra fechar com responsa o line-up caprichado de bandas do festival. Ezra Koening, destaque óbvio e líder do quarteto novaiorquino, era só sorrisos e nem parecia se importar que sua banda, debutando em solo nacional, era headliner de um festival que também fazia sua estreia naquela noite. Com um batera fundamental e que se sacolejava como se não houvesse amanhã, o Vampire superou expectativas e não desperdiçou sequer um minuto enquanto era alvo dos holofotes e das várias câmeras e celulares que o miravam a todo momento.
O set não trouxe surpresas – e nem caberiam. Quem foi ao festival queria cantar com todas as forças “Cousins”, “A Punk”, “Oxford Comma”, “Run”, “White Sky”, “Cape Cod Kwassa Kwassa” e “One (Blake’s Got A New Face)” (essa última, com execução primorosa da banda e participação massiva do público, vale reforçar). Bem, se teve alguém que foi e não cantou, pelo menos deve ter saído de lá um pouco surdo pelo barulho dos gritos, que não cessaram até o último acorde tocado pelo Vampire Weekend.
Sobre a organização, não presenciei grandes problemas. A comida era boa e estava sempre quente. Quando ia comprar cerveja, não pegava praticamente nenhuma fila – apesar de que, a certa altura, a bebida tinha acabado e, quando chegou mais, levou alguns minutos até gelar bem. O fluxo no banheiro era tranquilo e não houveram grandes atrasos nos shows, só uma pequena confusão no line-up pós-bandas, que teve o eficiente The Twelves discotecando em horário diferente do previsto. Mas nada que tire pontos do evento. MUITO pelo contrário. De volta pra casa, depois de algumas horas de viagem, a sensação é compensadora e só resta uma dúvida: demora muito pro M/E/C/A/Festival 2012?
[UPDATE]Muuuuitas foram as participações pelo Twitter desde a manhã de ontem até o presente momento. Infelizmente, só temos como presentear um sortudo. E de acordo com o Sorteie.me, quem vai levar essa é o Wallace Felix (@Poxawallace). Parabéns! Cheque suas DMs e tenha um ótimo show! Muito obrigado a todos os que participaram. E fiquem por aí, porque daqui uns dias vai rolar promo de ingresso pra Kate Nash![/UPDATE]
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Você aí, preferencialmente carioca, que está se remoendo de raiva por não poder descer até o litoral gaúcho para ver o line-up responsa do M/E/C/A/Festival, que tal compensar indo, FOR FREE, ao show do Two Door Cinema Club no domingo?
O Circo Voador recebe o show cheio de energia do trio irlandês no próximo domingo, dia 30, como parte de uma das conquistas do projeto Queremos, que arrecadou a grana para a apresentação em poucos dias e conseguir bancar o show no Rio de Janeiro. E, como prometido, o Henrique Sauer, grande parceiro aqui do blog, conseguiu um par de entradas para sortear entre os leitores. Então, faz assim:
Siga o @movethatjukebox no Twitter e poste a seguinte frase no seu perfil:
Esquece! O par de ingressos que o @movethatjukebox vai sortear pro show do Two Door Cinema Club no RJ já é meu: http://kingo.to/rTO
A promo começa agora e vai até às 18h de amanhã, sexta-feira. O ganhador será anunciado pouco depois. Caso ele não se manifeste em 24h, um novo sorteio será feito, beleza? Como de praxe, o Sorteie.me ficará por conta de escolher o sortudo que vai ver o Two Door Cinema Club na faixa.
Tá lembrado da Hands On, ação que a Converse fez no Goiânia Noise de 2009? A marca resolveu apostar de novo na customização de seus pisantes e vai marcar presença no M/E/C/A/Festival, do qual somos parceiros e pelo qual seremos eternamente gratos por juntar, na mesma noite, Vampire Weekend e Two Door Cinema Club.
E que tal assistir aos shows com um Converse todo bonitão? Melhor ainda, que tal ver sua própria arte na lona de um tênis da grife? Então, ó, visite este site AQUI até o dia 26, quarta, e crie um desenho que combine os temas praia + verão + muita música. Os 10 melhores representantes da proposta, além de poderem criar seu próprio Converse lá dentro do espaço da marca no festival, ainda ganharão um par de ingressos para curtirem os shows na faixa.
Ainda no espaço Hands On, a galera pode ter a ajuda de artistas como Trampo e Alessandra Lago para customizarem bottons, cadarços, chaveiros e por aí vai. Pra ficar por dentro de todo o esquema armado pela Conversa no M/E/C/A/, é só dar um pulo no hotsite da ação e se informar, beleza? Então, até sábado!
Serviço: O quê: Converse Hands On Quando: 29/01 Onde: No M/E/C/A/Festival Local: No clube Jimbaram em Xangri-lá, das 17h às 2h. Como: Promoção online Premiação: 1 par de Converse personalizado e 1 par de cortesias (pista) para o M/E/C/A/Festival para os 10 melhores desenhos
Você até pode estar cansado de ver o Two Door Cinema Club por aqui, mas eu não. Então vamos para mais um vídeo da banda – até porque o M/E/C/A/Festival tá chegando e nunca é demais treinar as letras pra cantar junto lá na hora. A apresentação da vez, tirada do The Audio Perv, foi no talk show do sempre ótimo Jimmy Fallon, onde os irlandeses tocaram seu mais novo single, “What You Know”:
Já sabe que você pode ganhar ingressos do Move pra ir ver os caras agora no final de janeiro, no Rio Grande do Sul? Então vem!