20 mar 2012

Clipe: Vanguart – Mi Vida Eres Tu

Por  @16:48

Boa Parte de Mim Vai Embora, segundo disco de inéditas do Vanguart, saiu em 2011, mas só agora o primeiro clipe do álbum foi dar as caras. E a espera valeu a pena. Dirigido pelo experiente Ricardo Spencer, a produção gira em torno de um molequinho que se acha o canastrão da parada. E a simpatia pelo pequeno notável só cresce à medida que a película avança.

Em entrevista exclusiva para a MTV1, canal que lançou o vídeo há pouco, Hélio Flanders, líder do Vanguart, explica um pouco mais sobre o roteiro do vídeo e sobre a vontade de trabalhar com Spencer, que dirigiu vários vídeos icônicos do rock brasileiro nos últimos anos. Dê um pulo no post de lá pra saber mais sobre o registro e aperte o play logo abaixo pra ver o clipe do single “Mi Vida Eres Tu”:

6 set 2011

Vanguart toca músicas de seu novo disco no videocast da TV Folha

Por  @0:16

A TV Folha chamou os cuiabanos-paulistanos do Vanguart para subir no telhado de um prédio na grande São Paulo e tocar algumas faixas do novo disco. Boa Parte De Mim Vai Embora tá no Facebook da banda há alguns dias – e na session apresentada, o quinteto tocou as inéditas “Se Tiver Que Ser Na Bala”, logo acima, e “Das Lágrimas”:

Além disso, o Vanguart não desceu, é claro, sem tocar seu hit-mor, “Semáforo”. Se você ainda não se enjoou da música, é só apertar o play:

16 ago 2011

Vanguart disponibiliza seu novo disco no Facebook

Por  @16:54

Sabe o Boa Parte de Mim Vai Embora, novo disco do Vanguart? Tá, inteirinho, disponível para streaming aqui, na fanpage da banda no Facebook. São 13 faixas que montam um dos segundos discos mais esperados da história recente do rock nacional – e que, dessa vez, sai pelo ótimo selo Vigilante. É só “Curtir” a página dos cuiabanos, clicar no link BandPage, à esquerda, e ouvir o disco na íntegra.

10 ago 2011

Vanguart mostra capa do próximo álbum

Por  @1:16

Não é a primeira vez que a gente vai falar sobre o próximo álbum do Vanguart. O LP já tem data bem definida pra chegar aos nossos ouvidos: o dia será 16 de agosto e o nome dele é Boa Parte de Mim Vai Embora. O álbum marca a volta do Vanguart e será lançado pela Vigilante, a casa nova dos cuiabanos. A novidade do dia é que a capa do álbum foi divulgada e pode ser visto logo abaixo.

Para os interessados, a banda e o selo estão disponibilizando diversas faixas aos poucos na fanpage deles no Facebook. Basta dar um like esperto e curtir as músicas que estão por lá. Já são seis faixas no ar, o que dá pra tirar uma boa ideia de como o álbum será. Outra informação relevante que já havia sido adiantada por aqui é que no dia 20 de agosto, lá no SESC Vila Mariana, vai rolar o show de estreia do novo álbum. Ah, parece que os ingressos estão chegando no fim.

27 jul 2011

Vanguart lança nova música e anuncia próximo CD

Por  @13:24

Desde 2007 sem lançar nada oficialmente, após o single “Hey Yo Silver”, finalmente aparecem boas notícias do Vanguart. Agora de casa nova, no selo Vigilante, da Deck Discos, os caras de Cuiabá já têm até um novo álbum programado. Boa Parte de Mim Vai Embora deve ser lançado em agosto e contará apenas com músicas em português.

Juntamente com esse anúncio, a banda e o novo selo não poderia deixar os fãs sem nada nas mãos. Testando um novo formato, a música vem diretamente para seu smartphone. Você precisa de um leitor de QR-Code, você pode baixar um aqui. Depois basta mirar o código e baixar o aplicativo para ouvir a nova música da banda, “Depressa”.

Se você não tiver um iPhone, iPod ou Android, não vai ficar sem ouvir, é claro. A música está disponível aqui também, para ser ouvida online. A última boa novidade é que no dia 20 de agosto, já tem show marcado no SESC Vila Mariana para comemorar o lançamento do CD. Deixe anotado na agenda!

10 fev 2011

Porcas Borboletas convida Vanguart para noite do Coletivo Goma em Uberlândia

Por  @21:06

Na próxima sexta, começa, em Uberlândia (MG), o projeto Porcas Faz A Festa, que é basicamente uma celebração de uma das bandas independentes mais influentes de Minas Gerais, Porcas Borboletas, com artistas de destaque pelo Brasil afora. E a primeira edição da festa traz como convidado o Vanguart, velho conhecido da cidade e que dispensa comentários, certo?

A noite, idealizada pelo Coletivo Goma, promete levar aos palcos do London Pub, tradicional casa de shows da cidade, grandes nomes para tocar junto com o Porcas a cada dois meses. Uma ótima opção pra quem ainda não sabe o que fazer na noite uberlandense, né? Então toma nota e não perca:

Serviço:
Porcas Faz A Festa com Vanguart
Shows:
Porcas Borboletas – www.myspace.com/porcasborboletas
Vanguart – www.myspace.com/vanguart
Local: London Pub (Av. Floriano Peixoto, 39 – Centro – 3236-5081)
Hora: 23:00
Ingressos: R$15 (1o. lote) – À venda na Tee-Box (Rua Olegário Maciel – Lídice – 3219-4488) e no London Pub.

6 out 2010

Festival Jambolada anuncia line-up da edição de 2010

Por  @0:45

Depois de uma ótima edição em 2009, quando trouxe Pato Fu e Sepultura como headliners, o Jambolada, festival de música independente que acontece na minha querida Uberlândia (MG), anuncia o line-up planejado para 2010.

Copacabana Club fará sua estreia em palcos uberlandeses

Os shows acontecem já nos próximos dias 15, 16 e 17 – em plena ressaca do SWU. Apesar do anúncio um pouco em cima da hora, a organização mandou benzaço e trará à cidade os inéditos Copacabana Club, Emicida e Vespas Mandarinas. Fechando as noites dos dias 15 e 16, estão o pernambucano Otto e os cariocas do Matanza, respectivamente.

A edição deste ano ainda conta com bons nomes, como Autoramas, Nina Becker, Banda de Joseph Tourton e o “já-de-casa” Vanguart. A programação completa do festival você vê na sequência:

15/10 – Acrópole

01:30 Otto (PE)
00:50 Emicida (SP)
00:10 Autoramas (RJ)
23:40 Falso Conejo (ARG)
23:00 Cabruera (PB)
22:30 Erika Machado (MG)
22:00 Monograma (MG)
21:30 Pedro Morais (MG)
21:00 Banda de Joseph Tourton
20:30 Dom Capaz (MG)
20:00 Manos de Responsa (MG)
19:30 A170 (MG)
19:00 Desalma (PE)

16/10 – Acrópole

01:20 Matanza (RJ)
00:40 Vanguart (MT)
00:00 Copacabana Club (PR)
23:30 Vespas Mandarinas (SP)
23:00 Seu Juvenal (MG)
22:30 The Folsoms (MG)
22:00 Krow (MG)
21:30 Baba de Mumm-Rá (TO)
21:00 Gritando HC (SP)
20:30 Animais na Pista (MG)
20:00 Mata Leão (MG)
19:30 Bang Bang Babies (GO)
19:00 Leave Me Out (MG)

17/10 Palco Conexão Vivo (Praça Sérgio Pacheco)

15:00 Camarones Orquestra Guitarrística (RN)
16:00 The Hell Kitchen Project (MG)
17:00 Quarteto de Olinda (PE)
18:00 Ophelia and the tree (MG)
19:00 Indiada Magneto (MG)
20:00 Nina Becker (RJ)
21:00 Porcas Borboletas convida Paulo e Arrigo Barnabé (MG/SP)

Pra saber mais, é só acessar o blog do festival.

7 set 2010

A gente não postou, mas você precisa saber

Por  @8:46

Esse feriado tá leeeento…

Paul McCartney no Brasil em novembro. Ou em… – Popload, 6 de setembro

Hot Chip, Free Energy e Hadouken! vão gravar em “Simslish” para The Sims 3 – Hardgamer, 6 de setembro

Kid Cudi – Do You Get It? – Prefix, 3 de setembro

Hear two new Belle & Sebastian songs – We All Want Someone To Shout For, 2 de setembro

Entrevistão: Hélio Flanders – Scream & Yell, 2 de setembro

SWU: The Apples In Stereo, Macaco Bong e informações sobre o Palco Oi Novo Som – Rock ‘n’ Beats, 2 de setembro

Qual o melhor clipe de eletrônica lançado em 2010? – rraurl, 2 de setembro

Los Hermanos fará show no SWU – Rolling Stone, 2 de setembro

Chris Martin divulga nova música, “Wedding Bell” –  O Grito, 2 de setembro

“Under My Thumb”, dos Rolling Stones, gravada pela dupla La Roux – With Lasers, 1 de setembro

Chiddy Bang Album Pushed Back to 2011, Mini-Album in October – Pretty Much Amazing, 1 de setembro

The Walkmen Cover R.E.M. – Stereogum, 31 de agosto

João Brasil – Baile X – URBe, 31 de agosto

Robyn – “Hyperballad” (Björk Cover) Live Video – Stereogum, 30 de agosto

25 ago 2010

Noize #36: Supercordas, Holger, Hélio Flanders, Damn Laser Vampires

Por  @1:54

E, como sempre, a Noize tá recheadíssima. Fica a dica e o embed abaixo:

5 mar 2010

Resenha: Coldplay marca passagem pelo Brasil com superprodução

Por  @16:23

A saga foi intensa para os jornalistas que compareceram na Apoteose nesse último domingo. Isso porque faltavam informações sobre a retirada de credencial no sambódromo: O staff, que tinha sua maior parte formada por terceirizados, não sabia dar as orientações necessárias. A reclamação seria boba, não fosse o ping-pong que fizeram comigo por quase uma hora – ao todo, atravessei o Sambódromo inteiro três vezes seguidas (um total de 2100 metros percorridos) até me encaminharem para o portão correto e, nessa rota, encontrei dois representantes de grandes veículos cariocas que também estavam perdidos e indignados.

Vanguart – Praça da Apoteose, 28 de fevereiro
Por Alex Correa

Ok, a raiva passou e houve tempo para recuperar as energias até o inicio – e durante – o show do Vanguart, que abriu a sequência de apresentações antes mesmo do sol se por. O setlist, que mesclou as músicas do homônimo de 2007 com faixas gravadas apenas no Registro Multishow, ainda teve direito a uma inédita que pegou o público de surpresa (“A Patinha da Garça”, “Colorful Thoughts of Existance”? Não sei dizer). Apesar da pouca empolgação do público, seus olhos não precisavam estar muito atentos para ver dúzias de pessoas remexendo o corpo e estalando os dedos – foram essas mesmas pessoas que mandaram sinais ainda maiores de aprovação quando os mato-grossenses apareceram com “Semáforo”, seu single mais popular.

Foto: Rodrigo Barreto

Se o folk rock dos Vangs não convenceu a maior parte dos presentes, Hélio Flanders, vocalista do grupo, ganhou o público com palavras. Dividindo o título de “coxinha do rock” com Chris Martin, que tomou o palco mais tarde, Flanders agradecia as milhares de pessoas que já haviam chegado, à produção e aproveitou o momento para incentivar novos artistas independentes, o que lhe rendeu palmas e ovações. Mas, ainda assim, muitos pareciam guardar suas energias para a maior atração da noite: O Coldplay.

Bat For Lashes – Estádio do Morumbi, 2 de março
Por Vitor Gonçalves

Antes de o quarteto inglês entrar em cena, Natasha Khan teve seu momento no palco assinando com o nome de Bat For Lashes – que, ao vivo, conta com três músicos de apoio, sendo que dois deles são mulheres. O projeto teve aproximadamente 30 minutos para mostrar o motivo de ter vindo ao Brasil e, durante esse tempo, se viu uma apresentação bem aplicada, mostrando toda a entrega que Natasha e sua banda expressam em suas canções. Iniciando com “Glass”, o público já pode sentir qual era a vibe da cantora, que poucos conheciam. E, pelo que se pôde perceber, a recepção não foi das mais empolgadas.

Foto: Rodrigo Barreto

O que acontece é que o tipo de som que o Bat For Lashes faz é uma coisa mais intimista, propício a ser executado em ambientes menores, onde há maior conexão entre o público e a cantora – clima muito comparado ao dos shows da mais irreverente Björk. Mesmo tocando seus singles mais radiofônicos como “What’s A Girl To Do”, “Pearl’s Dream” e a sempre ótima “Daniel”, Natasha não conseguiu levantar a galera. Porém, pelo menos, deixou bem claro que não é só um rostinho bonito, mas que tem talento e personalidade. Além desses singles, ainda foram ouvidas “Horse and I”, “Trophy” e “Prescilla”, as três do CD Fur and Gold, e “Siren Song”, linda música do Two Suns, seu álbum mais recente.

Agora o jeito é esperar a volta da cantora, num lugar mais adequado e com um público mais compatível com suas (incríveis) viagens artísticas.

Coldplay – Praça da Apoteose, 28 de fevereiro
Por Alex Correa – Fotos de Henrique Sauer

Com um atraso pouco relevante, o Coldplay subiu no palco a tempo de não deixar a energia do público (um total de 30 mil pessoas) ceder. Quando o show começou, boa parte dos espectadores já estava na Praça da Apoteose desde cerca de quatro horas. O inicio do espetáculo se anunciava com a valsa “O Danúbio Azul”, de Strauss, representando com vigor a classe que a apresentação atingiria nos próximos minutos. Ao final do ícone vienense, a banda emendou “Life In Technicolor”, canção instrumental com cara de boas vindas. De surpresa, a sequência inicial deixou o público extasiado: Ao passar de “Violet Hill”, single fraco do último disco do Coldplay, vieram “Clocks”, com raios de luzes passando por toda a Apoteose, “In My Place”, que teve seus refrões cantados a plenos pulmões pelos cariocas, e a fulgida “Yellow”, em que a manjada presença de balões de ar – as bexigas também apareceram nas turnês do grupo pelo Brasil em 2003 e 2007 – alegrou os fãs novamente.

Dessa vez, a cia. de Chris Martin não trouxe às terras tupiniquins sua maior estrutura: Na América Latina, foi o palco B do Coldplay que manteve o público entretido – o que, convenhamos, já foi zuper bacana. Ao todo, o palco contava com três setores: O maior, em que foi feito a maior parte do show; Um menor, à direita, em que um piano aguardava por Martin (nele foi executado um medley de mais dançantes “God Put a Smile Upon My Face” e “Talk”, além de uma nova versão de “The Hardest Part”, sem cordas ou bateria) e outro à esquerda, ainda menor e mais próximo ao público, em que o grupo teve a ousadia de aparecer com uma versão acústica de “Shiver”, hit que desceu por água abaixo pela falta dos acordes de guitarra. A localização do palco lateral fez com que boa parte do público tivesse de trocar de posição – na pista comum, as pessoas se voltavam para a esquerda; na vip, todos viraram para trás, proporcionando uma interatividade bem legal – e, por desleixo da produção, a inédita “Don Quixote” (“olê olê olé” consta nos refrões, cantados com gosto pela platéia), assim como a upbeat “Death Will Never Conquer”, estrelada pelo baterista da banda nos vocais, acabou sendo abafada pelo falatório do público (para quem estava nas arquibancadas, principalmente, o som estava baixo e impedia que os presentes se empolgassem. O mesmo aconteceu dois dias depois em São Paulo, em que o técnico de som foi vaiado).

“Interação”, assim como “chuva de cores” (e “garoa”, já que uma chuva fina não parou de cair), foi o termo da noite. Até mesmo os globos que simulavam meras lâmpadas de teto e as estruturas de iluminação se moviam, como se tentassem acompanhar o ritmo do aceleradíssimo Chris Martin, que corria de um lado para o outro sem cansar e se jogava no chão quando achava apropriado. A soma desses fatores acabou fazendo com que “Lovers In Japan” representasse um dos momentos mais memoráveis do show, quando chuvas de borboletas brilhantes foram lançadas duas vezes por todos os lados da pista. E “Lovers…” não é a única música de Viva La Vida or Death and All His Friends que funciona bem ao vivo: A própria “Viva La Vida” acertou o público em cheio, sem que a banda precisasse fazer muito – eram os espectadores que davam o clímax ao vociferar “oooh ooooh oh”. “Politik”, a minha preferida, deixou boa parte da platéia apática, mas a também formidável “The Scientist” quebrou o clima estático no segundo bis, logo antes do final do show. A apresentação ainda foi cortada por um remix brega de “Viva La Vida” (a esse ponto, “ooohs” já haviam cansado) uma rápida reprodução da temática “Singing In The Rain”, em que o quarteto deu uma espécie de Volta Olímpica pelas passarelas montadas.

As viagens visuais nos telões eram experiências à parte. “Glass of Water”, b-side lançada no EP Prospekt’s March, ganhou um dos backgrounds mais legais da noite, apesar de ser pouco conhecida. Outras músicas do EP causaram estranhamento ao público, mesmo tendo sido ouvidas com paciência e, ao que parece, admiração: Foi o caso da piano lullaby “Postcards From Far Away” e da deliciosa “Life In Technicolor II”, que se difere da primeira pela adição de vocais. Foi essa última, inclusive, que fechou o show em clima de réveillon, com uma digníssima e generosa (pra combinar com o setlist de 24 músicas) chuva de fogos. Ao fim do show, depois de tantos LEDs, neons, luzes e cores gritantes, tudo parece mais apagado, como se enxergássemos em preto branco. É sério.