29 abr 2010

Clipe: Slash – By The Sword (feat. Andrew Stockdale)

Por  @1:27

Em uma das melhores faixas de seu disco solo, Slash chama a voz do Wolfmother para entoar esse petardo cheio de guitarras pesadas e com Andrew Stockdale cantando como nos melhores momentos de sua banda principal. O clipe de “By The Sword”, apesar de conter alguns efeitos meio breguinhas de congelamento de imagens, ainda é válido por mostrar o eterno ex-dono das guitarras do Guns n’ Roses em boa forma:

8 abr 2010

Slash toca com vocalista do Wolfmother em talk show americano

Por  @0:00

Aaaah, a TV americana. Sempre com seus Kimmels, Fallons, Lettermans, Carsons e Lenos, entre outros, levando a seus palcos (quase) sempre ótimas performances de artistas novos, velhos, recém-reunidos e por aí vai. E na noite da última terça, 06, foi a vez de Slash, eterno ex-guitarrista do Guns n’ Roses (precisava explicar?), se apresentar no talk show de de Jay Leno. Como companhia principal, o maluco chapeleiro escalou um barbudo Andrew Stockdale, frontman do Wolfmother e dono de uma das vozes mais potentes do rock atual. A dupla comandou a competente execução de “By The Sword”, música que está presente no primeiro disco solo – e autointitulado – do guitarrista, lançado no último dia 31 e que conta com um grande número de convidados especiais. Vê aí:

Meu lado saudosista ficou animado ao ver Slash solando com wah-wah e empunhando a guitarra ao seu estilo característico. E meu lado observativo ficou curioso pra saber por que diabos o Andrew levou uma guitarra para o programa.

16 mar 2010

Clipe: Wolfmother – White Feather

Por  @22:37

Donos de um dos meus discos favoritos de 2009, os australianos do Wolfmother lançaram, há mais de um mês, o segundo clipe de Cosmic Egg. No entanto, só fiquei sabendo do vídeo quando o vi hoje no Rock In Press.

A música escolhida para a filmagem foi a ledzeppeliana “White Feather” – que ganhou um clipe bem básico, mas com uma bonita fotografia, privilegiando o amarelo e o laranja dos raios de sol se pondo (/rubensewaldfilho). Enfim, sente a vibe à Jimmy Page:

16 fev 2010

Ouça as músicas de Franz Ferdinand, Wolfmother e Robert Smith para Alice in Wonderland

Por  @12:58

Uma das descobertas mais estranhas (e decepcionantes, talvez) do ano foi que o Tim Burton – ou Danny Elfman, que trabalha nas trilhas do diretor – é meio emo. Pelo menos, foi essa a sensação que ficou com a escalação de nomes como Plain White T’s, Tokio Hotel, All Time Low e Pete Wentz (do Fall Out Boy) para a trilha sonora do mais novo remake de Alice no País das Maravilhas.

Mas não é só de más seleções que é feita a trilha de Alice: Também aparecem na OST do filme Franz Ferdinand, Wolfmother e Robert Smith, do The Cure, em três músicas ótimas. “The Lobster Quadrille”, do Franz, ainda ganhou um conjunto de metais e cordas que jogou a banda direto para a atmosfera do filme, mas em um clima mais tenso e sombrio. Logo abaixo você ouve as inéditas das três bandas em questão e, de brinde, “Alice”, da Avril Lavigne, carro-chefe de Alice Underground que caiu na internet há algumas semanas. E, ah, vale ressaltar que nenhuma das faixas será reproduzida durante o filme. Ouve aí:

Franz Ferdinand – The Lobster Quadrille

Wolfmother – Fell Down a Hole

Robert Smith – Very Good Advice

Avril Lavigne – Alice

12 jan 2010

Divulgadas as faixas que entrarão para a trilha sonora de Alice, de Tim Burton

Por  @21:09

Holy Cow! Se a mistureba Alice + Johnny Depp + visual hipnótico + toques góticos + excentricidade + Tim Burton não te causou tanta surpresa assim, penso que a seleção de faixas que entraram na trilha sonora oficial do novo filme de Burton o fará.

Isso porque resolveram colocar Avril Lavigne, Mark Hoppus & Pete Wentz (sim, juntos!), Tokio Hotel, All Time Low, Robert Smith (The Cure), Wolfmother e Franz Ferdinand, entre outros, juntos no mesmo pacotão! A versão 3D-hightech-motherfucker de Tim Burton para Alice no País das Maravilhas chega aos cinemas no começo de março. A trilha sonora, que terá seu primeiro single – a música da Avril Lavigne – lançado no começo de fevereiro, chega às lojas no segundo dia de março.

A lista completa das músicas, liberada hoje pelo Myspace, você pode ver abaixo:

1. “Alice (Underground)” performed by Avril Lavigne
2. “The Poison” performed by The All-American Rejects
3. “The Technicolor Phase” performed by Owl City
4. “Her Name Is Alice” performed by Shinedown
5. “Painting Flowers” performed by All Time Low
6. “Where’s My Angel” performed by Metro Station
7. “Strange” performed by Tokio Hotel and Kerli
8. “Follow Me Down” performed by 3OH!3 featuring Neon Hitch
9. “Very Good Advice” performed by Robert Smith
10. “In Transit” performed by Mark Hoppus with Pete Wentz
11. “Welcome to Mystery” performed by Plain White T’s
12. “Tea Party” performed by Kerli
13. “The Lobster Quadrille” performed by Franz Ferdinand
14. “Running Out of Time” performed by Motion City Soundtrack
15. “Fell Down a Hole” performed by Wolfmother
16. “White Rabbit” performed by Grace Potter and the Nocturnals

21 dez 2009

Os 15 melhores álbuns internacionais de 2009, por Neto Rodrigues

Por  @17:37

Eu sei que todos já devem estar cansados dos zilhõõões de listas que apareceram por aí nos últimos dias, né? Muitas em virtude do fim da década, elegendo os melhores discos, os piores, as melhores músicas, as pessoas que arruinaram os últimos dez anos, os melhores clipes e por aí vai. E a contagem só aumenta quando você pensa que todos os exemplos, ou a grande maioria deles, podem ser feitos de forma “nacional” e “internacional”. Enfim, o que interessa é que, com a lista abaixo, procurei citar meus discos internacionais preferidos de 2009 – o que é sempre complicado porque é impossível agradar a todos e nem sempre as justificativas propostas são convincentes para alguns, que não aceitam que o disco X ou Y não tenha entrado na seleção final. Então, quando você se deparar com a listagem abaixo e não enxergar nada do Grizzly Bear ou do Animal Collective, lembre-se do seguinte comentário, postado pelo Eduardo Martinez num ótimo texto do Marcelo Costa: “E quem espera concordar com uma lista de cabo a rabo certamente acredita em Papai Noel e Coelhinho da Páscoa”.

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15: Lily Allen – It’s Not Me, It’s You
Muita gente não curtiu a mudada de rumo que Lily deu em seu segundo CD. Depois do “pop-ska” de Alright, Still, Lily trocou o ritmo jamaicano por batidinhas eletrônicas e se deu muito bem. Se não teve todo o impacto de seu debut, pelo menos a cantora-que-não-sabe-a-hora-de-ficar-calada mostrou que pode transitar bem por várias vertentes do pop e que deveria repensar sua decisão de se afastar da música por um tempo.
Escute: “Who’d Have Known” e “Not Fair“.

fever ray

14: Fever Ray – Fever Ray
Sombrio, sexy e instigante – são alguns dos adjetivos que podemos dar ao projeto solo da vocalista do The Knife, a sueca Karin Dreijer Andersson. Com uma sonoridade que nos remete desde Portishead até o som de sua banda principal, o disco do Fever Ray se consolida como um dos melhores debuts do ano, contanto com paredes de sintetizadores e climatizações muito bem arranjadas.
Escute: “Seven” e “Triangle Walks“.

passion pit

13: Passion Pit – Manners
Depois de um celebrado EP – Chunk of change – o Passion Pit lançou seu primeiro LP, intitulado Manners, e mostrou que o hype às vezes acerta. A voz fina de Michael Angelakos é um dos trunfos do grupo, que aposta muito em arranjos e ritmos comandados principalmente por sintetizadores e pianos, com eficientes guitarras ocasionais.
Escute: “Sleepyhead” e “Little Secrets“.

tmv

12: The Mars Volta – Octahedron
Com “apenas” 50 minutos – o que é pouco para os padrões da banda -, o The Mars Volta concebeu o que os próprios integrantes chamaram de “o mais próximo de um álbum acústico que podemos fazer”. Os resultados foram músicas com uma calmaria que impressionou muitos fãs xiitas das guitarras e percussões poderosas que Cedric e Omar normalmente costumam disparar contra os ouvidos alheios. Mas, obviamente, Octahedron também tem seus momentos mais pesados e característicos da banda.
Escute: “Cotopaxi” e “Since We’ve Been Wrong“.

the-xx

11: The XX – XX
O quarteto londrino – que virou um trio recentemente – foi, provavelmente, a banda mais hypada de 2009. Fato que não é injusto, visto que o grupo fez um dos discos mais redondos do ano – é muito improvável alguém gostar de uma música específica do debut e não gostar do trabalho por inteiro. A leveza dos sintetizadores de xx somada aos discretos riffs de guitarras e aos vocais femininos e masculinos se intercalando fizeram o primeiro disco do trio inglês ganhar o 11° lugar da lista.
Escute: “Heart Skipped a Beat” e “Crystalised“.

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10: The Pains Of Being Pure At Heart – The Pains Of Being Pure At Heart
A melhor (e única, talvez??) mistura de dream pop com shoegaze surgida nos últimos anos! A banda nova-iorquina formada dois anos atrás lançou seu debut em 2009 e conquistou vários fãs com uma sonoridade que pega influências desde The Cure até My Bloody Valentine e Jesus & Mary Chain. Alguns meses depois de ter lançado seu debut, o quarteto americano ainda teve fôlego pra lançar um EP, o ótimo Higher Than The Stars.
Escute: “Stay Alive” e “Young Adult Friction“.

gossip

09. Gossip – Music For Men
O trio que ficou conhecido pelos discos crus e energéticos resolveu lançar mão do pop nesse novo trabalho – e o fez com muita competência, diga-se de passagem! Beth Ditto, a cantora mais huuuuuuuge de que se tem notícia, teve a ideia de acalmar um pouco a sonoridade da banda e surgiu com um CD redondinho que mistura rock, pop, garage e uma atmosfera dance bem surpreendente e agradável.
Escute: “Heavy Cross” e “Four Letter Word“.

wolfmother

08. Wolfmother – Cosmic Egg
Apesar do título horrendo, Cosmic Egg é um dos melhores lançamentos do ano para quem é fã de hard rock misturado com muitas, mas muitas guitarras pesadas jimmypagianas. Mas, no meio de tanto barulho, ainda podem ser encontradas baladas interessantes. Enfim, um disco de rock basicamente completo, com instrumental bem executado e a voz de Andrew Stockdale soando mais impressionante do que nunca.
Escute: “New Moon Rising” e “10.000 Feet“.

koc

07. Kings of Convenience – Declaration of Dependence
Aqui a tranquilidade e a calmaria reinam de forma absoluta. O duo norueguês de indie folk crava 100% de acerto em sua carreira que conta com 3 maravilhosos discos. Erlend Øye e Eirik Glambek Bøe se declaram dependentes (sacaram?) um do outro produzindo lindas melodias que soariam vazias e até mesmo sem sentido caso um não existisse na vida do outro. Que bonito, não?
Escute: “Boat Behind” e “Me In You“.

sy

06. Sonic Youth – The Eternal
Não dá pra fugir muito do clichê no caso do Sonic: décimo sexto disco na carreira dos cinquentões (a maioria da banda) e soa como se estivessem fazendo seu primeiro álbum, na longíqua década de 80, tentando experimentações não usuais e afinando suas guitarras da forma mais inusitada possível – isso tudo culminando em um dos melhores shows que o Brasil viu em 2009.
Escute: “No Way” e “What We Know“.

tcv

05. Them Crooked Vultures – Them Crooked Vultures
Reunir John Paul Jones, Dave Grohl e Josh Homme não poderia dar em outra, né? Discão pesado e consistente, como há tempos não se via. Mais de uma hora de muita porrada com as guitarras stoner de Homme, que canta em todas as 13 faixas. A cozinha do trio é de dispensar comentários – Grohl voltando aos seus áureos tempos de Nirvana e Paul Jones empunhando seu baixo que tanto barulho fez na década de 70.
Escute: “Mind Eraser, No Chaser” e “Gunman“.

phoenix

04. Phoenix – Wolfgang Amadeus Phoenix
Um CD que começa com o trio de músicas “Lisztomania”, “1901″ e “Fences” deveria estar, automaticamente, em qualquer lista de melhores de 2009 que se preze. Em seu quarto trabalho, o Phoenix conquistou os ouvintes não familiarizados com sua música, foi em todos os talk-shows possíveis, gravaram para o Blogotheque e lotaram apresentações em todo o mundo – menos no Brasil, que esqueceu de trazer o grupo em seu melhor ano.
Escute: “1901” e “Lisztomania“.

Kasabian

03. Kasabian – The West Rider Pauper Lunatic Asylum
Depois de um razoável segundo disco, o Kasabian surpreendeu muita gente (eu, inclusive) com uma mistura muito convincente de britpop, psicodelia, Beatles, Stones e outros marcos da música inglesa. A faixa “Fast fuse” entrou até para a trilha sonora do game Fifa 09′, enquanto “Underdog” foi tema de uma propaganda da Sony que teve a participação de Kaká.
Escute: “Fire” e “Underdog“.

ff

02. Franz Ferdinand – Tonight
Um CD que começa com Alex Kapranos dizendo que está entediado e te chamando pra ficar chapado não tem como ser ruim. Aí vem uma dezena de músicas que mostram que o quarteto inglês quer te levar para a pista de dança a qualquer custo. Ou você acha que toda aquela viagem psicodélica de “Lucid Dreams” está ali à toa? E que venha março de 2010!
Escute: “Turn it on” e “Ulysses“.

AM

01. Arctic Monkeys – Humbug
Muita gente achou que Josh Homme foi o culpado pela “seriedade” que os Monkeys apresentaram em seu terceiro disco. Já eu prefiro dizer que ele foi UM dos responsáveis pela incrível evolução dos moleques de Sheffield. Humbug é visivelmente mais pensado e trabalhado do que os álbuns anteriores e mostrou que o quarteto conta com pelo menos dois grandes instrumentistas: o batera Matt Helders e, é claro, Alex Turner, que não só canta e toca com precisão exemplar, como também se mostra um dos bons letristas dos anos 00′.
Escute: “Crying lightning” e “Cornerstone“.

3 nov 2009

Mix That Jukebox #5

Por  @16:47

mix

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Lado A – What’s new?

01 – Norah Jones – Chasing pirates
Deixando o jazz um pouco de lado, a cantora volta numa linha mais parecida com Regina Spektor.

02 – Weezer – I’m your daddy
Apesar de Rivers Cuomo estar transformando, deliberadamente, o Weezer numa piada, o novo disco ainda tem alguns momentos divertidos.

03 – Port O’Brien – Sour milk salt water
Duo californiano que faz uma maravilhosa mistura de folk com indie rock e que acabou de lançar o segundo disco da carreira – Threadbare.

04 – Sabonetes – Quando ela tira o vestido
Sério, fazia tempo que eu não botava no repeat uma música de indie rock brazuca tão cheia de vitalidade como essa.

05 – Tegan and Sara – The cure
As gêmeas mais famosas da música (não, não são Pepê & Nenem) voltam com um eficiente disco novo, chamado Sainthood – o sexto da carreira.

06 – Phoenix – Fences (Friendly Fires Remix)
O Remix Collection do disco Wolfgang Amadeus Phoenix ficou sensacional! Nessa faixa, o Friendly Fires leva toda sua ginga percursiva e transforma a música em um hit para as pistas.

07 – Wolfmother – 10000 feet
Pra quem curte um guitar rock sem firulas, pesado e com referências clássicas, ouça o novo álbum Wolfmother porque está sensacional!

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Lado B – 90′s One Hit Wonder (Sabe aquelas músicas que já foram tocadas à exaustão e que todos conhecem, mesmo não sabendo os nomes envolvidos? Resolvi separar algumas que foram os únicos (ou quase únicos) sucessos das bandas que as lançaram.)

01 – Semisonic – Closing time
Que refrão clássico: “I know who I want to take me home”

02 – Sixpence None The Richer – Kiss me
Essa música tem cara de comédia romântica fofa, né? Não é surpresa que ela faz parte da OST do filme Ela é demais, de 99.

03 – Smash Mouth – All star
Falando em filmes, o Smash Mouth tem que agradecer eternamente ao Shrek por ter iniciado seu primeiro filme com essa música.

04 – Eagle Eye Cherry – Save tonight
Minha mãe, sem saber inglês, repete o refrão dessa música com uma perfeição absurda.

05 – Chumbawamba – Tubthumping
Levanta a mão quem conhece essa música mas não fazia idéia do nome dela. Levanta outra vez se você achava que o refrão era “I get no doubt!”. Fiquei revoltado quando descobri que era “I get knocked down”.

06 – Spin Doctors – Two princess
Pra mim, anos 90 tem a cara dessa música! Muito clássica!

07 – New Radicals – You get what you give
E claro, dessa também! Lembro de ver o vídeo dela no Fantástico – aquele clipe icônico do shopping com scooters, cachorros soltos e tudo mais.

27 out 2009

Wolfmother toca “New moon rising” ao vivo na TV americana

Por  @12:08

Em plena segundona, Conan O’Brien chamou os australianos do Wolfmother para tocarem o primeiro single de Cosmic Egg, novo disco f*dão da banda!

Como já foi falado aqui, a música de trabalho do álbum é a pesada “New moon rising” – e você já pode assistir como foi a apresentação logo em seguida:

25 out 2009

A gente não postou, mas você precisa saber (ou não)

Por  @19:02

Integrante do Hot Chip lançará álbum solo - Rolling Stone, 25 de outubro

Novidades sobre o Arcade Fire podem surgir em 2010Bloody Pop, 24 de outubro

Já escutou o disco do Julian Casablancas?Twitter, 24 de outubro

E o novo do Weezer?Twitter, 23 de outubro

Produtora disponibiliza mais 3 mil ingressos para show do AC/DCEsquina da Música, 23 de outubro

Mash-up de “Smile like you mean it”, do The Killers com “Bulletproof”, do La Roux. Ficou curioso? Escute-a aquiNME, 22 de outubro

Trent Reznor foi convidado por ninguém mais, ninguém menos que J.J. Abrams para uma participação num promo de Fringe - Goma de Mascar, 22 de outubro

Fever Ray e sua mania de clipes sinistros. Desta vez, fazendo um cover de Nick CaveStereogum, 22 de outubro

Vaza Deluxe Edition de Cosmig Egg, novo do Wolfmother (com 5 músicas a mais)Twitter, 22 de outubro

Novo single de The Resistance, do Muse, será a música “Undisclosed Desires” - MuseBr, 20 de outubro

Rio de Janeiro receberá único show do Franz Ferdinand com pista únicaTerra, 19 de outubro

21 out 2009

Slash e seus convidados

Por  @13:24

slash!Slash, eterno ex-guitarrista do Guns n’ Roses e atual Velvet Revolver, está trabalhando intensamente em seu disco solo, a ser lançado no começo do próximo ano e com produção de Eric Valentine.

Dentre as várias participações presentes no trabalho do guitarrista estão os roqueiros Dave Grohl (claro, sempre ele), Flea (Red Hot e atual  (?) Thom Yorke), Iggy Pop, Nick Oliveri (ex-baixista do QOTSA), Duff McKagan (eterno companheiro de Slash), Ron Wood (dispensa apresentações), Jason Bonham (filho do John) e, mais recentemente, Andrew Stockdale também teve seu nome confirmado. Pra quem não sabe, Andrew é guitarrista e líder do Wolfmother.

Mas calma, nem só figurões do rock participação. Infelizmente, acrescentadas a este quase panteão estarão as inexplicáveis presenças de Adam Levine (vocalista do Maroon 5 e sósia do Jack Shepard, de Lost, nas horas vagas) e, adivinhem só, Fergie (!!!!).

Imagino como seria uma música com Dave Grohl destruindo na bateria, Slash solando como se não houvesse amanhã e Fergie, deslocada, cantando com vozinha de auto-tune. Mentira, nem imagino como seria isso…