Três videoclipes nacionais: Karol Conka, Mombojó e Marcelo Perdido

Karol Conka, que lacre minha filha! Bom, quando é que essa senhoura não arrasa, não é mesmo? Difícil. Aqui, sem medo nenhum e completamente empoderada, a artista lança o videoclipe de “La lá”, que estará em seu próximo e segundo álbum, ainda sem data de lançamento e sem nome. A letra fala escancadaramente sobre sexo oral feminino, sim, de homens que não gostam de fazer sexo oral em suas parceiras, ou que são muito ruins mesmo, mas adoram contar vantagem:

“Escrevi essa música na intenção de informar as pessoas da necessidade da prática e da técnica do sexo oral na mulher. Tive a ideia de fazer um clipe com uma equipe toda formada por mulheres de forte posicionamento. Tivemos ideias coletivas que mostram o universo feminino de uma maneira doce e ao mesmo tempo divertida. A intenção é passar a mensagem quebrando o tabu de maneira informativa e criativa”, explica Karol Conka em nota enviada pela assessoria de imprensa.

O videoclipe assinado pela produtora Paranoid marca também a parceria na direção do projeto entre a cineasta Vera Egito e a diretora de fotografia Camila Cornelsen.

Pois é, minha gente, não noticiamos por aqui, porque já havíamos falado há um tempo e caraaaam, queremos marcar uma entrevista com os Mombojó para falar sobre carreira e o EP com a Laeticia Sadier (Stereolab), Summer Long. Mas lembra que a gente falou com o Chquinho e ainda lançamos um videoclipe aqui no Move? Pois é! Agora, o grupo chegou com mais um, o “C’est Le Vent”. O vídeo tem direção e fotografia de Luan Cardoso (Quixo Produções) e produção de Laetitia Sadier, Luan Granello e Chiquinho Moreira, o videoclipe traz o registro deste encontro entre a banda e a artista. Confira:

Fechando a nossa trinca, vamos de Marcelo PerdidoBicho (2016). As imagens da Fernanda Vidal, Leo Mascaro e de Marcelo Perdido.

“Primavera em mim é uma música sobre se permitir uma mudança: geográfica e de estado de espírito. Passamos um ano inteiro vivendo e observando a cidade de Lisboa, eu gravava tudo que achava bonito, cenários, passagens de tempo. O mais importante foi que fizemos um vídeo por dia girando minha mão num movimento circular, para o final ser um grande looping por todos os lugares que passamos”, conta Perdido em nota enviada pela imprensa.