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Álbum: Como Se Comportar
Artista: Moptop
Lançamento: Agosto de 2008
Nota: 3.5/5.0
Se em 2006 o Moptop já se mostrava preparado para embarcar no sucesso com seu álbum de estréia, em agosto de 2008 ficou provado que a viagem ao mundo da fama era sem volta.
Com uma personalidade novinha em folha, o grupo carioca brilha na turnê de Como Se Comportar, um disco que não pode passar em branco. Transpirando menos The Strokes, Aonde Quer Chegar, Como Se Comportar e a adolescente História para Contar compõem a parte mais marcante de todo o trabalho, mas a badalada Desapego não fica para trás.
Tão apaixonantes e grudentas quanto as antigas Paris e Sempre Igual, são Bom Par e a mais básica Adeus, mas não deixe de dar a devida atenção à Bonanza e à Contramão, inédita que mais me chamou a atenção quando vi o Moptop no início do ano, na Fundição Progresso, que mais tarde recebeu o Interpol.
Por Alex Correa

Álbum: Loyalty to Loyalty
Artista: Cold War Kids
Lançamento: Setembro de 2008
Nota: 4.0/5.0
Loyalty to Loyalty seria o álbum do ano fácil fácil, se já não tivéssemos experimentado uma sonoridade grosseiramente semelhante em 2006, na estréia do grupo. Não fosse a agradável melancolia de Avalanche B, a épica Cryptomnesia ou os inéditos falsetes adotados em uma ou duas músicas do disco, o jazzy rock californiano do Cold War Kids iria direto para a gaveta dos que pararam no tempo. Amor e ódio; Agressividade e delicadeza. Tudo isso e mais um pouco se junta no segundo álbum do CWK, que teria nível de best-seller caso fosse um livro de poesias. Não preciso nem comentar sobre a intercessão de uma faixa para a outra…
Por Alex Correa

Álbum: Off With Their Heads
Artista: Kaiser Chiefs
Lançamento: Outubro de 2008
Nota: 2.5/5.0
O novo disco do Kaiser Chiefs é quase tão difícil de ser descrito quanto o sabor da combinação de queijo com goiabada A abertura, feita por Spanish Metal (que não é um metal propriamente dito), deixa claro que nos próximos minutos não virá absolutamente nada imperdível. A presença dos convidados especiais – Lily Allen, New Young Pony Club e David Arnold – é praticamente inaudível. Pode-se considerar Never Miss a Beat, You Want History (que já estão sendo tocadas ao vivo há tempos) e Tomato In The Rain as melhores faixas de todo o disco, mas me arrisco a dizer que a verdadeira salvadora é Half The Truth – que também pode ser chamada de “música do rapper”. O rapper é Sway, que lidera os vocais por alguns versos e exibe toda a sua ginga de nigga londrino, o que vale como um ‘plus’ ao Off With Ther Heads. Já na última faixa do CD, é o baterista Nick Hodgson quem ataca como líder. A música é péssima e, se quiser saber, tem o nome de Remember You’re a Girl. Para ser honesto, esse não parece um trabalho de Mark Ronson, muito menos do Kaiser Chiefs.
Por Alex Correa
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Comentários
discordo, pra mim o cd do KC foi impecável, e “good days bad days” é simplesmente viciante *-*
História pra contar é igual Kings Of Leon no instrumental
Esse albúm é o melhor do Kaiser Chiefs vééééééi!
hahaha
nunca gostei muito da banda, mas esse albúm é bom.
é álbum..
alex não tem gosto pra música, pronto falay
discordo [2]
ta que não tem nada de novo no CD do KC, mas ta tudo bem lindinho *-*
metal na música tbm se refere a instumentosde sopro, naipe de metais em orquestra saca?
e Kc nunca foi bom mesmo
não fode
2.5 pro KC e 3.5 pro Moptop -.-
“alex não tem gosto pra música, pronto falay”
mas o gosto do alex é quase igual ao meu.
espero que esse eric seja amiguinho do alex e esteja sendo brinks, o zoando publicamente. porque eu fiquei magoada por tabela com esse comentário. =/
Thaís, você pode se sentir ofendida então, porque eu não conheço nenhum Eric.
[...] As resenhas da Jukebox [...]
brazucas dum raio nao percebem de musica e metem.se a falar mal de bandas q mal conhecem vao masé aprender o q é musica e dps comentem… .|.