Os melhores discos de 2012 até agora
Arte: Priscila Barker
Sem muita enrolação, alguns dos colaboradores do Move That Jukebox resolveram dar um resultado parcial na listinha pela qual todos esperam no fim do ano. Ou seja, na sequência, você pode ver/discutir/opinar/discordar/xingar alguns Top 5 de discos (sem distinção entre nacionais e gringos) que, até o momento, são os grandes destaques do ano, pra nós. Participe também e deixe seu Top 5 nos comentários.
Neto Rodrigues

Japandroids – Celebration Rock
Uma paulada arrebatadora na alma e uma enchente de guitarras para estourar tímpanos desavisados. É mais ou menos essa a sensação que se tem ao ouvir Celebration Rock. Em 2012, não se engane: o melhor remédio para revigorar espírito e corpo e fazer você querer correr por aí gritando a plenos pulmões é o novo disco do Japandroids – a dupla mais barulhenta e visceral que poderíamos pedir.
Jack White – Blunderbuss
A estreia solo de Jack White é uma miscelânea absurda e bem conduzida de todas as suas influências. O que poderia resultar num pastiche sem umo nas mãos de outro músico, se torna uma belíssima coleção de pequenas pérolas contemporâneas, com direito a um lote consistente de devaneios em ritmo de rock, blues, folk e toques de r&b.
Cambriana – House of Tolerance
A produção e a sonoridade de House of Tolerance poderia se passar facilmente por um grande lançamento gringo de alguma major. Ao contrário, o debut da goiana Cambriana nasceu em trocas de e-mails e horas em frente ao computador, deixando cada nota em seu lugar e explicitando ânsias sonoras de quem já ouviu muito Brian Eno e Grizzly Bear nessa vida.
Dr John – Locked Down
Com mais de 70 décadas nas costas, o lendário músico de Nova Orleans requisitou os serviços de Dan Auerbach, líder do The Black Keys, em seu novo disco. Auerbach, então, não economizou nas guitarras e na produção requintada, que explicita nuances de inúmeros gêneros para criar uma obra primorosa, daquelas cujo repeat é obrigatório ao final de cada audição.
Hot Chip – In Our Heads
O LCD Soundsystem vestiu o paletó de madeira, mas o espírito inquieto de James Murphy parece ter visitado os estúdios de gravação do Hot Chip. Só a épica “Flutes” já valeria o disco, que ainda conta com outros passeios inspirados e regados a pop, linhas de baixo certeiras e sintetizadores com melodias grudentas, como na deliciosa “Night And Day”.
Victor Caputo

Cloud Nothings – Attack on Memory
Esqueça a capa colorida do álbum auto-intitulado. Desde uma foto em branco e preto e fora de foco da capa, até os gritos da primeira faixa, “No Future/No Past”, o Cloud Nothings se reinventa e traz o melhor trabalho de sua carreira. P.S.: produzido por Steve Albini.
The Walkmen – Heaven
Uma melancolia carregada de raiva e violência. A tristeza é tão presente que nos faz perguntar sobre qual paraíso a banda está cantando. O sucessor de Lisbon acerta as medidas da banda e entrega um equilíbrio quase perfeito.
Dr John – Locked Down
A lenda conta que a neta do doutor teve que lhe dizer que o Black Keys era uma banda legal. Foi assim que Dr John aceitou entregar a produção de Locked Down para Dan Auerbach. Carregado de soul, o álbum coloca Dr John de volta ao mapa e apresenta o músico a ouvintes mais jovens. Tudo isso em grande estilo.
Leonard Cohen – Old Ideas
A comparação com Bob Dylan vem desde sempre. Se for para continuar, Leonard Cohen dá um pau em Dylan – ao menos no quesito voz. Em tom gutural, Cohen abre com: “I love to speak with Leonard/He’s a sportsman and a shepherd/ He’s a lazy bastard/ Living in a suit”. Poesia cada vez melhor em uma voz cada dia mais marcante.
Japandroids – Celebration Rock
O álbum preferido para ser ouvido no verão pelos indies do hemisfério norte funciona bem também aqui no nosso inverno. O duo carrega nas guitarras e mostra uma banda mais vigorosa do que em Post-Nothing, seu disco de estreia.
Hick Duarte

Hot Chip – In Our Heads
Não que a gente esperasse menos. O electro-indie (dance-punk?) do Hot Chip se apresenta ainda mais maduro e consistente nas onze faixas de In Our Heads, discão dos caras em 2012. Inventividade e sensibilidade pop presentes tanto nas produções mais dançantes (“Don’t Deny Your Heart”, “Night and Day”) como nas menos aceleradas (“Look At Where We Are”, “These Chains”).
Usher – Looking 4 Myself
Um sem-número de colaborações (de Pharell a A$ap Rocky) e uma vontade clara de sair do lugar comum dos álbuns de pop em 2012 fazem de Looking 4 Myself uma das maiores surpresas do ano. Muita faixa pra pista, um flerte intenso com os graves e uma peculiar dose de ousadia estética cercam “Climax” e “Twisted”, duas canções que vão te fazer nunca mais torcer o nariz pro Usher.
R.Kelly – Write Me Back
Dois anos após o excelente Love Letter, R.Kelly volta ainda mais inspirado com Write Me Back, álbum fino que ainda não caiu (vai cair?) no gosto indie. Veterano do soul e um dos mitos do R&B, o cara parece viver a sua melhor fase musical, assinando sozinho a produção de todas as suas novas faixas – “Love Is” e “Believe That It’s So” já valem a audição – e se mostrando um músico incrivelmente versátil, lançando um disco multifacetado que brinda a retromania.
Azealia Banks – 1991 (EP)
“212″ fez muito mais barulho do que todas as novas faixas juntas de 1991, o primeiro EP de Azealia Banks, mas o lançamento tem seu valor e mérito estético neste ano. Da batucada polêmica com o Diplo ao experimentalismo tropical do Hudson Mohawke, a garota produziu com um monte de gente e atirou pra todos os lados antes de chegar às quatro composições de 1991 – e a impressão que fica é consideravelmente positiva. House, rap e uma ambientação pós-dubstep que surpreende e ultrapassa o apelo “puramente pista” do primeiro hit.
Kindness – World, You Need A Change Of Mind
Um encontro maduro entre a eletrônica, o indie e o nu-disco que embalaria o verão de qualquer lugar no mundo dá cor e forma ao terceiro álbum do Kindness. Meio melancólico, meio groove, às vezes os dois ao mesmo tempo, World, You Need A Change Of Mind é um disco bem 2012, experimental e pop sem soar forçado, pro sábado à noite e/ou pro domingo de manhã, com “Gee Up” e “Cyan” pontuando os melhores momentos.
Gregório Fonseca

Keane – Strangeland
Depois do estranho (e ruim) Night Train, o Keane volta às origens, mas sem dispensar a guitarra. Não tem nenhuma faixa com cara de mega hit, mas é um disco denso e coeso.
The Shins – Port of Morrow
Depois de uns anos longe da cena, um belo disco para apresentar a banda a um novo público. Ora fofo, ora sombrio, ora psicodélico, Port of Morrow é impecável da primeira a ultima faixa.
Kasabian – Live!
Rock de arena, gravado ao vivo no ano passado. O Kasabian em sua melhor forma tocando as melhores de seu repertório, com destaque para o recente Velociraptor!. Além do CD, a apresentação foi lançada em DVD.
Arnaldo Antunes – Acústico MTV
Revisão completa da carreira, desde Titãs até a carreira solo, passando por covers e até Tribalistas. Conta ainda com uma banda de apoio que inclui Edgard Scandurra, Marcelo Jeneci e Curumin. Não tinha como dar errado.
Lana Del Rey – Born To Die
O hype foi exagerado, e acabou decepcionando muita gente. O disco é irregular, mas funciona bem depois de ouvir várias vezes e amaciar os ouvidos.
Iberê Borges

Delta Spirit – Delta Spirit
O álbum é intenso. Os temas são adoráveis. Os arranjos são simples e envolventes. Na verdade, o álbum todo é simples. Uma canção como “California”, por exemplo, só parece querer te fazer viajar, mesmo que ao redor de você mesmo, pra te lembrar como você costumava ser mais aventureiro e sentimental. Se um disco como esse se perde através dos meses desse ano, a gente se perde de nós mesmos. E isso eu não quero que aconteça.
Father John Misty – Fear Fun
Discos “pessoais” incríveis foram lançados esse ano. Não só Joshua Tillman (que, além de “Father John Misty”, é baterista do Fleet Foxes e já lançou vários discos solos) acertou na mosca. Jack White trouxe um álbum completo e repleto de boas canções. O “Mr. M” do Lambchop dói de tão bonito. Jason Pierce também sabe judiar da gente lançando uma obra como a que o Spiritualized lançou. Mas o Father John Misty merece mais que todos o espaço nessa lista. O capricho, a surpresa, o poder das canções e a unidade venceram dessa vez (e deveriam vencer em todas).
The Shins – Port of Morrow
James Mercer faz o pop que o mundo merece receber. As canções ensolaradas empolgam. As canções nubladas apertam o coração. Não é o melhor disco do The Shins, talvez. Não é revolucionário, nem extraordinário, mas é certeiro. Um punhado de canções bem inspiradas e bem amarradas que poucas bandas conseguem fazer.
Dirty Projectors – Swing Lo Magellan
Enchi a bola do Dirty Projectors aqui já, nem sei se tenho mais o que falar sem parecer um chato. Basicamente, Swing Lo Magellan é um disco de canções do Dirty Projectors, banda que não acostumava fazer isso. E quando fez, fez de maneira brilhante. De momentos lindos aos tensos, dos suaves aos intrigantes, o disco te conquista.
Brendan Benson – What Kind of World
Encarar tão naturalmente um disco e perceber que já tenho todas as músicas na ponta da língua: é aí que entendo o poder de Brendan Benson. Ele tem o poder de fazer músicas com ganchos incríveis e escapar (ou usar muito bem) dos clichês. Invejo. Esse disco está aqui também por um pouco de inveja. Mesmo sendo um pecado capital, um pecado maior seria deixar esse disco de fora da minha lista. E quem não gosta dos clichês?
Raul Ramone

Siba – Avante
Produzido por Fernando Catatau, Avante mostra um Siba bem mais elétrico do que os fãs do antigo Mestre Ambrósio podiam esperar, mas ainda carregado de referências nordestinas. Muitas pessoas vão torcer o nariz pro que eu vou dizer, mas, na minha opinião, Siba é o grande pesquisador que a música pernambucana viu surgir nos últimos vinte anos, ficando lado a lado com o grandessíssimo Chico Science.
Patti Smith – Banga
Patti Smith ficou oito anos sem lançar um álbum solo, mas nem por isso ficou parada. Foram livros, disco ao vivo com Kevin Shields (Coral Sea, 2008) e participação em filme do cineasta Jean-Luc Godard (Film Socialism, 2010), além de iniciar outro livro, dessa vez um romance policial. Tudo isso fez bem ao processo criativo de Banga, que ainda contou com Johnny Depp e Tom Verlain nas gravações. Não teria como dar errado.
Fiona Apple – The Idler Wheel…
Fiona Apple é outra que ficou anos sem lançar disco novo, mas volta com estilo. A estranheza do single “Every Single Night” faz jús à fama da musicista, com suas metaforas e psicoses psicológicas. Não que isso seja de todo mal. The Idler Wheel… traz belas melodias e canções que fogem do padrão convencional de se pensar e fazer música, sempre regidas por belos acordes de piano e um outro instrumento de percussão.
Bobby Womack – The Bravest Man in the Universe
O caso de The Bravest Man in the Universe é muito mais especial do que os dois discos anteriores. Afinal, foram 18 anos sem um álbum de inéditas do grande Bobby Womack, que ainda passou por um período de luta contra o câncer quando com o disco já estava finalizado. Os grandes responsáveis pela volta do cantor são Damon Albarn (produtor do LP) e Richard Russell (chefão da XL Recordings). O vozeirão do soulman cotinua impecável.
Mark Lanegan – Blues Funeral
Após oito anos participando de e criando inúmeros projetos paralelos (percebeu como a lista é saudosista?), Mark Lanegan lança um disco gravado com banda no estúdio particular de Alain Johannes. Mesmo soando mais roqueiro do que o último trabalho do cantor (Bubblegum, de 2004), Blues Funeral ainda reserva bastante espaço para batidas eletrônicas sombrias e participações especiais de peso como Josh Homme, Greg Dulli e Chris Goss. Beira a perfeição.





Comentários
Boas,
Nós no Som Alternativo não colocámos os Japandroids, Dirty Projectors e Dr John na lista. Bem lembrado, são álbuns muito interessantes
Vejam aqui a nossa lista: http://www.som-alternativo.com/2012/06/os-melhores-albuns-de-2012-ate-ao-momento.html
Saudações de Portugal
Acho que faltaram Smashing Pumpkins, Sigur Rós, Electric Guest… Mas enfim, não existem listas definitivas.
ou seja, praticamente todos, faltou uma seleção aí. Faltou também o da Regina Spektor.
Boas listas. Meu top 5:
1. Errors – Have Some Faith in Music
2. Nada Surf – The Stars are Indifferent to Astronomy
3. Perfume Genius – Put Your Back N 2 It
4. Public Image Ltd. – This is PiL
5. Sigur Rós – Valtari
Concordo e muito com o que falou do Siba, ele é um baita músico, talentosíssimo, e além do mais é um grande conhecedor da música pernambucana, merece todo respeito.
1. Grimes – Visions
2. Perfume Genius – Put Your Back N to It
3. Trust – TRST
4. Nite Jewel – One Second of Love
5. Julia Holter – Ekstasis
Meu top 10:
01º Dead Sara – Dead Sara
02º Diablo Swing Orchestra – Pandoras Pinata
03º Killing Joke – MMXII
04º Neneh Cherry & The Thing – The Cherry Thing
05º Curumin – Arrocha
06º Rush – Clockwork Angels
07º Asteroids Galaxy Tour – Out Of Frequency
08º Garbage – Not your kind of People
09º Ladyhawke – Anxiety
10º Cult – Weapon of Choice
Outros do semestre:
Band of Skulls – Sweet Sour
Santigold – Master of Make Believe
Pepe Deluxe – Queen Of The Wave
Cranberries – Roses
James Iha – Look to the Sky
Corrosion Of Conformity – Corrosion Of Conformity
Storm Corrosion – Storm Corrosion
Paradise Lost – Tragic Idol
Sinead O’connor – How about i be me (and you be you)?
Slash – Apocalyptic Love
Jack White – Blunderbuss
Marilyn Manson – Born Villain
B.o.B – Strange Clouds
Ministry – Relapse
Sopor Aeternus – Children of The Corn
Avatar – Black Waltz
Sear Bliss – Eternal Recurrence
Air – Le Voyage Dans La Lune
Scissor Sisters – Magic Hour
Florence and the Machine – MTV Unplugged
Marina and the Diamonds – Electra Heart
Graham Coxon – A+E
A Place To Bury Strangers – Worship
Crocodiles – Endless Flowers
Fear Factory – The Industrialist
Paloma Faith – Fall to Grace
MercyMe – The Hurt and The Healer
Bruce Springsteen – Wrecking Ball
Mars Volta – Noctourniquet
Counting Crows – Underwater Sunshine
Spiritualized – Sweet Heart Sweet Light
Norah Jones – Little Broken Hearts
Pennywise – All or Nothing
Keane – Strangeland
Silversun Pickups – Neck of the Woods
Tenacious D – Rize of the Fenix
Sigur Ros – Valtari
Ultravox – Brilliant
Men Without Hats – Love In the Age Of War
Demon Hunter – True Defiance
School of Seven Bells – Glostory
Soul Asylum – Delayed Reaction
Fiona Apple – The Idler Wheel
Marty Friedman – Tokyo Jukebox 2 / Bad D.N.A.
Turbonegro – Sexual Harassment
Justin Bieber – Believe
Smashing Pumpkins – Oceania
Wolfgang – The Price of Fame
Van She – Idea Of Happiness
Sam Sparro – Return To Paradise
Metric – Electrified Fantasies
Bobby Brown – The Masterpiece
Iamamiwhoami – kin
Usher – Looking 4 Myself
Melvins – Freak Puke
Vive La Fete – Produit De Belgique
Gojira – The Flesh Alive
Hot Chip – In Our Heads
CocoRosie – We Are On Fire
Beach Boys – That’s Why God Made The Radio
Neil Young and Crazy Horse – Americana
Offspring – Days Go By
Maroon 5 – Overexposed
Ash – Little Infinity
Manowar – The Lord Of Steel
Linkin Park – Living Thing
Asia – XXX
Europe – Bag Of Bones
Gaby Amarantos – Treme
Felipe Cordeiro – Kitsch Pop Cult
Siba – Avante
Crucified Barbara – The Midnight Chase
David Crowder Band – Give Us Rest
Céu – Caravana Sereia Bloom
Lucas Santtana – O Deus Que Devasta Mas Também Cura
Rodrigo Campos – Bahia Fantástica
Sambanzo – Etiópia
Soulfly – Enslaved
Torche – Harmonicraft
Jess and the Ancient Ones – Jess and the Ancient Ones
Flying Colors – Flying Colors
Adrenaline Mob – Omertá
Orange Goblin – A Eulogy for the Damned
El Caco – Hatred, Love & Diagrams
Every Time I Die – Ex Lives
Shadows Fall – Fire From the Sky
Christian Mistress – Possession
Accept – Stalingrad
Leonard Cohen – Old Ideas
Paul McCartney – Kisses on the Bottom
Joe Bonamassa – Driving Towards the Daylight
Soen – Cognitive
Primal Rock Rebellion – Awoken Broken
Galactic – Carnivale Electricos
High On Fire – De Vermis
Huntress – Spell Eater
Electric Guest – Mondo
Kadavar – Kadavar
3 Inches of Blood – Long Live Heavy Metal
Arjen Anthony Lucassen – Lost in the New Real
Moonspell – Alpha Noir / Omega White
Lacuna Coil – Dark Adrenaline
Saint Vitus – Lillie: F-65
Napalm Death – Utilitarian
Meshuggah – Koloss
Van Halen – A Different Kind of Truth
Kreator – Phantom Antichrist
Rage – 21
Overkill – The Electric Age
1-Silversun Pickups – Neck of The Woods
2-Twin Shadow – Seconds
3-Smashing Pumpkins – Oceania
Gregório Fonseca é uma mulher?
Esse Neto Rodrigues entende do assunto, melhor top 5.
[...] That Jukebox (Brasil) – veja listas O site Move That Jukebox convocou seus colaboradores para destacar os 5 principais discos de 2012 [...]
ainda tô digerindo MDNA
Éééé!!! Boa listinha garôto. Aí vai meu top-five…e que já está na listinha de compras:
Ultravox —– Brilliant
Killing Joce– MMXII
The Stranglers-Giants
Japandroids—-Celebration Rock
The Walkeman—Heaven
Ah sim…só mais unzinho—> Pil “This is Pil”
Gostei bastante da lista feita dos álbuns de 2012. Eu sou mais inclinado ao genero indie pop. Entao, também fiz uma lista dos 10 melhores álbuns. Se quiserem ler, segue um link de um site amigo “Protocolo Cult”
http://www.protocolocult.com/2012/09/top-10-melhores-albuns-de-2011-ate-agora.html
Ao todo, gostei das listas, mas “Born To Die” foi o único erro gritante. Na resenha está escrito: “O hype foi exagerado, e acabou decepcionando muita gente.” Pronto disso tudo. Ela não pode estar na lista definitiva, foi a minha decepção do ano. Pensei que fosse a salvação pop ou, no minimo, uma boa cantora indie, mas se mostrou como uma Rihanna travestida de Beth Orton.
Em relação à falta, achei que no cenário internacional vocês foram otimos, só esqueceram imperdoavelmente de Cat Power, Frank Ocean, Gotye, Norah Jones e John Mayer. Já no cenário nacional foi um pouco mais grave (talvez, porque as listas estão juntas, quase não há espaço para os nacionais) porque faltou muitos nomes; Felipe Cordeiro, Céu, Tulipa Ruiz, Maria Bethania, Gaby Amarantos, Lucas Santanna, Cicero, Banda Uó e esses só foram os mais graves.
Senti falta do Channel Orage do Frank Ocean.