Os melhores discos do ano (até agora)

Arte: Priscila Barker

O ano já está em sua segunda metade e um tanto considerável de discos caiu nos nossos colos. Alguns compensaram, outros, não. Alguns excederam expectativas, outros apenas cumpriram tabela. Rolaram retornos inesperados, boas surpresas, algumas decepções e, acima de tudo, muita música nos players dos colaboradores do Move That Jukebox. Por isso mesmo, apresentamos uma pequena seleção dos álbuns preferidos de alguns membros da equipe do site (lançados até o último dia de junho deste ano). Foram escolhidas trincas internacionais e também algumas nacionais. A lista (toda em ordem alfabética) é curta e rápida, atiçando a curiosidade das preferências finais que a gente entrega no fim do ano – até porque muita novidade boa irá surgir de hoje até dezembro de 2013. Aproveitem, discutam e deixem também seus Top 3 favoritos nos comentários.

Gregório Fonseca

Top 3 Internacional:

Beady EyeBE

Cada vez mais distante do que foi o Oasis, o Beady Eye soa como uma banda nova. O maior resquício da antiga banda dos irmãos Gallagher, o grande expoente do britpop dos anos 90, é o vocal característico de Liam – até porque isso é um pouco difícil de mudar – e nem deveria. O álbum é cheio de baladas que prendem a atenção, rocks acelerados e longos interlúdios que conectam as faixas, criando uma unidade ao álbum.

David BowieThe Next Day

Não dá pra dizer que após um longo tempo de espera, finalmente David Bowie lançou um novo disco, pois nos acostumamos a desistir de esperar. Em uma operação super sigilosa (incomum para a sociedade conectada em que vivemos), o cantor gravou The Next Day e só avisou ao mundo quando já estava tudo pronto. O resultado: o melhor disco de David Bowie desde que nasci.

Vampire WeekendModern Vampires of the City

Modern Vampires of The City serviu para tirar o termo “micareta indie” de todos os textos que falavam sobre o Vampire Weekend (oh não, acabei de usá-lo). Foi a principal surpresa do ano até agora – um disco impecável. A capa cinzenta pode dar a impressão de que é sombrio, triste, que te faz refletir sobre a vida. E é. Aliás, isso é um dos motivos que fazem o álbum ser tão bom.

Top 3 Nacional:

Apanhador SóAntes Que Tu Conte Outra

O experimentalismo é uma constante no novo álbum do Apanhador Só. Os barulhinhos e ruídos do Acústico-Sucateiro, lançado em 2011, retornam acompanhados por instrumentos musicais de verdade. Mudanças na sonoridade e no andamento são frequentes e em alguns momentos pode até incomodar – antes de cativar. O disco ainda traz a inspirada “Líquido Preto”, uma ode à um certo refrigerante que poderia ser uma balada romântica se não tivesse uma letra tão incomum.

Clarice FalcãoMonomania

O álbum de estreia de Clarice Falcão foi concebido ao lado do público, que por meses acompanhou cada nova composição através de vídeos no Youtube. De webhit à queridinha indie nacional foi um pulo. Reconhecimento merecido. As letras repletas de ironia e humor nonsense só não arrancam gargalhadas do público porque a plateia já está cantando junto cada uma de suas canções.

LudovEras Glaciais EP

Eras Glaciais completa a trilogia de EPs iniciada como comemoração aos 10 anos da banda – e é disparado o melhor dos três. Ao longo das quatro faixas,o Ludov mostra um pouco de folk, power pop, baladas e rock. Tudo conectado e fazendo sentido. Destaque para a faixa homônima, que abre o EP e é um belo cartão de visitas para quem ainda não conhece o som do grupo.

Gustavo Somares

Top 3 Internacional:

Autre Ne VeutAnxiety

Um disco com esse título, que fale do medo da morte, do abandono e de perder as pessoas amados tinha tudo pra ser pesado, arrastado e uma fossa só. Nada disso. Em Anxiety, Arthur Ashin canta de forma espontânea, envolvida e quase entusiasmada sobre esses temas, com voz suficiente para espantar os males de meio mundo. E é graças a essa voz que a conseguimos ver em suas canções não só a ansiedade do título do álbum, mas também a superação dessa mesma ansiedade. Graças a ela também que frases como “don’t ever leave me” soam autênticas e sinceras como há muito tempo nenhum artista conseguia.

Kurt VileWakin’ On A Pretty Daze

Em algum momento durante o processo de composição do sucessor de Smoke Ring For My Halo, Kurt Vile decidiu que suas canções despreocupadas e tranquilas precisavam durar mais. Essa decisão foi o que bastou pra que seu novo disco fosse um dos melhores do ano. Com vocais que parecem ter sido gravados deitado na cama logo depois de acordar, as faixas se desenrolam em um ritmo suave e tranquilo, criando um clima de aconchego do qual é difícil sair. O fato de que todas as músicas estejam entre suas melhores composições também não atrapalha nada.

Vampire WeekendModern Vampires Of The City

O simples fato de que Modern Vampires Of The City não falha em alcançar as expectativas quase absurdas deixadas pelo Contra é prova de que ele pertence à lista de melhores do ano. O álbum retoma boa parte das sonoridades que a banda já vinha tentando, elevadas a outro nível: dá para pensar que “Taxi Cab”, do disco anterior, deu origem a “Step”. Ou que “Cousins” já prenunciava “Diane Young”. Mas há também “Don’t Lie”, “Finger Back” e “Worship You”, que parecem ter saído do nada e deixam vontade de ver o que a banda vai fazer no futuro. O único defeito do disco é que ele deixa expectativas impossíveis para seu sucessor.

Iberê Borges

Top 3 Internacional:

Iron & WineGhost On Ghost

Do momento mais exagerado ao mais econômico, Sam Beam te dá motivos especiais para gostar de cada canção, cada uma em seu tempo. Mas nem será preciso tanto tempo assim para que você acabe amando o disco.

Queens of the Stone Age…Like Clockwork

O Queens of the Stone Age precisou ir o mais longe do que jamais fora em seu desenvolvimento intelectual e criativo para chegar a ...Like Clockwork. O resultado retrata o exato lugar e a exata formação que a banda deveria ter após anos de (boa) repetição. Foi preciso quebrar o ciclo e fazer o mais precioso trabalho – e esse levou o nome de …Like Clockwork.

Vampire WeekendModern Vampires of the City

Referências infinitas e capricho já fariam de Modern Vampires of the City uma das obras mais interessantes do ano. Mas em seu terceiro álbum, a banda resolveu abusar também com 12 canções certeiras e inspiradas, seja pela bíblia ou apenas por querer te colocar pra dançar mesmo.

Top 3 Nacional:

NeviltonSacode!

Com Sacode, o trio de Umuarama fez algo que tem sido raro no Brasil: música esperta e despretensiosa. As letras são criativas, os temas mais originais, os arranjos são diretos e o resultado é muito divertido.

Phillip LongGratitude

Phillip Long não cansa de lançar discos: há muita inspiração e muito para cantar. Gratitude é um conjunto de artifícios simples – que vão lembrar Bob Dylan – e brilhantes que fazem o diferencial do artista. Até quando ele vai continuar acertando nesse ritmo? Vamos continuar de olho, e com aplausos.

Wado – Vazio Tropical

A produção de Marcelo Camelo dita as regras que Wado permitiu que ele criasse – no caso, todas – e isso fez bem ao disco de canções. É detalhista e bonito de ver Wado explorando aquilo que sua carreira já pedia.

Lívia Damasceno

Top 3 Internacional:

A$AP RockyLong.Live.A$AP

Um dos debuts mais impressionante que já ouvi em um bom tempo. Muito barulho foi feito para o menino A$AP Rocky e ele lançou um disco digno de toda a aclamação. Temos colaborações com nomes de peso (Skrillex e Santigold) e outros mais novos como Kendrick Lamar e Danny Brown. Crônicas e besteiras entregues pela poesia de uma mente em constante fluxo, colagem de beats e riffs que te fazem pirar simplesmente, A$AP Rocky é uma escutada viciante. Vida longa a A$AP Rocky.

Inga CopelandDon’t Look Back, That’s Not Where You’re Going

Hype Williams ou é a dupla de artistas do século ou os maiores enganadores que já existiram na cultura pop. Inga Copeland está encarnando a Babilônia e nos provoca com três faixas inovadoras retiradas do que ainda será o seu debut. O ambient techno de “Speak”, o dub intoxicante de “So Far So Clean” e o 2step demente de “A&E” parecem uma extensão das ideias (e pegadinhas) existentes desde os primórdios do Hype Williams. Parece que a enfatuação de Inga com o continuum da música eletrônica (ardkore/jungle/garage/2step/grime/dubstep) está mais forte do que nunca, culminando em um trabalho solo criativo e digno de aclamação. São três faixas que já considero as melhores do ano, e com certeza compensam toda a espera e antecipação para o que será um dos debuts da década.

Scout NiblettIt’s Up To Emma

O amor destrói – não estou falando nenhum absurdo, It’s up to Emma é a síntese de um coração partido: o produto final é um disco avassalador. Um disco de blues raivoso ainda que simplesmente composto de somente guitarras e bateria, é a entrega total de Scout nos vocais faz deste disco convincente. É corajoso, cru e em vezes triste – Scout em seu sétimo álbum nos leva mais uma vez a uma tortuosa jornada até os finais de uma obsessão, até o último beijo. It’s Up To Emma é a mitologia da decepção amorosa: você vai querer ter seu coração partido mais vezes só para a Scout te consolar novamente. Ou não  –  depende de você, e você somente.

Neto Rodrigues

Top 3 Internacional:

Daft PunkRandom Access Memories

Com uma campanha de divulgação raramente vista no meio fonográfico, a dupla francesa conseguiu o mais difícil: não deixar o hype do marketing ofuscarem o conteúdo de seu novo disco que, a cada audição, desce melhor, revelando barulhinhos, timbres, detalhes e arranjos de quem sabe o que está fazendo, de quem sabe que está trazendo a vida de volta pra música.

Queens of the Stone Age…Like Clockwork

Quem queimou largada e considerou …Like Clockwork como “fraco” horas após seu lançamento possivelmente se arrependerá. Diferentemente das porradas stoners que já saíam como hits instantâneos nos álbuns anteriores, as canções aqui levam tempo para se desenvolverem e convencerem. Mas a paciência compensa. Afinal, quem um dia esperaria uma pérola sombria como “I Appear Missing” sendo entoada com melancolia e tensão por Josh Homme?

Sigur RósKveikur

O post-rock geralmente contemplativo e cheio de longas peças instrumentais do Sigur Rós mostrou sua faceta mais agressiva em Kveikur. E o resultado não poderia ser mais grandioso e impactante. Músicas como “Brennisteinn” e a faixa-título carregam um ouvinte para um mundo menos onírico e mais real, com cozinha pesada e a guitarra com arco de Jónsi se marcando presença. De “brinde”, ainda ganhamos “Ísjaki”, um dos mais belos momentos já criados pela banda islandesa.

Top 3 Nacional:

Apanhador SóAntes Que Tu Conte Outra

Mais experimental e “difícil” do que o disco de estreia, o novo trabalho da ótima banda porto-alegrense chega puxado pela visceral “Despirocar”, um petardo dissonante e irônico. Juntam-se à canção outras 11 faixas, que mostram novas influências, novos caminhos e novos riscos do Apanhador Só, um dos grupos mais criativos e ousados do nosso cenário.

Bárbara EugêniaÉ O Que Temos

O brega surge cheio de charme e malemolência no novo lançamento de Bárbara Eugênia, cantora versátil e de voz aconchegante. Se cercando de boas parcerias, Bárbara entrega um trabalho completo, que ainda passeia pelo folk à la She & Him, pela música de saloons e cabarés empoeirados, pela chanson française e por influências tropicais.

DorgasDorgas

Os garotos do Dorgas não escondem o tom quase de piada interna e as ironias e zoações de suas letras e arranjos. E esse lado desencanado do quarteto carioca joga muito a favor se você aceitar de ouvido e coração aberto os falsetes estranhos, os arranjos peculiares e os temas nonsense que permeiam as canções. É como presenciar uma jam session de amigos entrosados, cheios de boas ideias e com influências diversas, do pop de vanguarda ao jazz fusion.

Paula Giacomazzi

Top 3 Internacional:

David BowieThe Next Day

Após 10 anos e 23 álbuns lançados, Bowie volta à cena e mostra porque conquistou a fama que tem. Começando pela arte da capa (uma releitura da capa de Heroes, lançado em 1977), o álbum revisa de forma madura os principais pontos da carreira do cantor. Com o primeiro single (“Where Are We Now”), o caráter introspectivo e a genialidade do mais novo registro vão aparecendo no meio de uma pegada melancólica.

James BlakeOvergrown

Uma das figuras mais importantes do chamado “post-dubstet”, James Blake aborda em Overgrown, o seu segundo álbum, uma atmosfera mais pesada e planejada do que em seu debut. Com o bass, sua batida típica, e até mesmo o silêncio mais definidos, Overgrown se mostra, além de tecnicamente pensado, forte e delicado. Ao lado de figuras como Brian Eno e RZA, Blake cumpre as expectativas de um claro amadurecimento do seu trabalho.

Mount KimbieCold Spring Less Fault Youth

Com maior visibilidade para o cenário eletrônico e experimental, Dom Maker e Kai Campos apostam nas batidas densas que acompanham ruídos, loops, vocais trabalhados e detalhes que se encaixam como em um quebra-cabeça. Com elementos típicos do trip-hop, participações de King Krule e audácia, a dupla prova seu potencial.

Top 3 Nacional:

Apanhador SóAntes Que Tu Conte Outra

Em seu primeiro lançamento a banda gaúcha já mostrou do que era capaz mas agora, com o segundo álbum, o grupo corre para um lado não tão explorados. Armados com a capacidade inconfundível de absorver os elementos tipicamente brasileiros e experimentar, Antes Que Tu Conte Outra chega a ser um pouco imprevisível. Além da abordagem ao cotidiano, as misturas de tons, estilos e detalhes sutis e ousados levam ao sucesso do álbum.

DorgasDorgas

O grupo não é exatamente novo, mas é agora que aparece seu primeiro álbum. Ganhando rápido reconhecimento, Dorgas não tem um estilo definido. Apostando no eletrônico e caminhando por diferentes gêneros, como o shoegaze e até mesmo algumas vertentes de jazz, os cariocas fornecem um som agradável e delicado. Despretensioso, o registro homônimo conquistou vários apreciadores de cara.

Vespas MandarinasAnimal Nacional

Com uma clara influência dos grandes nomes do rock brasileiro da década de 80, os paulistanos, apesar de terem algum tempo de estrada, lançam seu primeiro álbum esse ano. Mostrando, como grandes nomes da música, que o som simples pode sim ser de qualidade, eles apostam no rock puro, com influências chegando de todos os lados e participações como a de Arnaldo Antunes.

Priscila Barker

Top 3 Internacional:

EelsWonderful, Glorious

A espera de dois anos e meio pelo novo trabalho de Mark Everett e seu Eels valeu a pena. Seu décimo álbum de estúdio deixa ainda mais evidente as inúmeras facetas de um artista que não tem medo de mesclar as mais divergentes sonoridades em suas músicas. Inicialmente mais agressivo e menos melancólico que os trabalhos anteriores, Wonderful, Glorious vai amadurecendo e ficando menos rebelde com o decorrer de suas faixas. “Bombs Away” e “Kinda Fuzzy” transbordam fúria, enquanto “On the Ropes” e a faixa-título que fecha o álbum tranquilizam o ouvinte que, então, precisa se recupera de tamanha porrada musical. Tão bom quanto peculiar.

Sigur RósKveikur

Nove faixas de puro experimentalismo. Nuances entre a leveza, presente na doce voz de Jónsi, e um peso jamais visto antes nos trabalhos do Sigur Rós. “Dinâmico” serve como um bom adjetivo para Kveikur, álbum que, tão rapidamente, já se tornou um marco na carreira da banda islandesa. Audição obrigatória pra fãs, simpatizantes, hatters e até mesmo quem nunca ouviu falar sobre a obra do Sigur Rós.

Queens of the Stone Age…Like Clockwork

Não é de hoje que experiências traumáticas servem de mote para a composição de álbuns inteiros. O novo álbum do Queens of the Stone Age é um bom exemplo disso. Sombrio, emocional e intimista, sem deixar o peso já característico do grupo de lado, …Like Clockwork é provavelmente o trabalho mais auto-biográfico de Josh Homme. Um álbum com unidade, arranjos impecáveis e participações especiais dos mais altos níveis, digno da banda mais rock’n’roll da atualidade.

Victor Caputo

Top 3 Internacional:

Kanye WestYeezus

Com My Beautiful Dark Twisted Fantasy, Kanye West conquistou o mundo — mas não a mim. A tal da ópera hip hop era tão hypada quanto entediante. Até que o homem volta com seu ego mais cheio do que nunca para lançar Yeezus. No mínimo, Kanye fez uma viagem ao futuro e voltou para gravar o álbum. Samples muito bem escolhidos, participações de alto nível e um experimentalismo que dá gosto de ver (e ouvir).

Queens of the Stone Age…Like Clockwork

Quando ninguém mais esperava que algo bom e novo saísse daquelas cavernas, vem …Like Clockwork. Josh Homme colocou todo mundo para trabalhar — de Dave Grohl, passando por Nick Oliveri e até a verdadeira rainha, Elton John. O álbum é produto de um Homme que quase morreu. Sai parte do peso que acompanhava a banda esteticamente e entra o peso das letras. O QOTSA passou por um desfibrilador, armazenou toda a voltagem e agora distribui toda a carga nas ótimas boas faixas.

The National Trouble Will Find Me

Aqui estou eu puxando o saco de uma das minha bandas preferidas. Disse aqui na resenha que o grupo vem mantendo um nível bem alto desde o lançamento de Boxer, lá em 2007. É verdade que tudo continua quase igual de lá para cá. Letras lindas e pesadas e arranjos muito bem trabalhados. É mais um álbum que deve sobreviver ao tempo e poderá ser saboreado por algumas décadas.

  • Gente, pera: queridinha indie nacional é tudo o que a Clarice Falcão não é. Todo indie que eu conheço detesta a moça (eu gosto, acho fofinho). Ou então, sei lá, num sei mais o q é um indie. Também, né? Indie, hipster, moderno…fiquei confusa.

  • sidney

    galera, vcs são rockers mesmo hein

  • Daigo

    Carajo, NINGUÉM ter incluído o ‘II’ do Unknow mortal Orchestra é dose. Muitas figurinhas repetidas e escolhas moderninhas óbvias. Passo longe dessa lista.

  • Samuel Soares Vaz

    Realmente, faltou o album do Unknown Mortal Orchestra, mas a Lista tá boa, Eels, Autre Ne Veut e Inga Copeland foram escolhas nada óbvias…

  • Junior GRO

    Boas listas. Mas sim, faltou o II do Unknown Mortal Orchestra, e o Once I Was An Eagle da Laura Marling, que veio com nível de excelência.

  • Juarez

    1. The Knife – Shaking the Habitual
    2. Vários Artistas – After Dark 2
    3. Majical Cloudz – Imperdonator

  • Raul

    Faltou o disco do Baths – Obisidian melhor disco até agora! ~na minha humilde opinião~

  • Sadraque

    Passo Torto lançou um álbum perfeito esse ano e ninguém mencionou. Passo elétrico, junto com o novo álbum da Apanhador Só são de longe os dois melhores álbuns do ano inteiro.

  • Vinícius

    Realmente, a obra “Shaking the Habitual” do the Knife ficou faltando na lista. “Obisidian” do Baths também…

  • Leocádia Garibaldi

    Escuto o Daft Punk! Curto também Disclousure!!

  • Troglô

    Bem esse ano não tá lá essas coisas e vcs melhoraram muito em não repetir a Pitchfork e NME.
    Ninguém merece listas brasileiras copiadas dos gringos, né? E mais: sem brasileiros.
    Então, muito obrigado por me indicarem aí alguns nomes.